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Positivo encerra 2009
com 1,8 milhão de PCs vendidos
por Redação da
Computerworld
Número recorde é 10% superior ao
alcançado em 2008 e receita líquida do 4.º trimestre
crsceu 19,5% em relação ao ano anterior. Dados são
preliminares.
A fabricante brasileira de computadores Positivo
encerrou 2009 com o recorde histórico de 1,78 milhão
de computadores vendidos, o que representa um
crescimento de 10% em relação a 2008, quando a
empresa comercializou 1,6 milhão de PCs. No 4.º
trimestre, a Positivo informa ter vendido 484,4 mil
PCs, 18% a mais que no mesmo período do ano passado.
Os dados são preliminares e ainda não foram
auditados.
Em termos financeiros, a empresa afirma ter tido
receita bruta de 702 milhões de reais no 4.º
trimestre de 2009, valor 20% maior que o do mesmo
trimestre de 2008, que foi de 585,3 milhões. Já a
receita bruta do ano de 2009 foi de 2,5 bilhões de
reais, 12,8% maior que a de 2008, de 2,2 bilhões.
A receita líquida da empresa atingiu 614,5 milhões
de reais no 4.º trimestre, um crescimento de 19,5%
em relação a 2008. No ano, a receita líquida foi de
2,18 bilhões em 2009, 12,5% a mais que em 2008 (1,9
bilhão).
Notebooks crescem
Os números divulgados apontam ainda que a
participação dos notebooks no total vendido
apresentou novo recorde, segundo a Positivo. Os
portáteis responderam por 43,7% do volume de
computadores no 4.º trimestre - no mesmo período de
2008, essa participação foi de 35%. Em 2009, foram
vendidos 714,2 mil notebooks, um crescimento de
50,2% em relação ao ano passado.
Principal canal de vendas da Positivo, o varejo
aumentou sua participação no 4.º trimestre de 2009,
passando para 88,9%, ante 75,2% do mesmo período de
2008. As vendas para o governo diminuíram, de 16,8%
do total para 7,7%. As vendas corporativas também
tiveram queda - sua fatia, que era de 8% em 2008,
passou a 3,4% em 2009. Segundo a empresa, a compra
da marca Kennex, em 21/12, complementa sua
estratégia de crescimento no varejo.
Os resultados auditados do 4.º trimestre de 2009
serão divulgados em 10/3, após o fechamento do
mercado.
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A morte do
tradicional departamento de TI
por Thiago França -
i-Masters
De tempos em tempos, algum guru da
área anuncia a "morte da TI". Tem sido assim há
muitos anos. No entanto, mesmo com a queda nos
orçamentos de tecnologia da informação em 2009 e o
encolhimento do mercado fornecedor, os departamentos
continuarão existindo. Certamente haverá mudanças em
especializações técnicas e atribuições de gestores,
mas esses profissionais ainda permanecerão no topo
da hierarquia corporativa por muito tempo.
A disponibilidade de serviços gratuitos, atrelada à
convergência entre tecnologias voltadas a usuários
finais e empresas e à demanda excessiva pela
terceirização de baixo custo indica que, realmente,
o modelo tecnológico ao qual estávamos acostumados
há dez anos não existe mais. Porém, levanta também a
questão: Como será a configuração dos departamentos
de TI e o papel de seus líderes?
A resposta exata à pergunta eu não sei dizer
(ainda), mas garanto que já temos acesso a algumas
pistas que indicam a direção para a qual os gestores
de tecnologia devem se voltar. Entre elas, estão
algumas mudanças recentes nos modelos de gestão da
TI e que devem ser avaliados por todos que almejam
uma carreira de longo prazo na área.
O departamento de TI encontra-se em uma
encruzilhada. Grandes funções que até pouco tempo
atrás eram consideradas estratégicas, como suporte
aos usuários por exemplo, atualmente são vistas como
commodities. E isso não é uma tragédia para os CIOs,
já que simplesmente significa que todo o tempo e
energia designados a determinadas tarefas podem ser
poupados, já que um prestador de serviços pode fazer
o mesmo com mais eficiência e menos custos.
Simultaneamente, outros segmentos da TI estão
passando a ser vistos como tão estratégicos que
determinam o sucesso ou não de muitas empresas.
Entre eles estão, principalmente, as iniciativas de
virtualização e projetos voltados às comunicações
unificadas. De forma mais abrangente, é possível
afirmar que atualmente os departamentos de
tecnologia são mais capazes de transformar
organizações e gerar vantagens competitivas do que
nunca.
Exemplo desse novo modelo de negócios apoiado na TI,
a companhia aérea JetBlue (cuja subsidiária no
Brasil é a Azul Linhas Aéreas) atingiu resultados
espetaculares em um mercado tão competitivo quanto o
norte-americano, graças à adoção de uma
infraestrutura tecnológica com o dever de ser 100%
eficiente . O que mostra que, ao mesmo tempo em que
algumas organizações estão "commoditizando" a TI,
outras estão apostando nela para ganhar mercado.
O desafio de analisar dados em tempo real e
utilizá-los para criar oportunidades é uma das
principais dores de cabeça dos CIOs atualmente.
No ambiente corporativo, essa demanda está
aparecendo de maneira cada vez mais latente, sem que
os gestores de TI saibam como lidar com a questão de
assegurar o tráfego de dados, com a segurança das
informações e com a integração dos dispositivos
móveis aos sistemas de gestão. Agora, que comecem as
apostas para saber se a solução virá de uma fórmula
commoditizada ou desenvolvida estratégica e
exclusivamente para cada companhia.
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Banda larga popular
da Telefônica é mais veloz que a da Net
por Carmen Munari
SÃO PAULO (Reuters) - A Telefônica,
por meio de sua subsidiária aJato, assinou nesta
sexta-feira a adesão ao Programa Banda Larga Popular
do governo de São Paulo, três meses e meio depois do
lançamento do projeto.
O plano da Telefônica dentro do programa tem
velocidade de 256 kilobits por segundo (kbps), acima
dos 200 kbps do oferecido desde o final de dezembro
pela Net. Ambos têm mensalidade de 29,80 reais e
incluem modem, instalação e provedor de Internet.
O Banda Larga Popular foi lançado em outubro passado
por meio de um decreto do governo de São Paulo
isentando o ICMS de 25 por cento sobre o serviço de
Internet no âmbito do programa, que tem como
objetivo universalizar o acesso à Web no Estado.
A Telefônica oferecerá o serviço por meio de duas
tecnologias: cabos coaxiais e tecnologia sem fio
Wimesh.
O serviço estará disponível inicialmente na cidade
de São Paulo e algumas localidades do ABC paulista,
e será ampliado ao longo deste ano para cidades do
interior do Estado.
A Telefônica se apresentou como parceira do governo
no lançamento do Programa Banda Larga Popular, mas
foi a Net quem primeiro disponibilizou o produto com
as características previstas no decreto paulista.
O atraso na adesão da Telefônica ao programa
derivou, segundo informou o secretário da Fazenda
paulista, Mauro Ricardo Costa, do entendimento, pela
empresa, de que poderia oferecer o serviço apenas
para quem já fosse seu cliente. O governo não
permitia essa limitação.
Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística (IBGE) apontam 2,5 milhões de
residências no Estado de São Paulo como potenciais
alvos da banda larga popular. Desse total, cerca de
1,8 milhão de casas possuem conexão discada e as
demais têm computador sem Internet.
"Nosso objetivo é baixar o custo e estender a banda
larga ao maior número de pessoas", disse o
secretário de Gestão Pública do Estado de São Paulo,
Sidney Beraldo.
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Weave para Firefox:
uma extensão para facilitar backup e sincronização
de informações
por Silvio Sousa
Cabral
A Mozilla anunciou hoje a
disponibilidade do Weave para Firefox, uma extensão
que serve como acesso preliminar a um recurso que,
no futuro, será integrado nativamente ao seu
navegador. Com ela, é possível fazer backup e
sincronização das suas informações de navegação
(senhas, favoritos, histórico, etc.) para os
servidores da empresa, onde elas são mantidas de
forma criptografada e podem ser transferidas para
qualquer computador no qual você use o Firefox.

Para tirar proveito do serviço, basta
instalar esta extensão nas máquinas que deseja
manter sincronizadas e criar uma conta no serviço
online da Mozilla — ou registrar o armazenamento de
dados no seu próprio servidor, caso não queira
confiar nela para nada durante o uso do Weave.
Quando fizer isso, todas as informações de navegação
adicionadas ao seu histórico, favoritos, gerenciador
de senhas e até nos campos de formulários dos sites
que visita serão sincronizadas em todos os seus
computadores, permitindo que estejam sempre ao seu
alcance.
Um aspecto interessante do Weave é o
seu funcionamento com a edição móvel do Firefox, que
atualmente está disponível apenas para o Nokia N900
— mas irá para o Android ainda este ano. Um usuário
do Firefox nesse aparelho pode usar essa extensão
como no desktop, ou seja, é perfeitamente possível
navegar pelos seus sites favoritos enquanto estiver
na rua, caso você precise.
O Weave Sync é compatível com a
última versão do Firefox (3.6) e pode ser obtido no
site da Mozilla. Eu venho testando esse novo produto
desde os seus primeiros dias, e hoje posso dizer que
ele é indispensável para quem usa o navegador em
mais de um computador. |
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Quantidade de pixels
da foto não define o tamanho do arquivo gerado
por Dave Johnson, da
PC World/EUA
Tire suas dúvidas quanto a resolução,
tamanho horizontal, vertical e densidade dos pixels
de uma fotografia digital.
Se existe algo que confunde muita gente quando o
assunto é fotografia digital é relação - se é que
existe alguma - entre resolução usada pela câmera
fotográfica e o tamanho do arquivo que é gerado.
Muitas vezes, fotos que possuem as mesmas dimensões
(por exemplo 11,5 centímetros por 15 cm) apresentam
tamanho do arquivos completamente diferentes (em
Kilobytes ou Megabytes).
Em primeiro lugar é preciso entender como as câmeras
digitais compõem as fotos. Essas câmeras são
classificadas pela sensibilidade do seu processador,
ou seja, por megapixels ou quantos milhões de pixels
ele é capaz de registrar para formar uma foto.
Uma máquina de 10 megapixels, por exemplo, tira
fotos com 10 milhões de pixels. Se abrir uma imagem
registrada por ela em um programa de edição de
imagens como o Photoshop, e verificar as dimensões
vera algo como 5.000 por 2.000 (altura e largura,
mas não necessariamente nessa ordem). Multiplicando
esse dois números obtém-se a resolução: 10 milhões
de pixels.
Mas veja bem: esses números não têm qualquer relação
como o tamanho do arquivo em bytes. Uma foto com
resolução de 10 megapixels pode gerar um arquivo de
8 MB (megabytes) ou mesmo 4 MB de tamanho.
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Brasil recebe a
versão 3.0 das licenças Creative Commons
por Redação do IDG
Now!
Anúncio foi feito nesta sexta-feira
(29/1) pelo criador do sistema, o advogado Lawrence
Lessig, durante a Campus Party 2010.
As licenças Creative Commons 3.0 já podem ser
utilizadas no Brasil. A versão brasileira das normas
que dão flexibilidade aos direitos de autor foi
anunciada na tarde desta sexta-feira (29/1), durante
a Campus Party 2010, pelo advogado e professor
Lawrence Lessig, criador do sistema.
O Creative Commons é uma coleção de textos jurídicos
que permitem o licenciamento de obras criativas de
modo alternativo ao modelo predominante, onde todos
os direitos são reservados. No CC, as licenças
permitem a criação de obras sobre obras, como um
remix musical, por exemplo.
As licenças oferecem gradações no domínio da obra
pelo autor, que pode decidir sobre permissões de
cópia, modificações por terceiros, atribuição de
autoria e restrições ao uso comercial.
O processo de adequação da versão 3.0 às leis
brasileiras começou em 2006 e foi conduzido pelo
Centro de Tecnologia e Sociedade da Fundação Getúlio
Vargas, sob a direção do advogado Ronaldo Lemos.
Liderança
Nesta sexta-feira, durante o anúncio, Lessig
enalteceu os esforços do governo brasileiro para
reformar sua legislação de direitos autorais e
apontou o país como líder entre os países que vêm
reformando legislações sobre copyright.
De acordo com o anúncio, as principais mudanças
referem-se ao processo de tradução e de
internacionalização das licenças, em temas como
direitos morais e gestão coletiva de direitos. O
Creative Commons (CC) afirma que não há urgência na
aplicação da versão 3.0 às obras que já foram
licenciadas com a versão 2.5 do documento.
Com a versão 3.0, as seis licenças CC passam a ser
traduzidas a partir de um conjunto genérico de
licenças, e não mais a partir das licenças
americanas. As ambiguidades de interpretação também
foram reduzidas, e as cláusulas relativas a direitos
morais tornaram-se mais claras. Além disso, a
licença Atribuição-Compartilhamento ganhou uma
cláusula de "licença compatível", para facilitar
conversões a licenças semelhantes.
A íntegra das licenças Creative Commons 3.0 pode ser
consultada no site da organização.
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Google lança
utilitário para upload de mensagens do Mail para o
Apps
por Silvio Sousa
Cabral
Se você é um atual usuário do Google
Apps e não conseguiu organizar todas as suas
mensagens antigas de outras contas — que talvez
ainda residam em um aplicativo como o Mail ou o
Thunderbird —, a gigante de buscas
anunciou hoje um utilitário dedicado a enviar os
arquivos delas para o seu próprio serviço online.
Com ele, é possível coletar todas as mensagens
espalhadas pelo seu computador e enviá-las para o
seu próprio cliente de email, sem exigir muito
trabalho.

Caso as suas contas de email antigas
ainda estejam registradas em aplicativos como o Mail,
o Thunderbird e até mesmo o Eudora, o novo
aplicativo do Google irá reconhecê-las
automaticamente para você, oferecendo a
possibilidade de selecionar quais caixas de correio
deseja enviar para o Apps — sem limites de envio, é
bom lembrar. Além disso, você pode adicionar
qualquer arquivo de caixa de correio que esteja em
outro local do seu HD, caso você armazene seus
emails fora da hierarquia de pastas dos aplicativos.
O uploader criado pelo
Google automaticamente determina o tempo que a
operação de envio vai durar, permitindo que você
aplique ações às mensagens enviadas para o Apps
quando tudo for encerrado — incluindo marcadores
especiais para elas. A única limitação dele no
momento é falta de suporte aos emails
@gmail.com, sendo
restrito ao Google Apps por causa das suas APIs
específicas para desenvolvedores.
De qualquer forma, certamente ele
será bastante útil para muita gente com contas no
Google Apps, então recomendo que esses usuários
confiram o novo aplicativo da gigante de buscas. Ele
requer o Mac OS X 10.4 ou superior e pode ser obtido
gratuitamente aqui. |
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Pela primeira vez em
muito tempo, Apple pode estar à frente da
concorrência no quesito “preço”
por Halex Pereira
Mas não abriu mão de seu modelo de
amplos lucros. Enquanto os rumores diziam apenas
“menos de US$1.000″ (o código para US$999), tudo ia
bem. Contudo, ao revelar o preço do iPad, Steve Jobs
provocou um verdadeiro distúrbio na força: o custo
do modelo mais básico é quase a metade do que muitos
esperavam.
De acordo com uma análise de custos que a
Computerworld levantou junto à BroadPoint AmTech, o
iPad Wi-Fi de 16GB custa apenas US$280,50 para a
Apple fabricar — o que significa que cada modelo
básico rende US$208,50 em lucro, se não levarmos em
conta custos com embalagem, marketing, transporte,
garantia e P&D (pesquisa e desenvolvimento). O
componente mais caro é a tele LCD de 9,7″ sensível
ao toque, que custa US$100, enquanto a carcaça de
alumínio e os 16GB de NAND flash custam US$25 cada.
O chip A4, desenvolvido pela Apple, sairia por
apenas US$15.
Outros modelos de iPad dão uma margem de lucro mais
folgadas ainda: o modelo de 16GB equipado com Wi-Fi
e 3G, por exemplo, custa apenas US$98 a mais para
produzir, mas tem o valor de venda acrescido em
US$130 — o bastante para empurrar o lucro nove
pontos percentuais para cima. Situações semelhantes
se repetem com os modelos de maior memória: a versão
compatível com redes celulares sempre rende mais
lucro que a limitada a redes locais sem fio.
Por enquanto, o iSuppli, outro especialista em
estimar custos de fabricação de gadgets, não quis se
declarar: “Queremos mesmo esperar até sabermos um
pouco mais sobre o há dentro [do iPad]“, disse
Andrew Rassweiler, diretor dos serviços de
desmontagem. “Preferimos não lançar números por
enquanto.” Contudo, ele arriscou-se a dizer que o
custo de componentes como a antena Wi-Fi, o
Bluetooth e a memória não devem se desviar muito dos
de um iPod touch. Quanto ao Apple A4, Rassweiler
acredita que “não se trata de um componente à venda
em qualquer lugar, mas uma versão customizada a
partir de blocos padrão.”
Apesar desta margem de lucro elevada num preço
acessível aos consumidores (nos EUA), algumas
fabricantes estão sentindo a chegada de um problema:
como elas vão competir no mercado de tablets, agora
que a Apple entrou nele aparentemente sem cobrar a
infame Apple tax? O DigiTimes apurou rumores
indicando que fabricantes de netbooks estavam à
espera do preço de US$1.000, para então concorrer
com produtos 20–30% mais baratos.
Contudo, eles foram pegos de surpresa pelo preço
mínimo de US$500: para atrair consumidores como a
Lauren, suas margens de lucro terão que ser
substancialmente cortadas, o que pode reduzir a
competitividade neste novo segmento do mercado. O
momento pós-keynote, portanto, é de avaliar as
estratégias para evitar uma competição direta de
preços.
Será que veremos um comercial Slate Computer Hunters,
feito pela Apple?
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Dez coisas que você
deve fazer para preservar seu emprego
por Redação da
Network World/EUA
Mesmo que o pior da crise pareça ter
ficado para trás, não dá para descuidar da carreira.
Saiba como agir e o que evitar.
Pesquisa da consultoria Right Management indica que
o total de vagas para executivos no mercado
brasileiro cresceu 10% em setembro. A indústria
voltou a liderar em número de contratações e os
setores de serviços especializados de TI e Telecom
responderam, respectivamente, por 18% e 8% das vagas
abertas. Levantamento de Computerworld feito em
agosto de 2009 identificava quase 1.500
oportunidades abertas na área de tecnologia da
informação, para diferentes perfis e níveis
profissionais.
A crise econômica dá sinais de calmaria no mercado
nacional, mas isso não significa que você possa
descuidar da sua carreira.
Profissionais de TI e especialistas da indústria
compartilham dez dicas para os funcionários da área
de tecnologia se manterem nas boas graças dos
empregadores e não serem demitidos mesmo com a
recuperação gradual da economia.
1.Trabalhe com afinco
Funcionários de TI em empregos instáveis precisam
assumir trabalho extra, estar mais presentes e,
essencialmente, mostrar aos seus empregadores que
querem ficar. Seja em tempos de estagnação ou de
redução de budgets, os gestores de TI são
pressionados a frequentemente avaliar a equipe para
fins de enxugamento ou possível terceirização.
Especialistas de consultorias de RH dizem que o
melhor e evitar ser o funcionário que deixa a
desejar na avaliação.
“É fundamental lembrar que a organização de TI,
quando quer fazer demissões, não procura as pessoas
que serão descartadas, ela identifica as pessoas que
devem ser mantidas”, explica Beth Carvin, CEO da
Nobscot, fornecedora havaiana de software para RH.
Por isso, acrescenta a executiva, tome a iniciativa
e faça coisas que levem a companhia a querer manter
um funcionário como você.
2. Siga o dinheiro
Os funcionários de TI devem saber quais sistemas e
projetos vão gerar receita e empenhar-se para fazer
parte deles. Uma vez que podem exercer alguma
influência sobre esses projetos, devem mostrar
disponibilidade para iniciativas geradoras de
receita ou que ofereçam contato direto com o
cliente, aconselha Sean Ebner, diretor regional da
Technisource, companhia de recrutamento em TI.
“As funções internas são críticas, mas o alinhamento
com essas atividades e com os clientes tornará os
profissionais técnicos mais valiosos para os
gestores de negócio”. Se não houver projetos
relacionados ao negócio no momento, os especialistas
orientam os funcionários de TI a se envolverem com a
equipe de vendas, oferecendo seu conhecimento
técnico para ajudar a fechar negócios com potenciais
clientes.
3. Invista em conhecimento
Os recursos podem estar escassos, mas os
especialistas recomendam que os profissionais de TI
busquem treinamento acessível ou opções de
autoaprendizado para ampliar seu conhecimento
técnico e beneficiar não só a companhia, mas a si
mesmos.
O treinamento, seja financiado pelo empregado ou
pelo empregador, mostrará ao chefe que o funcionário
deseja permanecer na equipe e que continua
interessado em evoluir profissionalmente naquela
companhia específica. “A chave para conservar o
emprego é demonstrar retorno do investimento. Você
representa um determinado custo para sua companhia,
mas faça o possível par provar que está ganhando
valor sem custo adicional para a organização e que o
seu conhecimento contribuirá para os resultados
financeiros dela”, afirma Rich Milgram, CEO da
Beyond.com, companhia de recrutamento online.
4. Torne-se um especialista em tecnologia do
negócio
É uma realidade – o pessoal de TI precisa ser bom em
negócio para progredir na carreira e segurar o
emprego. “Muito se tem falado, mas não custa repetir
que TI deve ser capacitadora de negócios, e não mera
solucionadora de problemas”, define Chris Silva,
analista sênior da consultoria Forrester Research.
Os profissionais de alta tecnologia que treinaram a
‘sensibilidade para o negócio’, ou seja, que não
conversam com gestores de negócio em bases puramente
técnicas, têm mais chances de manter seus empregos
por mais tempo do que aqueles que não conseguem
traduzir a tecnologia diretamente em aspectos do
negócio, avalia ele. A combinação de conhecimento
tecnológico e uma visão do que faz um negócio dar
certo pode ajudar os profissionais a cultivarem uma
longa e promissora carreira.
5. Seja comedido
A redução de pessoal, muitas vezes, é resultado de
um esforço para cortar custos. Os profissionais de
TI que provarem aos gestores que são capazes de
encontrar tecnologia acessível e reduzir custos
internamente preservarão seus empregos. É preciso
pensar como se fosse o dono, não desperdiçar
recursos, nem comprar coisas que não sejam realmente
imprescindíveis. Os funcionários eficientes são
escolhidos para ficar, ao contrário dos funcionários
que agem de maneira irresponsável com o orçamento.
Além de checar preços, os profissionais de TI devem
oferecer alternativas que tenham bom
custo-benefício. vale introduzir tarefas
automatizadas que tragam economia de tempo e
dinheiro para a companhia, reduzindo o tempo de
inatividade causado por erro humano.
6. Fique longe das fofocas
Em tempos de crise econômica ou prosperidade, não
importa, o melhor é ficar bem longe da fofocas de
corredor. “Você quer se apresentar no ambiente de
trabalho como alguém amigável, um bom cidadão”, diz
Lori Gale, presidente da companhia de recrutamento
online FastLane Hires. Portanto, afirma, não fique
fazendo fofoca e bancando o estressado. Agindo dessa
forma, você acabará chamando atenção pelos aspectos
negativos da sua personalidade.
7. Promova sua imagem
Embora muitos profissionais de TI não estejam
acostumados a holofotes, os especialistas recomendam
que eles aprendam a promover suas habilidades na
companhia. “Faça marketing pessoal. Não é hora para
modéstia. No cenário de negócios atual, em que todo
mundo é exigido ao máximo, assegure que suas
realizações sejam notadas”, diz Katie Prizy,
especialista em comunicação da Instant Technology,
companhia de recrutamento em TI.
Para demonstrar suas contribuições à companhia, os
profissionais de TI têm de estar aptos a mensurar o
valor agregado aos resultados financeiros. Se não
puder mensurar seu próprio sucesso e demonstrar
claramente como o seu trabalho beneficiou a
companhia, não espere o mesmo dos gestores na hora
de reduzir a equipe.
Os profissionais de TI devem rastrear e documentar
continuamente as melhorias que suas ideias, seu
trabalho ou seus processos trouxeram para os
sistemas de tecnologia. Munidos desta informação,
terão bons argumentos para justificar a permanência
na equipe.
8. Ajude os outros
Compartilhe conhecimento, ensinam os especialistas.
Profissionais de TI precisam abandonar a velha
mentalidade de guardar conhecimento, e deixar outras
pessoas saberem o que eles sabem e compartilhar o
conhecimento e as informações. Isso os tornará muito
mais valiosos aos olhos dos empregadores.
O conhecimento é uma grande fonte de poder. O
compartilhamento de informações vitais para o
sucesso técnico de uma companhia impressionará a
direção corporativa.
9. Esteja disponível
Na rotina das companhias, alguns profissionais de TI
talvez estejam menos ocupados que outros. Assim,
quem está com mais tempo livre deve se oferecer para
colaborar em projetos, mesmo que de outros
departamentos.
Se na companhia há duas pessoas para administrar a
rede, por exemplo, mas uma delas também entende de
servidores, os gestores talvez prefiram descartar o
funcionário altamente especializado e manter o
‘generalista’ em TI, que trabalha em várias áreas,
de acordo com Bryan Sullins, instrutor técnico
sênior da New Horizons e blogueiro da Network World.
Estar sempre disposto a aceitar desafios novos, que
não fazem parte da rotina, ajuda muito, na opinião
de Dwayne Whitmore, engenheiro de sistemas sênior do
grupo de serviços de tecnologia para o Carolinas
HealthCare System. O engenheiro recorda a ocasião em
que precisou planejar a atualização de um sistema
PABX e aprendeu muito sobre o modo como ele
funciona.
10. Sorria, seja feliz
Nunca subestime o poder de uma postura positiva.
Independentemente de qualquer desafio, uma atitude
positiva ajudará os gestores – que também são
exigidos além dos seus limites – a perceber quais
funcionários estão felizes em suas funções. O
indivíduo que, com um sorriso no rosto, encara novos
desafios que aliviam algumas aflições da equipe de
gestão acaba tendo um valor inestimável para a
organização.
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Dispositivo permite
conectar filmadoras analógicas ao PC via porta USB
por Dave Johnson, da
PC World/EUA
Com ele fica fácil converter vídeos
em fitas para o formato digital. Depois, basta usar
um programa gratuito para gravar em DVD.
Muitas pessoas ainda possuem uma
filmadora que utiliza fitas analógicas. E mesmo quem
não tem esse equipamento provavelmente guarda em
casa algumas fitas com recordações de viagens,
aniversários de crianças, festas de final de ano e
muito mais. O problema é que esse tipo de mídia se
deterioma muito facilmente e o ideal seria
convertê-la para o formato digital.
Alguns modelos de câmeras mais
antigas têm saídas (USB ou Firewire) que permitem
conectá-las diretamente ao PC. Nesse caso, a
conversão é mais fácil, já que basta reproduzir o
vídeo nelas e gravar na computador no formato
desejado. Mas isso não é comum.
Se este for o seu caso, pode-se
utilizar um tipo de solução que capta os sinais de
áudio e vídeo da câmera e os envia ao PC por meio de
uma porta USB, como o
XCapture USB, da Pixelview.

XCapture USB: preço
médio de 160 reais
O aparelho irá converter as imagens
da fita que estão no formato analógico para um
arquivo em formato digital, como por exemplo, Mpeg4.
Após transferir o arquivo, talvez você queira
gravá-lo em DVD.
Para isso será necessário usar um
programa, como o
DVD Forger. A interface não é das
melhores, mas além de converter o arquivo de filme
para o formato de DVD, é possível criar menus,
inserir legendas e aceita DVDs de camada dupla. O
melhor de tudo é que é gratuito.

DVD Forge: converte para
formato DVD, cria menus e é gratuito |
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Google paga até 1.337
dólares para quem encontrar bugs no Chromium
por Redação do IDG
Now!
Buscador adota mesma estratégia usada
pela Mozilla limpar o navegador Firefox de possíveis
erros. Recompensa mínima é de US$ 500.
O Google anunciou nesta quinta-feira (28/1) que vai
oferecer recompensas em dinheiro a quem encontrar
vulnerabilidades no projeto Chromium, de código
livre. O Chromium serve de base ao navegador Chrome.
Bug encontrados no próprio Chrome também podem
concorrer.
No anúncio, feito em seu blog, a empresa reconhece
que a iniciativa não é nova, e parabeniza a Fundação
Mozilla, mantenedora do navegador Firefox, pelo
sucesso de seu programa de premiação.
A recompensa mínima para bugs é 500 dólares mas, se
a falha for particularmente grave ou engenhosa, o
valor poderá subir para 1.337 dólares. O grupo de
avaliação do Google pode ainda decidir que um único
relato poderá se constituir de múltiplos bugs, que
aumentaria o valor do prêmio.
Pelas regras divulgadas, qualquer bug de segurança
pode ser considerado válido, mas o foco da empresa
estará nos bugs críticos e de alto impacto. A
empresa adverte que o bug não será válido se a
pessoa que o denunciou tiver participado do projeto.
Além disso, se duas ou mais pessoas descobriram o
mesmo bug, quem informou o erro primeiro será
avaliado.O Google também avisa que, para receber o
prêmio, menores de idade precisarão de um adulto que
o represente.
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Ataque a sites do
governo dos EUA é atribuído a piratas virtuais
brasileiros
por Folha Online
O ataque aos 49 sites de deputados da
Casa dos Representantes dos Estados Unidos, ocorrido
na quinta-feira (28), foi feito por piratas virtuais
brasileiros.
De acordo com o site ReadWriteWeb, a mensagem dizia
"F* OBAMA!! Red Eye CREW!!!!! O RESTO E HACKER!!! by
m4V3RiCk; HADES; T4ph0d4 -- FROM BRASIL".
Pirata virtual invade 49 sites de deputados dos EUA
e insulta Obama
China, EUA e Rússia estão em corrida armamentista na
internet
Cresce o medo sobre ataques virtuais a empresas
Ainda segundo o site, os piratas virtuais são
responsáveis pelo ataque a 450 páginas do governo
brasileiro em agosto --entretanto, o ReadWriteWeb
não identificou a fonte desta informação.
Segundo Jeff Ventura, porta voz do escritório
administrativo da Casa, os sites eram administrados
por um fornecedor privado, a GovTrends. Ainda
segundo ele, 18 sites administrados pela empresa
haviam sido invadidos em agosto.
A maioria dos sites é totalmente administrada por
técnicos da Casa dos Representantes, mas escritórios
individuais são autorizados para contratar
terceirizados para atualizações e novas ferramentas.
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Após quase três
meses, Telefônica anuncia lançamento da Banda Larga
Popular
por CINTIA BAIO E ANA
IKEDA | Do UOL Tecnologia
A Telefônica passará a comercializar
seu serviço de Banda Larga Popular a partir de 24 de
fevereiro, inicialmente na cidade de São Paulo e
região do ABC, mas ao longo de 2010 vai estender a
venda para o interior paulista. A empresa anunciou
nesta sexta (29) o termo de adesão ao programa do
Governo do Estado de São Paulo, quase três meses
após ter cancelado o início das vendas, que tinha
sido marcado pela empresa para o dia 9 de novembro
do ano passado.
A divulgação do serviço foi feita na Campus Party
2010, evento de tecnologia que acontece em São
Paulo. A mensalidade do serviço custará R$ 29,80
para a contratação da velocidade de internet de 256
Kbps, além do modem, instalação e provedor
gratuitos. Na capital, a tecnologia utilizada será a
de cabos coaxiais, enquanto na região do ABC e
interior paulista, a rede será fornecida via WiMesh.
"Não serão cobrados serviços adicionais junto com o
pacote de internet ", afirmou o presidente da
Telefônica, Antonio Carlos Valente, numa referência
à polêmica criada pela própria operadora, que
pretendia no início do projeto aliar a venda do
serviço com a cobrança de assinatura de telefone. A
expectativa da empresa é ter de 60 a 100 mil
conexões da banda larga popular até o final deste
ano.
Ao ser questionado sobre a baixa velocidade
oferecida aos usuários no pacote popular, o
secretário estadual da Fazenda, Mauro Ricardo Costa,
minimizou o tema. "Acredito que não é frustante,
porque corresponde a quatro vezes mais que uma
conexão discada, além de ser uma velocidade boa para
o público alvo do projeto".
Vale lembrar que os 256 Kbps fazem parte da
velocidade nominal da conexão, restrições de
hardware e infraestrutura podem reduzir a velocidade
final utilizada nas residências. Além disso, o valor
máximo de velocidade de conexão estipulado no
decreto (1 Mbps) não é oferecido por nenhuma das
duas operadoras que aderiram ao plano do governo até
agora.
Projeto paulista
O Programa Banda Larga Popular foi lançado em 15 de
outubro pelo governador José Serra, para permitir
acesso rápido à Internet de até 1 Mbps pelo preço
máximo de R$ 29,80 mensais, em vez dos cerca de 50
reais cobrados usualmente em pacotes básicos de
banda larga. A redução do preço foi possibilitada
pela isenção da cobrança de ICMS das operadoras que
aderiram ao plano.
Segundo dados divulgados pelo governo paulista na
época, o mercado potencial abrange 2,5 milhões de
residências. Desse universo, cerca de 700 mil casas
possuem computador sem Internet e as demais ainda
utilizam conexão discada.
Net saiu na frente
Em 23 de dezembro do ano passado, a Net iniciou a
venda da internet rápida popular para 48 cidades do
Estado de São Paulo, com mensalidade de 29,80 reais.
O serviço tem velocidade de transmissão de dados de
200 Kbps, taxa de instalação e provedor gratuitos,
com modem cedido em comodato.
Além do plano básico, que obedece ao decreto do
governo paulista, a empresa também passou a
comercializar para o mesmo público um pacote
combinado à internet de 200 Kbps com telefone fixo e
TV a cabo, por R$ R$ 39,90.
Cobrança ilegal
Após anunciar a oferta do plano de banda larga
popular em outubro, a Telefônica adiou os planos de
lançamento, inicialmente marcado para 9 de novembro,
ao se envolver numa polêmica.
Apesar do decreto 54.921 do governo paulista proibir
a cobrança de qualquer serviço adicional ao pacote
de banda larga, a empresa tinha planos de vender o
pacote de internet junto com a assinatura de
telefone, conforme publicado na época pelo UOL
Tecnologia.
Dessa forma, o plano estaria disponível só para
usuários já clientes da empresa e os demais
interessados deveriam contratar um plano de
telefonia fixa da companhia previamente. Dessa
forma, ao invés da mensalidade mais barata custar o
valor máximo estipulado pelo governo, R$ 29,80, o
pacote popular não sairia por menos de R$ 54,70.
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Mercado global de
buscas online cresce 46% em 2009, aponta comScore
por Redação do IDG
Now!
Levantamento compara resultados de
dezembro de 2009 e de 2008; em crescimento, Brasil é
terceiro, atrás da Rússia e da França.
O mercado global de buscas online cresceu 46% em
2009, atingindo 131 bilhões de consultas, de acordo
com análise da empresa americana de pesquisas
comScore.
Em dezembro de 2008, esse número foi de 89,7
bilhões.
No ranking de países, os EUA são o maior mercado de
buscas na web, com 22,7 bilhões de consultas em
dezembro de 2009. A China vem em segundo, com 13,2
bilhões.
Mas o país asiático, do qual o Google ameaçou sair
em resposta a ataques cibernéticos provenientes da
região, está longe de ser líder em crescimento.
Emergentes
Pelos dados da comScore, o mais forte crescimento em
buscas ocorreu na Rússia, que saltou de 1,7 bilhão
em dezembro de 2008 para 3,3 bilhões no mesmo mês de
2009 - um salto de 92%.
O segundo maior mercado em crescimento é o francês,
que foi de 3,3 bilhões em dezembro de 2008 para 5,4
bilhões em 2009 (aumento de 61%). Em terceiro lugar,
segundo a comScore, está o Brasil, que saltou de 2,4
bilhões para 3,7 bilhões (crescimento de 53%).
Em termos de serviços online, o maior continua sendo
o Google, responsável por 87,8 bilhões das buscas em
dezembro de 2009, seguido pelos sites do Yahoo!, com
9,4 bilhões. O terceiro lugar é do serviço chinês
Baidu, com 8,5 bilhões.
Entre os cinco principais serviços, o de maior
crescimento foi o da Microsoft (70%), que passou de
2,4 bilhões em dezembro de 2008 para 4,1 bilhões no
final de 2009. O total de pesquisas nos sites do
Google cresceu 58% no ano, de 55,6 bilhões para 87,8
bilhões.
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Decisão da Nokia
coloca empresas de GPS contra a parede
por Reuters, em
Amsterdã
A medida da Nokia de oferecer
navegação gratuita em seus smartphones pode soar
como a sentença de morte para a indústria de
navegação via satélite. Na quinta-feira (20), as
ações da produtora de aparelhos GPS TomTom, por
exemplo, desabavam mais de 15% em Amsterdã.
Ontem, a Nokia anunciou que vai oferecer direções de
navegação veicular e para pedestres em 74 países em
46 idiomas, numa tentativa de melhorar sua posição
contra o Google, que começou a oferecer navegação
gratuita nos celulares inteligentes Droid, da
Motorola, no mercado norte-americano em 2009.
Bob Child -17.mar.09/AP

Medida da Nokia pode soar como a sentença de morte
para a indústria de navegação GPS
A Nokia entra na disputa com o Google
para obter a maior base instalada de usuários de
navegação móvel, tentando dificultar a vida da
gigante das buscas na internet e outras fabricantes
de smartphones.
A medida é vista como um ponto de mudança definitiva
e deve ajudar a empresa finlandesa evitar uma queda
mais forte em sua fatia de mercado de smartphones.
O oferecimento de navegação livre em cerca de 20
milhões de smartphones deve afetar empresas no
mercado global de navegação, incluindo a TomTom e
Garmin.
A TomTom já perdeu 30% de seu valor depois do
anúncio do Google em outubro.
Analistas concluíram no ano passado, após a entrada
do Google no ramo de navegação, que é improvável que
a TomTom, Garmin e Nokia recebam de volta seus altos
investimentos em tecnologia de navegação. A Nokia e
a TomTom gastaram mais de US$ 12 bilhões na compra
de empresas de mapeamento digital Naviteq e Tele
Atlas.
A estratégia da Nokia pode gerar uma nova leva de
aquisições disparadas por concorrentes como Samsung,
RIM e Microsoft à medida em que consumidores passem
e a ver a navegação como um atributo padrão dos
smartphones.
A TomTom precisa apresentar um novo plano de
negócios rapidamente uma vez que 70% de suas vendas
são de PNDs (aparelhos de navegação pessoal). PNDs
podem desaparecer no futuro com mercado para
navegação evoluindo para item padrão em carros e
gratuita em celulares.
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Tecnologias para
portadores de necessidades especiais terão incentivo
por Redação do IDG
Now!
Linha de crédito da Finep terá R$ 10
milhões cedidos pelo Ministério da Ciência e
Tecnologia para financiar projetos que melhorem
qualidade de vida e facilitem o diagnóstico de
doenças.
O Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), por
intermédio da Financiadora de Estudos e Projetos -
Finep, anunciou nesta sexta-feira (22/1) a oferta de
recursos de R$ 10 milhões para projetos tecnológicos
voltados a pessoas portadoras de deficiência.
Segundo o edital, o dinheiro deverá ser aplicado no
desenvolvimento de tecnologias que tragam "melhoria
da qualidade de vida e da autonomia de pessoas com
deficiência", e que facilitem o "diagnóstico
precoce, tratamento, reabilitação e prevenção de
deficiências física, auditiva, visual, intelectual e
múltipla".
O executor do projeto deve ser uma instituição
científica e tecnológica pública ou privada sem fins
lucrativos, que pode ter outros parceiros e
financiadores. O prazo de execução não pode superar
24 meses. As propostas devem ser enviadas até 19 de
março.
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Confira os 10 rivais
mais fortes do Google
por Network World/EUA
Apple, Microsoft, IBM e outras:
conheça empresas que podem bater de frente com a
empresa de buscas em 2010.
A grande notícia da indústria de tecnologia na
década sem dúvidas foi o enorme crescimento da
Google. Mas o serviço de busca continuará dominando
a internet em 2010? Não se as empresas de internet
que listamos conseguirem evitar.
Até agora, os maiores aliados da Google foram da
mídia tradicional: jornais, revistas e canais de TV
que produzem conteúdo online são procurados pelo
portal, que vende publicidade online para elas. Mas
como seu portfólio cresceu e a Google tem mais de
150 produtos – incluindo versões grátis de
aplicativos populares – a Google atraiu diversos
outros competidores da indústria de tecnologia.
A rivalidade da Google com empresas de tecnologia
deve aumentar em 2010. Ela tem o site mais acessado
da internet e uma máquina de fazer dinheiro. No
quarto trimestre de 2009, sua receita totalizou 6,67
bilhões de dólares. Com grandes reservas de caixa, a
empresa tem dinheiro para comprar iniciativas
inovadoras para continuar dominando a Web. Aqui está
uma lista de 10 fabricantes de tecnologia que devem
ser os principais rivais da Google durante o ano de
2010:
1- Amazon
Com o objetivo de conseguir 22 bilhões de dólares ou
mais em vendas em 2010, a Amazon tem meios
financeiros de enfrentar a Google em e-books e
computação em nuvem. De fato, o CEO da empresa,
Jeffrey Bezos foi um grande aliado da Google, sendo
um dos primeiros investidores da empresa de busca,
em 1998.
E-Books
Analistas concordam que 2010 vai definir a batalha
dos e-books. Desde 2002 a Google escaneia milhões de
livros que não são mais impressos e incorpora-os ao
seu mecanismo de busca online. Os e-books da Google
ganharam destaque em 2009 quando a empresa ofereceu
500 mil gratuitamente para consumidores do Sony
Reader e do Barnes & Noble Nook. Em outubro passado,
a Google anunciou que abriria uma loja de e-books
chamada Google Editions, que permitirá aos
consumidores comprar e ler livros em qualquer
dispositivo com um navegador.
Com e-books, a Google está ameaçando a Amazon, que
lidera o mercado com o Kindle. O dispositivo é o
item mais vendido da loja da Amazon e oferece mais
de 360 mil livros digitalizados. A Amazon disse que
lançaria um aplicativo gratuito do Kindle para
usuários BlackBerry, que complementaria um programa
similar feito para usuários de PC.
Computação em nuvem
A outra grande área em que a Google vai desafiar a
Amazon é na computação em nuvem, um mercado que deve
crescer consideravelmente em 2010. Em abril de 2008,
a Google lançou o Google Apps Engine, que é uma
plataforma de computação em nuvem que permite a
desenvolvedores criarem seus próprios aplicativos
que rodam na infraestrutura da Google. Usuários
pagam pela quantidade de armazenamento e banda que
consomem. Em abril de 2009, a Google adicionou
recursos para fazer a plataforma mais atrativa para
empresas.
A Elastic Computing Cloud (EC2) da Amazon possui um
serviço pague-o-quanto-gastar e foi lançado em 2006,
sendo atualizado diversas vezes desde então. Em
dezembro de 2009, a Amazon adicionou ofertas de
segurança e armazenamento da Symantec. O uso do EC2
está em crescimento entre consumidores corporativos.
2- Apple
Em 2009, a Apple e a Google passaram de parceiros a
rivais nos setores de telefonia móvel e música
online. Com 36 bilhões em vendas e um trabalho de
engenharia lendário, a Apple está muito qualificada
para a batalha contra a Google nessas áreas e também
em termos de navegadores, onde o Google Chrome
compete com o Safari.
Smartphones
As notícias sobre uma guerra iminente da Google
contra a Apple vão girar em torno do mercado de
smartphones. Em julho, a Apple rejeitou o Google
Voice, aplicativo para o iPhone que permitiria aos
usuários compartilhar um único número em vários
celulares.
Em agosto, o Chief Executive Officer da Google, Eric
Schmidt, renunciou ao conselho da Apple, alegando
conflito de interesses. Já em outubro, a Google e a
Apple eliminaram todos os membros do conselho em
meio a uma investigação federal antitruste. Enquanto
isso, a plataforma móvel Android, da Google, ganhou
terreno contra o iPhone, com mais de um milhão de
unidades vendidas. O iPhone continuou como um dos
bestsellers da Apple em 2009, com mais de 20 milhões
de unidades vendidas nos dois últimos trimestres.
Música online
O mercado de música digital deve crescer em 2010,
com a Google e a Apple se destacando. Em outubro, a
Google lançou um serviço de buscas de músicas que
permite ao usuário visualizar previamente uma
canção. Os parceiros desse serviço incluem o Myspace
e o La La Media, um site de streaming de músicas que
foi comprado pela Apple em dezembro. Outro parceiro
de música da Google é o Pandora, um serviço de
streaming de música que está disponível para
telefones móveis que utilizam o sistema Android.
Serviços como o Pandora e La La Media estão
dispostos a combater o iTunes, da Apple, que se
tornou o vendedor de músicas mais famoso nos Estados
Unidos em 2009.
3- AT&T
A operadora de telefonia norte-americana AT&T é uma
rival política da Google – eles estão em lados
opostos do debate de neutralidade de rede – e também
no mercado de smartphones, no qual a AT&T é a
operadora exclusiva do iPhone nos Estados Unidos até
junho de 2010. Com mais de 123 bilhões de dólares em
vendas no último ano, a AT&T bate o Google e não tem
medo de combater a empresa, como suas reclamações
contra o Google Voice prestadas à Comissão Federal
de Comunicações norte-americana.
Smartphones
Em suas batalhas contra a Google, a AT&T vai
proteger toda a renda relacionada ao iPhone, que é
de cerca de mil dólares anuais por consumidor anual,
segundo analistas. Em 2009, a AT&T ativou 11,5
milhões de iPhones, produzindo uma receita de
pacotes de dados significante. É por isso que a
empresa está pedindo à Apple para estender o
contrato exclusivo por mais um ano. Enquanto isso, a
AT&T está revendo suas apostas e pode firmar
parceria com a Google em 2010.
4- Facebook
O Google está de olho no rápido crescimento do
Facebook – que já atraiu 350 milhões de usuários em
apenas seis anos – com preocupações. Por mais que as
finanças do Facebook não sejam disponibilizadas para
o público, analistas estimam que em 2009 a receita
da rede social vai bater 500 milhões de dólares,
grande parte por causa de um acordo com a Microsoft,
outra rival do Google.
Redes sociais
A rivalidade entre Google e Facebook é baseada na
questão de onde os usuários conseguirão as
informações no futuro: dos serviços de busca ou das
redes sociais? A Google está preocupada com
internautas usando redes sociais para informar e
fazer propaganda através do Facebook, MySpace,
LinkedIn e Twitter.
De fato, rumores sobre a Google comprando o Twitter
foram comuns este ano. A empresa também possui sua
própria rede social, o Orkut, que passou por
reformulação em dezembro. E também oferece o Google
Friend Connect, uma ferramenta para desenvolvedores
da web adicionarem conteúdo de redes sociais em seus
sites, em competição direta com o similar Facebook
Connect.
Enquanto isso, o Facebook desenvolveu relações com
diversos inimigos do Google, como Microsoft e Yahoo.
Em 2007, o Facebook vendeu 1,6% das ações para a
Microsoft, além de ter escolhido o Bing como
mecanismo de busca. A rede social também adicionou
recursos em 2009 como o Open Stream API, que permite
que desenvolvedores exportem dados do Facebook para
outros aplicativos.
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Cobrança por conteúdo
na web pelo NYT reforça discussão sobre modelos de
mídia
por Clayton Melo, do
IDG Now!
Ao anunciar política de acesso pago a
partir de 2011, jornal abre novo capítulo nos
debates sobre a sustentação financeira das empresas
jornalísticas.
Na semana passada, o The New York Times, um dos
maiores e mais prestigiados jornais do planeta, foi
assunto no mundo inteiro ao anunciar uma decisão
relacionada a um tema que tira o sono dos veículos
de comunicação: a cobrança do acesso jornalístico na
internet. Ao tocar no ponto central para as empresas
de mídia na era digital – a sustentação financeira
diante de uma nova realidade de mercado -, o jornal
americano joga mais lenha na fogueira num debate que
está longe de terminar.
Embora sem dar muitos detalhes, o NYT afirmou que
vai começar a cobrar pelo conteúdo de seu site a
partir de 2011. O modelo prevê que os internautas
poderão ler de graça uma determinada quantidade de
textos – a partir de um certo limite, que não foi
especificado, será necessário ser assinante para
consultar. O valor a ser pago também não está
definido. Os assinantes do jornal impresso terão
acesso livre ao site.
Não é a primeira vez que o NYT experimenta cobrar
pelo conteúdo. A outra ocasião foi entre 2005 e
2007, com um serviço chamado Times Select. O projeto
consistia na cobrança pelo acesso a editoriais e
colunas, com assinatura anual de 40,95 dólares. O
sistema foi deixado de lado porque, na época, o
jornal avaliou que poderia ganhar mais com o aumento
da audiência ao liberar o acesso, o que
proporcionaria um aumento da receita publicitária.
Novos rumos
Diante da medida de retomar o sistema pago, algumas
perguntas pairam no ar: os leitores aceitarão pagar
pelo conteúdo que estiver fechado? A verba
proveniente do acesso restrito será capaz de, no
conjunto das receitas, equilibrar ou compensar a
tendência de perdas com o faturamento obtido via
publicidade tradicional das versões impressas? Como
estabelecer uma política de cobrança por acesso sem
derrubar a audiência e, assim, afugentar os
anunciantes, que são fundamentais para a
sobrevivência dos veículos? Será mesmo o melhor
caminho a cobrança de conteúdo, tendo em vista que a
cultura de acesso livre predomina na internet?
Como se vê, são tempos de muitas dúvidas - e poucas
respostas. O caminho anunciado pelo NYT, no entanto,
indica uma tentativa que poderia ser classificada
como híbrida. Ao manter aberto o acesso a uma
determinada quantidade de textos, o jornal não quer
perder a audiência daqueles que chegam até ele por
mecanismos de busca ou que são leitores ocasionais.
E aposta que os leitores fiéis, aqueles que
apresentam uma relação mais profunda e constante com
o jornal, irão pagar a conta.
“Não sei se cobrar pura e simplesmente pelo conteúdo
é a melhor saída, pois há uma cultura de acesso
livre na internet”, afirma a professora da Escola de
Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo
Elisabeth Saad.
“Em todo caso, esse modelo anunciado pelo NYT pode
fazer algum sentido quando ele diz que manterá
aberto o acesso a uma certa quantidade de textos”,
afirma Elisabeth, que tem no estudo sobre os modelos
de mídia uma de suas especialidades.
Isso porque, segundo a análise de Elisabeth, dessa
maneira o jornal pode preservar um contingente
importante – o de pessoas acostumadas a uma leitura
rápida -, enquanto tentaria obter receitas dos
“leitores fiéis”. Trata-se, no entanto, de uma
aposta de risco. “Há uma grande questão aí: como
cobrar daquele que em tese estaria disposto a
pagar?”, diz.
“Desconfio desses modelos que estipulam uma
assinatura, seja conforme a quantidade acessada ou
algo do tipo. A verdade é que não consigo ver um
modelo pronto no mercado. Não vejo no mundo hoje
exemplos acabados sobre política de geração de
receitas a partir do conteúdo”.
Alternativas
Sobre as propostas geralmente discutidas por
veículos e especialistas em mídia, como o
micropagamento (sistema em que se paga de forma
avulsa pelo acesso a um determinado artigo) ou
jornalismo patrocinado (veículos mantidos por um
mecenas, como fundações bancadas por empresários),
Elisabeth vê o crescimento desse segundo grupo.
Nestes casos, o alvo costuma ser o jornalismo de
nicho. Um exemplo, conforme relatou em post em seu
blog, Elisabeth cita o ProPublica.org, uma redação
sem fins lucrativos que recebe apoio financeiro da
organização privada Sandler Foundation, mantida por
um casal americano de mecenas. O ProPublica busca o
jornalismo investigativo. “Esse sistema baseado em
mecenato torna-se mais comum nos EUA”, diz.
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Dilma Rousseff diz
que profissão de TI deve ser regulamentada
por Daniela Braun,
para a Computerworld
A ministra e o presidente Lula
receberam do presidente do Sindpd, Antonio Neto,
projeto que regulamenta profissão de Analista de
Sistemas.
A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff,
defendeu hoje que a profissão de analista de
sistemas seja regulamentada. “Considero
importantíssimo que a profissão, que é diferenciada
e tem características específicas, deva ser
regulamentada. O presidente determinou que
fizéssemos um estudo específico para isso.”
A declaração foi feita nesta sexta-feira (22/1),
durante a inauguração da nova sede própria do
Sindicato dos Trabalhadores em Processamento de
Dados e Tecnologia da Informação do Estado de São
Paulo (Sindpd).
Durante a cerimônia, o Presidente da República Luiz
Inácio Lula da Silva recebeu das mãos do presidente
do Sindpd, Antonio Neto, cópia do projeto de lei do
Senado PLS 607/07, de autoria do senador Expedito
Junior (PR-RO), que regulamenta o exercício da
profissão de Analista de Sistemas.
“Precisamos de um Conselho Federal de Tecnologia da
Informação, e sua criação deve ser uma prerrogativa
do Executivo”, disse Neto. Segundo estimativa do
sindicato, há cerca de 600 mil profissionais de
tecnologia no país.
Demanda antiga
A regulamentação da profissão tem sido uma demanda
do setor há mais de 30 anos, que é o tempo decorrido
desde a apresentação do primeiro projeto de lei
ligado ao tema, o PL 1205/79, e tem sido uma demanda
do sindicato desde sua fundação, em agosto de 1984.
O Sindpd tem hoje 30 mil associados, em 10
regionais, entre os 80 mil profissionais do setor,
em todo o Estado.
O mesmo pedido regulamenta a profissão de Técnico de
Informática e outros cargos correlacionados, bem
como cria um Conselho Federal de Informática e
conselhos regionais nos Estados.
Depois de muita discussão e uma dúzia de projetos, o
PLS 607/07 foi aprovado em 19/1/2009 pela Comissão
de Justiça e Cidadania do Senado, e seguiu para
análise da Comissão de Assuntos Sociais. No entanto,
conforme alerta o assessor da presidência do Sindpd,
Alessandro Rodrigues, há grande risco de o projeto
ser vetado, já que a criação de contribuições
financeiras de interesse de categorias profissionais
compete somente à União, de acordo com o artigo 149
da Constituição brasileira. Por conta disso, o
projeto foi entregue ao presidente, para que o
encaminhe ao Congresso.
A nova sede do Sindpd, localizada em um edifício de
3.700 metros quadrados próximo ao centro da cidade
de São Paulo, já foi usado pelo Partido dos
Trabalhadores (PT) para a campanha do presidente
Lula em 2006. No local serão oferecidos cursos de
aprimoramento profissional - incluindo diferentes
linguagens de programação de rede -, além de
atendimento jurídico, social, médico, esportivo e de
lazer, informa o sindicato.
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Acampamento digital
reúne nerds em São Paulo; conheça as atrações
por UOL Tecnologia
Começa nesta segunda (25) ao meio-dia
o maior acampamento geek brasileiro, a Campus Party
2010. Voltado para os amantes de tecnologia, o
evento terá cerca de 6 mil pessoas no Centro de
Exposições Imigrantes, em São Paulo (capital), que
compraram ingressos para ter acesso à internet
ultraveloz e oficinas especiais. Parte deles ficará
acampada no próprio local até o final da Campus
Party, no domingo (31).
Os ingressos se esgotaram na última quinta-feira,
mas se você quer participar, ainda é possível. Há
uma área chamada Expo e Lazer que é de acesso livre
e teve, na edição passada, 118 mil visitantes.
Entre as atrações gratuitas, está o Campus Futuro,
local onde é possível conhecer novas tecnologias
vindas de todo o mundo. Uma delas é o Robot Probo,
espécie de “bichinho imaginário” capaz de entender
gestos e expressões faciais e está sendo utilizado
em hospitais para entreter crianças em tratamento.
Outra delas é o SoundWalk, tecnologia que permite
que o público interaja com o ambiente para produzir
música.
Fãs do Wii, que possui um controle que acompanha os
movimentos do corpo do jogador, vão virar
verdadeiros grafiteiros com o WiiSpray, além de
poderem conhecer o Flick Flock, uma instalação
artística com som e imagens em 3D guiada pelo corpo
do visitante.
Para amantes do rock’n roll, a Campus Party traz
neste ano o game HeadBang Hero. O competidor veste
uma peruca bem cabeluda com sensores especiais que
captam o chacoalhar da cabeça, tal qual um metaleiro.
Outra tecnologia que chamará a atenção do visitante
é o Emotiv Epoc. Este software faz com que as
próprias ondas cerebrais do usuário sejam captadas
por uma espécie de capacete, que interpreta as
informações e as transmite para um personagem no
mundo virtual.
Além destas atividades, o Instituto Campus Party
realizará o Batismo Digital, para pessoas que
tiveram pouco ou nenhum contato com computadores em
suas vidas. Monitores irão auxiliá-los na interação
com os equipamentos e as inscrições são feitas no
próprio local.
Acampamento digital
Este é um dos eventos mais esperados no ano por quem
gosta e acompanha tecnologia. Só no Orkut existem 80
comunidades sobre a Campus Party e, no Twitter, o
perfil oficial tem 3.864 seguidores. Caravanas irão
trazer os “campuseiros” (como são chamados os
participantes) de várias regiões do país. Pessoas de
outros Estados chegam a representar cerca de 41,56%
do total de visitantes.
Em sua terceira edição, a Campus Party trará
palestrantes que são destaque no universo
tecnológico, como Kevin Mitnick, ex-hacker e
atualmente especialista em segurança; Marcos
Figueiredo, cientista há 17 anos no Centro de
Pesquisas Espaciais da NASA; e Lawrence Lessig, um
dos fundadores do Creative Commons.
Além das palestras, competições prometem “esquentar”
a Campus Party. Uma delas é o concurso de modding,
técnica de modificação de gabinetes de computadores,
que já ganhou status de arte no mundo geek. Um dos
favoritos nesta categoria é Maciel Barreto, 34 anos,
morador da pequena Itajuípe (Bahia) e ganhador na
edição 2009.
Outro torneio tradicional durante a Campus Party é o
de overclock, técnica para fazer componentes do PC
rodarem numa capacidade acima da especificada pelo
fabricante. Em outras palavras, seria como
"turbinar" o computador para atingir um desempenho
ímpar. Alexandre Nuccini, coordenador da área de
Modding, e Ronaldo Buassali, que representou do
Brasil na final do Master Overclocking Arena (MOA),
na China, vão tentar quebrar o recorde mundial de
overclock.
A programação completa pode ser vista no site da
Campus Party.
Serviço
Campus Party Brasil 2010
Data: De 25 a 31/01/2010
Horário: Das 10h às 22h (para visitantes; "campuseiros"
poderão entrar a partir das 12h de 25 de janeiro)
Preço: Grátis para visitantes para área Expo e
Lazer; ingressos para Arena dos Campuseiros estão
esgotados
Local: Centro de Exposições Imigrantes (Rodovia dos
Imigrantes, km 1,5 - São Paulo - SP)
Informações no site oficial ou pelo e-mail.
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Governo da China
rejeita envolvimento em ataques cibernéticos ao
Google
por Efe, em Pequim
O governo da China negou de novo
nesta segunda-feira (25) seu envolvimento nos
ciberataques ao portal Google, e defendeu a censura
na internet como necessária para controlar conteúdos
prejudiciais, após denunciar o que considera
envolvimento do Departamento de Estado americano no
assunto, disse um porta-voz do Ministério de
Indústria e Tecnologia em declarações à agência
oficial "Xinhua".
"A política da China sobre segurança na internet é
transparente e firme", afirmou a mesma fonte, após
assinalar que isso é uma preocupação mundial que
requer esforços internacionais coordenados.
O Ministério se pronunciou sobre a crise suscitada
pelos cibertataques a contas do Google na China,
quase duas semanas depois que a empresa disse que
poderia sair do gigante asiático devido à censura e
aos ciberataques contra seus serviços.
"A China é o país que sofre a maior quantidade de
ataques cibernéticos e enfrenta há muito tempo
ameaças e envio de vírus", disse o porta-voz do
Ministério.
Segundo fontes oficiais chinesas, mais de um milhão
de endereços de protocolos de internet (IP) estão
sob controle estrangeiro e o número de sites de
internet atacados superou os 42 mil em 2008, o que
representa aumento de 148% naquele ano, disse a
Sociedade da internet da China.
A agência oficial "Xinhua" reiterou que Washington
está por trás da polêmica levantada no caso Google.
"Desde seu jantar com os executivos do Google antes
do discurso sobre a liberdade na internet na
quinta-feira passada, pode ver-se facilmente a
Secretária de Estado, Hillary Clinton, no processo",
disse a fonte oficial.
"Nesse discurso, Hillary lamentou as crescentes
tentativas de Pequim de controlar o que seus 384
milhões de usuários podem ver", acrescentou a "Xinhua".
"Pedimos aos EUA que respeite os fatos e deixe de
utilizar a chamada liberdade de internet para
criticar a China sem razão", tinha destacado por sua
parte o porta-voz do Ministério de Assuntos
Exteriores da China, Ma Zhaoxu.
Segundo o porta-voz, não identificado, do Ministério
de Indústria e Tecnologia, a China tem direito de
regular os conteúdos prejudiciais da rede, o que não
tem a ver com "as chamadas restrições à liberdade na
internet, já que cada país tem diferentes condições
e realidades".
A mesma fonte deixou claro que embora Pequim esteja
disposta a tratar da situação na internet com outros
países, "se opõe a qualquer desafio às leis
chinesas" ou intromissão em seus assuntos internos
"sob o pretexto da gestão de internet".
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Parabéns, Macintosh,
por seus 26 anos de existência!
por Halex Pereira
Há exatos 26 anos Steve Jobs
apresentou ao mundo um dos primeiros computadores
pessoais fáceis de usar e dotados de uma GUI, o
Macintosh 128K. Anunciado amplamente em janeiro de
1984 em um comercial histórico no intervalo do Super
Bowl, este pequeno computador marcou a popularização
do mouse como acessório fundamental para interagir
com estas máquinas e tornou possível que pessoas
leigas tivessem acesso à computação.

Nada melhor que um pouco de
nostalgia, numa hora dessas, não? Aqui vão umas
leituras sugeridas para matar a saudade e/ou
conhecer um pouco mais da plataforma computacional
mais popular da Maçã:
- O que os críticos disseram do
primeiro Macintosh, em 1984?
- Mouses da Apple, ontem e hoje
- 1984 não será como 1984:
o making of
- Realidade alternativa do Apple.com
antes da invenção da internet
- Aniversário do ano passado
No momento estamos às vésperas do
nascimento de mais um membro na linha de produtos da
Apple, mas tenho certeza de que jamais esqueceremos
o primeiro computador “for the rest of us”.
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Governo federal cria
regras para liberação de software público
por Redação da
Computerworld
Nova norma deve ser publicada no
primeiro semestre de 2010, após receber opiniões da
sociedade.
Dividir o HD em várias partições melhora seu
desempenho?
Duas maneiras simples de remover o fundo de foto
A Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação
(SLTI) do Ministério do Planejamento está criando
instrução normativa que definirá as regras para a
liberação de soluções, sejam elas públicas ou
privadas, no Portal do Software Público Brasileiro (
www.softwarepublico.gov.br). A nova regra deve ser
publicada no primeiro semestre de 2010, após
processo de consulta pública.
Segundo o titular da SLTI, Rogério Santanna, o
software público hoje é um projeto consolidado e a
sua normatização vai qualificar ainda mais a
iniciativa. “Num primeiro momento vamos fazer uma
discussão com as áreas de informática do governo e
depois faremos uma consulta pública aberta à
participação de toda sociedade", informou o
secretário.
No último dia 16 de dezembro, ele participou em
Brasília da reunião de criação da Comissão de
Coordenação do Sistema de Administração dos Recursos
de Informação e Informática (SISP). Essa é outra
iniciativa do Ministério do Planejamento voltada à
qualificação da tecnologia da informação no governo.
Criada por meio da Portaria n° 13 de 24 de novembro
de 2009, o grupo é integrado pelos responsáveis
pelas áreas de informática do governo federal.
Na abertura da reunião de criação da comissão de
coordenação do SISP, Santanna anunciou a criação de
uma instrução normativa exclusiva para a experiência
do Software Público Brasileiro, que no início de
janeiro teve sua agenda confirmada.
Para a diretora de integração de sistemas de
informação, Nazaré Bretas, a norma dedicada ao
software público vai fortalecer o SISP, pois será
possível criar, adaptar e liberar soluções que
melhorem a gestão de TI no governo, aumentando a
capacidade de governança do setor público federal.
A agenda prevista para a construção da instrução
normativa do Software Público Brasileiro vai contar
com a discussão sobre a Licença Pública de Marca e a
intenção é lançar a primeira versão da regra no mês
de junho próximo.
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Microsoft admite
saber de falha no Internet Explorer desde agosto
por Gregg Keizer -
Computerworld/EUA
Empresa solta patch com correção de
falha usada para invadir sistemas do Google e admite
ter sido alertada do erro por empresa israelense.
Assim que lançou a correção para a vulnerabilidade
no browser Internet Explorer, usada na invasão da
rede do Google, na quinta-feira (21/1), a Microsoft
reconheceu que já sabia do erro desde agosto de
2009, quando uma empresa de segurança israelense
alertou a companhia.
“Como parte da investigação, também determinamos que
a vulnerabilidade é a mesma alertada e confirmada em
setembro”, disse o gerente de programação da
Microsoft, Jerry Bryant.
O boletim MS10-002, que acompanha a correção do IE,
credita à BugSec Security a informação da existência
do bug que causou um escândalo com a acusação do
Google de ter sido vítima de crackers chineses.
O especialista em segurança da BugSec, Eyal Gruner,
disse que a vulnerabilidade foi relatada à Microsoft
no dia 26 de agosto, não em setembro. E ele criticou
a Microsoft por ter demorado tanto para soltar a
atualização. “Eu acho que sim, demorou demais”,
disse. “Mas a Microsoft é uma grande organização e
não sabemos quanto tempo isso demora para eles.
Perguntamos o motivo da demora, e eles disseram que
estavam testando o que tinham que testar.”
Além da vulnerabilidade usada para atacar o Google,
a Microsoft também corrigiu outros sete erros na
atualização do Internet Explorer. Das oito falhas,
sete são consideradas críticas pela empresa.
“A atualização de fevereiro do IE foi adiantada, na
verdade”, disse o diretor de operações de segurança
da nCircle, Andrew Storms, se referindo à Microsoft
ter admitido que esse patch estava previsto
anteriormente para 9 de fevereiro.
A atualização de segurança do IE pode ser baixada e
instalada pelos serviços Microsoft Update e Windows
Update, assim como pelo Windows Server Update
Service.
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Reclamações sobre
segurança na Web no Brasil saltam 61% em 2009
por Reuters - Georgia
Jordan
SÃO PAULO (Reuters) - O número de
notificações de incidentes de segurança feitas por
internautas brasileiros em 2009 disparou 61 por
cento em relação às reclamações registradas no ano
anterior, apontou relatório divulgado nesta
terça-feira pelo Centro de Estudos, Resposta e
Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil (CERT.br).
Foram registrados 358.343 incidentes pelo centro de
estudos, ante 222.528 reclamações recebidas em 2008,
com base em relatos enviados espontaneamente por
administradores de redes e usuários.
O principal problema apontado são tentativas de
fraudes, respondendo por cerca de 70 por cento dos
casos. O número de tentativas de fraude reportadas
foi de 250.362, correspondendo a um crescimento de
79 por cento em relação ao ano anterior.
De acordo com a analista de Segurança do CERT.br,
Cristine Hoepers, o aumento das tentativas de
fraudes está relacionado ao crescimento das
notificações de eventuais quebras de direitos
autorais, por meio da distribuição de material em
redes "peer-to-peer" (P2P).
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Pacote que corrige 11
falhas do RealPlayer é recomendado pela CERT
por IDG News Service/San
Francisco
O grupo de resposta a situações de
emergência em computação (CERT, na sigla em inglês)
dos EUA aconselhou nesta sexta-feira (22/1) que os
usuários do RealPlayer baixem e apliquem uma nova
atualização de segurança para o tocador de mídia.
A atualização, que foi publicada no começo desta
semana, corrige 11 vulnerabilidades do RealPlayer, e
pode ser aplicada nas versões do produto para
Windows, Mac e Linux.
Embora o CERT tenha avaliado a correção como
importante, a RealNetworks declarou, em seu aviso,
que não recebeu "relatos de qualquer máquina que
tenha sido invadida como resultado das
vulnerabilidades que acabam de ser corrigidas".
Apesar de o RealPlayer ter perdido recentemente
fatias de mercado para concorrentes como o Windows
Media Player e o iTunes, ele ainda é largamente
usado e já foi explorado em ciberataques.
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Tuiteiros famosos
revelam dificuldades no microblog
por RAFAEL CAPANEMA
da Folha de S.Paulo
"Eu sou burronauta assumidésima, mas
adoro essas coisas todas", conta Fafá de Belém,
recém-convertida ao Twitter (twitter.com/fafadbelem).
Um dos seus primeiros tuítes foi "Qual é a diferença
entre retwitter e reply?", direcionado à filha, a
também cantora Mariana Belém (twitter.com/marianabelem).
Entusiasta do Twitter, Mariana é a encarregada de
ajudar a mãe a domar a novidade tecnológica.
Fafá de Belém, que aderiu ao Twitter, durante show
em SP; famosos revelam as dificuldades enfrentadas
com serviço
Fafá conta que, em um de seus "arroubos de
sinceridade" no Twitter, foi alertada pela filha de
que o comentário pudesse ser mal interpretado pelos
fãs. Se apagou a mensagem depois? "Não sei como
apaga", responde, para depois dar sua célebre
gargalhada.
A cantora ainda não sabe usar o Twitter no
computador, só em seu celular BlackBerry. "Isso é
uma coisa horrível. Eu estava na França e um amigo
meu mandou uma mensagem para mim. Eu tentei, apertei
um negócio, abri a página dele, não sabia se estava
invadindo o espaço dele. Cliquei num negócio, num
outro lugar, e apaguei tudo", conta.
No Twitter, Fafá costuma compartilhar informações
sobre trânsito e aeroportos.
Outra celebridade que aderiu ao serviço de microblog
recentemente é o publicitário Nizan Guanaes (twitter.com/nizanguanaes).
Ele também costuma tuitar apenas por meio de seu
BlackBerry e às vezes se confunde, enviando
mensagens para si próprio. "Mandei um twitter pra
mim mesmo", postou em 18 de dezembro.
No mesmo dia, seu filho mostrou a ele um celular
otimizado para o Twitter, com o sistema móvel do
Google, o Android. "Mas não adianta o celular ser
Android se o tuiteiro como eu é debiloid", escreveu.
O apresentador Otávio Mesquita (twitter.com/otaviomesquita)
já é um tuiteiro mais experimente, mas teve
dificuldades no início.
"Virei repórter sem querer, só fazia merda. Não
sabia falar direito, não sabia entrevistar, não
sabia falar no microfone. No Twitter foi a mesma
coisa, não tinha ideia do que era e comecei a tuitar
de uma maneira muito pessoal, achando que estava
falando com meu amigo da esquina e dizendo: "Ô,
cara, tô com dor de barriga'", afirmou em entrevista
à Folha, em outubro do ano passado.
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