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  NOTÍCIAS (Blog)

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   Última atualização: 04/06/10

Positivo encerra 2009 com 1,8 milhão de PCs vendidos

por Redação da Computerworld

 

Número recorde é 10% superior ao alcançado em 2008 e receita líquida do 4.º trimestre crsceu 19,5% em relação ao ano anterior. Dados são preliminares.
A fabricante brasileira de computadores Positivo encerrou 2009 com o recorde histórico de 1,78 milhão de computadores vendidos, o que representa um crescimento de 10% em relação a 2008, quando a empresa comercializou 1,6 milhão de PCs. No 4.º trimestre, a Positivo informa ter vendido 484,4 mil PCs, 18% a mais que no mesmo período do ano passado. Os dados são preliminares e ainda não foram auditados.
Em termos financeiros, a empresa afirma ter tido receita bruta de 702 milhões de reais no 4.º trimestre de 2009, valor 20% maior que o do mesmo trimestre de 2008, que foi de 585,3 milhões. Já a receita bruta do ano de 2009 foi de 2,5 bilhões de reais, 12,8% maior que a de 2008, de 2,2 bilhões.
A receita líquida da empresa atingiu 614,5 milhões de reais no 4.º trimestre, um crescimento de 19,5% em relação a 2008. No ano, a receita líquida foi de 2,18 bilhões em 2009, 12,5% a mais que em 2008 (1,9 bilhão).
Notebooks crescem
Os números divulgados apontam ainda que a participação dos notebooks no total vendido apresentou novo recorde, segundo a Positivo. Os portáteis responderam por 43,7% do volume de computadores no 4.º trimestre - no mesmo período de 2008, essa participação foi de 35%. Em 2009, foram vendidos 714,2 mil notebooks, um crescimento de 50,2% em relação ao ano passado.
Principal canal de vendas da Positivo, o varejo aumentou sua participação no 4.º trimestre de 2009, passando para 88,9%, ante 75,2% do mesmo período de 2008. As vendas para o governo diminuíram, de 16,8% do total para 7,7%. As vendas corporativas também tiveram queda - sua fatia, que era de 8% em 2008, passou a 3,4% em 2009. Segundo a empresa, a compra da marca Kennex, em 21/12, complementa sua estratégia de crescimento no varejo.
Os resultados auditados do 4.º trimestre de 2009 serão divulgados em 10/3, após o fechamento do mercado.

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A morte do tradicional departamento de TI

por Thiago França - i-Masters

 

De tempos em tempos, algum guru da área anuncia a "morte da TI". Tem sido assim há muitos anos. No entanto, mesmo com a queda nos orçamentos de tecnologia da informação em 2009 e o encolhimento do mercado fornecedor, os departamentos continuarão existindo. Certamente haverá mudanças em especializações técnicas e atribuições de gestores, mas esses profissionais ainda permanecerão no topo da hierarquia corporativa por muito tempo.
A disponibilidade de serviços gratuitos, atrelada à convergência entre tecnologias voltadas a usuários finais e empresas e à demanda excessiva pela terceirização de baixo custo indica que, realmente, o modelo tecnológico ao qual estávamos acostumados há dez anos não existe mais. Porém, levanta também a questão: Como será a configuração dos departamentos de TI e o papel de seus líderes?
A resposta exata à pergunta eu não sei dizer (ainda), mas garanto que já temos acesso a algumas pistas que indicam a direção para a qual os gestores de tecnologia devem se voltar. Entre elas, estão algumas mudanças recentes nos modelos de gestão da TI e que devem ser avaliados por todos que almejam uma carreira de longo prazo na área.
O departamento de TI encontra-se em uma encruzilhada. Grandes funções que até pouco tempo atrás eram consideradas estratégicas, como suporte aos usuários por exemplo, atualmente são vistas como commodities. E isso não é uma tragédia para os CIOs, já que simplesmente significa que todo o tempo e energia designados a determinadas tarefas podem ser poupados, já que um prestador de serviços pode fazer o mesmo com mais eficiência e menos custos.
Simultaneamente, outros segmentos da TI estão passando a ser vistos como tão estratégicos que determinam o sucesso ou não de muitas empresas. Entre eles estão, principalmente, as iniciativas de virtualização e projetos voltados às comunicações unificadas. De forma mais abrangente, é possível afirmar que atualmente os departamentos de tecnologia são mais capazes de transformar organizações e gerar vantagens competitivas do que nunca.
Exemplo desse novo modelo de negócios apoiado na TI, a companhia aérea JetBlue (cuja subsidiária no Brasil é a Azul Linhas Aéreas) atingiu resultados espetaculares em um mercado tão competitivo quanto o norte-americano, graças à adoção de uma infraestrutura tecnológica com o dever de ser 100% eficiente . O que mostra que, ao mesmo tempo em que algumas organizações estão "commoditizando" a TI, outras estão apostando nela para ganhar mercado.
O desafio de analisar dados em tempo real e utilizá-los para criar oportunidades é uma das principais dores de cabeça dos CIOs atualmente.
No ambiente corporativo, essa demanda está aparecendo de maneira cada vez mais latente, sem que os gestores de TI saibam como lidar com a questão de assegurar o tráfego de dados, com a segurança das informações e com a integração dos dispositivos móveis aos sistemas de gestão. Agora, que comecem as apostas para saber se a solução virá de uma fórmula commoditizada ou desenvolvida estratégica e exclusivamente para cada companhia.

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Banda larga popular da Telefônica é mais veloz que a da Net

por Carmen Munari

 

SÃO PAULO (Reuters) - A Telefônica, por meio de sua subsidiária aJato, assinou nesta sexta-feira a adesão ao Programa Banda Larga Popular do governo de São Paulo, três meses e meio depois do lançamento do projeto.
O plano da Telefônica dentro do programa tem velocidade de 256 kilobits por segundo (kbps), acima dos 200 kbps do oferecido desde o final de dezembro pela Net. Ambos têm mensalidade de 29,80 reais e incluem modem, instalação e provedor de Internet.
O Banda Larga Popular foi lançado em outubro passado por meio de um decreto do governo de São Paulo isentando o ICMS de 25 por cento sobre o serviço de Internet no âmbito do programa, que tem como objetivo universalizar o acesso à Web no Estado.
A Telefônica oferecerá o serviço por meio de duas tecnologias: cabos coaxiais e tecnologia sem fio Wimesh.
O serviço estará disponível inicialmente na cidade de São Paulo e algumas localidades do ABC paulista, e será ampliado ao longo deste ano para cidades do interior do Estado.
A Telefônica se apresentou como parceira do governo no lançamento do Programa Banda Larga Popular, mas foi a Net quem primeiro disponibilizou o produto com as características previstas no decreto paulista.
O atraso na adesão da Telefônica ao programa derivou, segundo informou o secretário da Fazenda paulista, Mauro Ricardo Costa, do entendimento, pela empresa, de que poderia oferecer o serviço apenas para quem já fosse seu cliente. O governo não permitia essa limitação.
Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam 2,5 milhões de residências no Estado de São Paulo como potenciais alvos da banda larga popular. Desse total, cerca de 1,8 milhão de casas possuem conexão discada e as demais têm computador sem Internet.
"Nosso objetivo é baixar o custo e estender a banda larga ao maior número de pessoas", disse o secretário de Gestão Pública do Estado de São Paulo, Sidney Beraldo.

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Weave para Firefox: uma extensão para facilitar backup e sincronização de informações

por Silvio Sousa Cabral

 

A Mozilla anunciou hoje a disponibilidade do Weave para Firefox, uma extensão que serve como acesso preliminar a um recurso que, no futuro, será integrado nativamente ao seu navegador. Com ela, é possível fazer backup e sincronização das suas informações de navegação (senhas, favoritos, histórico, etc.) para os servidores da empresa, onde elas são mantidas de forma criptografada e podem ser transferidas para qualquer computador no qual você use o Firefox.

Para tirar proveito do serviço, basta instalar esta extensão nas máquinas que deseja manter sincronizadas e criar uma conta no serviço online da Mozilla — ou registrar o armazenamento de dados no seu próprio servidor, caso não queira confiar nela para nada durante o uso do Weave. Quando fizer isso, todas as informações de navegação adicionadas ao seu histórico, favoritos, gerenciador de senhas e até nos campos de formulários dos sites que visita serão sincronizadas em todos os seus computadores, permitindo que estejam sempre ao seu alcance.

Um aspecto interessante do Weave é o seu funcionamento com a edição móvel do Firefox, que atualmente está disponível apenas para o Nokia N900 — mas irá para o Android ainda este ano. Um usuário do Firefox nesse aparelho pode usar essa extensão como no desktop, ou seja, é perfeitamente possível navegar pelos seus sites favoritos enquanto estiver na rua, caso você precise.

O Weave Sync é compatível com a última versão do Firefox (3.6) e pode ser obtido no site da Mozilla. Eu venho testando esse novo produto desde os seus primeiros dias, e hoje posso dizer que ele é indispensável para quem usa o navegador em mais de um computador.

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Quantidade de pixels da foto não define o tamanho do arquivo gerado

por Dave Johnson, da PC World/EUA

 

Tire suas dúvidas quanto a resolução, tamanho horizontal, vertical e densidade dos pixels de uma fotografia digital.
Se existe algo que confunde muita gente quando o assunto é fotografia digital é relação - se é que existe alguma - entre resolução usada pela câmera fotográfica e o tamanho do arquivo que é gerado.
Muitas vezes, fotos que possuem as mesmas dimensões (por exemplo 11,5 centímetros por 15 cm) apresentam tamanho do arquivos completamente diferentes (em Kilobytes ou Megabytes).
Em primeiro lugar é preciso entender como as câmeras digitais compõem as fotos. Essas câmeras são classificadas pela sensibilidade do seu processador, ou seja, por megapixels ou quantos milhões de pixels ele é capaz de registrar para formar uma foto.
Uma máquina de 10 megapixels, por exemplo, tira fotos com 10 milhões de pixels. Se abrir uma imagem registrada por ela em um programa de edição de imagens como o Photoshop, e verificar as dimensões vera algo como 5.000 por 2.000 (altura e largura, mas não necessariamente nessa ordem). Multiplicando esse dois números obtém-se a resolução: 10 milhões de pixels.
Mas veja bem: esses números não têm qualquer relação como o tamanho do arquivo em bytes. Uma foto com resolução de 10 megapixels pode gerar um arquivo de 8 MB (megabytes) ou mesmo 4 MB de tamanho.

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Brasil recebe a versão 3.0 das licenças Creative Commons

por Redação do IDG Now!

 

Anúncio foi feito nesta sexta-feira (29/1) pelo criador do sistema, o advogado Lawrence Lessig, durante a Campus Party 2010.
As licenças Creative Commons 3.0 já podem ser utilizadas no Brasil. A versão brasileira das normas que dão flexibilidade aos direitos de autor foi anunciada na tarde desta sexta-feira (29/1), durante a Campus Party 2010, pelo advogado e professor Lawrence Lessig, criador do sistema.
O Creative Commons é uma coleção de textos jurídicos que permitem o licenciamento de obras criativas de modo alternativo ao modelo predominante, onde todos os direitos são reservados. No CC, as licenças permitem a criação de obras sobre obras, como um remix musical, por exemplo.
As licenças oferecem gradações no domínio da obra pelo autor, que pode decidir sobre permissões de cópia, modificações por terceiros, atribuição de autoria e restrições ao uso comercial.
O processo de adequação da versão 3.0 às leis brasileiras começou em 2006 e foi conduzido pelo Centro de Tecnologia e Sociedade da Fundação Getúlio Vargas, sob a direção do advogado Ronaldo Lemos.
Liderança
Nesta sexta-feira, durante o anúncio, Lessig enalteceu os esforços do governo brasileiro para reformar sua legislação de direitos autorais e apontou o país como líder entre os países que vêm reformando legislações sobre copyright.
De acordo com o anúncio, as principais mudanças referem-se ao processo de tradução e de internacionalização das licenças, em temas como direitos morais e gestão coletiva de direitos. O Creative Commons (CC) afirma que não há urgência na aplicação da versão 3.0 às obras que já foram licenciadas com a versão 2.5 do documento.
Com a versão 3.0, as seis licenças CC passam a ser traduzidas a partir de um conjunto genérico de licenças, e não mais a partir das licenças americanas. As ambiguidades de interpretação também foram reduzidas, e as cláusulas relativas a direitos morais tornaram-se mais claras. Além disso, a licença Atribuição-Compartilhamento ganhou uma cláusula de "licença compatível", para facilitar conversões a licenças semelhantes.
A íntegra das licenças Creative Commons 3.0 pode ser consultada no site da organização.

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Google lança utilitário para upload de mensagens do Mail para o Apps

por Silvio Sousa Cabral

 

Se você é um atual usuário do Google Apps e não conseguiu organizar todas as suas mensagens antigas de outras contas — que talvez ainda residam em um aplicativo como o Mail ou o Thunderbird —, a gigante de buscas anunciou hoje um utilitário dedicado a enviar os arquivos delas para o seu próprio serviço online. Com ele, é possível coletar todas as mensagens espalhadas pelo seu computador e enviá-las para o seu próprio cliente de email, sem exigir muito trabalho.

Caso as suas contas de email antigas ainda estejam registradas em aplicativos como o Mail, o Thunderbird e até mesmo o Eudora, o novo aplicativo do Google irá reconhecê-las automaticamente para você, oferecendo a possibilidade de selecionar quais caixas de correio deseja enviar para o Apps — sem limites de envio, é bom lembrar. Além disso, você pode adicionar qualquer arquivo de caixa de correio que esteja em outro local do seu HD, caso você armazene seus emails fora da hierarquia de pastas dos aplicativos.

O uploader criado pelo Google automaticamente determina o tempo que a operação de envio vai durar, permitindo que você aplique ações às mensagens enviadas para o Apps quando tudo for encerrado — incluindo marcadores especiais para elas. A única limitação dele no momento é falta de suporte aos emails @gmail.com, sendo restrito ao Google Apps por causa das suas APIs específicas para desenvolvedores.

De qualquer forma, certamente ele será bastante útil para muita gente com contas no Google Apps, então recomendo que esses usuários confiram o novo aplicativo da gigante de buscas. Ele requer o Mac OS X 10.4 ou superior e pode ser obtido gratuitamente aqui.

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Pela primeira vez em muito tempo, Apple pode estar à frente da concorrência no quesito “preço”

por Halex Pereira

 

Mas não abriu mão de seu modelo de amplos lucros. Enquanto os rumores diziam apenas “menos de US$1.000″ (o código para US$999), tudo ia bem. Contudo, ao revelar o preço do iPad, Steve Jobs provocou um verdadeiro distúrbio na força: o custo do modelo mais básico é quase a metade do que muitos esperavam.
De acordo com uma análise de custos que a Computerworld levantou junto à BroadPoint AmTech, o iPad Wi-Fi de 16GB custa apenas US$280,50 para a Apple fabricar — o que significa que cada modelo básico rende US$208,50 em lucro, se não levarmos em conta custos com embalagem, marketing, transporte, garantia e P&D (pesquisa e desenvolvimento). O componente mais caro é a tele LCD de 9,7″ sensível ao toque, que custa US$100, enquanto a carcaça de alumínio e os 16GB de NAND flash custam US$25 cada. O chip A4, desenvolvido pela Apple, sairia por apenas US$15.
Outros modelos de iPad dão uma margem de lucro mais folgadas ainda: o modelo de 16GB equipado com Wi-Fi e 3G, por exemplo, custa apenas US$98 a mais para produzir, mas tem o valor de venda acrescido em US$130 — o bastante para empurrar o lucro nove pontos percentuais para cima. Situações semelhantes se repetem com os modelos de maior memória: a versão compatível com redes celulares sempre rende mais lucro que a limitada a redes locais sem fio.
Por enquanto, o iSuppli, outro especialista em estimar custos de fabricação de gadgets, não quis se declarar: “Queremos mesmo esperar até sabermos um pouco mais sobre o há dentro [do iPad]“, disse Andrew Rassweiler, diretor dos serviços de desmontagem. “Preferimos não lançar números por enquanto.” Contudo, ele arriscou-se a dizer que o custo de componentes como a antena Wi-Fi, o Bluetooth e a memória não devem se desviar muito dos de um iPod touch. Quanto ao Apple A4, Rassweiler acredita que “não se trata de um componente à venda em qualquer lugar, mas uma versão customizada a partir de blocos padrão.”
Apesar desta margem de lucro elevada num preço acessível aos consumidores (nos EUA), algumas fabricantes estão sentindo a chegada de um problema: como elas vão competir no mercado de tablets, agora que a Apple entrou nele aparentemente sem cobrar a infame Apple tax? O DigiTimes apurou rumores indicando que fabricantes de netbooks estavam à espera do preço de US$1.000, para então concorrer com produtos 20–30% mais baratos.
Contudo, eles foram pegos de surpresa pelo preço mínimo de US$500: para atrair consumidores como a Lauren, suas margens de lucro terão que ser substancialmente cortadas, o que pode reduzir a competitividade neste novo segmento do mercado. O momento pós-keynote, portanto, é de avaliar as estratégias para evitar uma competição direta de preços.
Será que veremos um comercial Slate Computer Hunters, feito pela Apple?

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Dez coisas que você deve fazer para preservar seu emprego

por Redação da Network World/EUA

 

Mesmo que o pior da crise pareça ter ficado para trás, não dá para descuidar da carreira. Saiba como agir e o que evitar.
Pesquisa da consultoria Right Management indica que o total de vagas para executivos no mercado brasileiro cresceu 10% em setembro. A indústria voltou a liderar em número de contratações e os setores de serviços especializados de TI e Telecom responderam, respectivamente, por 18% e 8% das vagas abertas. Levantamento de Computerworld feito em agosto de 2009 identificava quase 1.500 oportunidades abertas na área de tecnologia da informação, para diferentes perfis e níveis profissionais.
A crise econômica dá sinais de calmaria no mercado nacional, mas isso não significa que você possa descuidar da sua carreira.
Profissionais de TI e especialistas da indústria compartilham dez dicas para os funcionários da área de tecnologia se manterem nas boas graças dos empregadores e não serem demitidos mesmo com a recuperação gradual da economia.

1.Trabalhe com afinco
Funcionários de TI em empregos instáveis precisam assumir trabalho extra, estar mais presentes e, essencialmente, mostrar aos seus empregadores que querem ficar. Seja em tempos de estagnação ou de redução de budgets, os gestores de TI são pressionados a frequentemente avaliar a equipe para fins de enxugamento ou possível terceirização. Especialistas de consultorias de RH dizem que o melhor e evitar ser o funcionário que deixa a desejar na avaliação.
“É fundamental lembrar que a organização de TI, quando quer fazer demissões, não procura as pessoas que serão descartadas, ela identifica as pessoas que devem ser mantidas”, explica Beth Carvin, CEO da Nobscot, fornecedora havaiana de software para RH. Por isso, acrescenta a executiva, tome a iniciativa e faça coisas que levem a companhia a querer manter um funcionário como você.

2. Siga o dinheiro
Os funcionários de TI devem saber quais sistemas e projetos vão gerar receita e empenhar-se para fazer parte deles. Uma vez que podem exercer alguma influência sobre esses projetos, devem mostrar disponibilidade para iniciativas geradoras de receita ou que ofereçam contato direto com o cliente, aconselha Sean Ebner, diretor regional da Technisource, companhia de recrutamento em TI.
“As funções internas são críticas, mas o alinhamento com essas atividades e com os clientes tornará os profissionais técnicos mais valiosos para os gestores de negócio”. Se não houver projetos relacionados ao negócio no momento, os especialistas orientam os funcionários de TI a se envolverem com a equipe de vendas, oferecendo seu conhecimento técnico para ajudar a fechar negócios com potenciais clientes.

3. Invista em conhecimento
Os recursos podem estar escassos, mas os especialistas recomendam que os profissionais de TI busquem treinamento acessível ou opções de autoaprendizado para ampliar seu conhecimento técnico e beneficiar não só a companhia, mas a si mesmos.
O treinamento, seja financiado pelo empregado ou pelo empregador, mostrará ao chefe que o funcionário deseja permanecer na equipe e que continua interessado em evoluir profissionalmente naquela companhia específica. “A chave para conservar o emprego é demonstrar retorno do investimento. Você representa um determinado custo para sua companhia, mas faça o possível par provar que está ganhando valor sem custo adicional para a organização e que o seu conhecimento contribuirá para os resultados financeiros dela”, afirma Rich Milgram, CEO da Beyond.com, companhia de recrutamento online.

4. Torne-se um especialista em tecnologia do negócio
É uma realidade – o pessoal de TI precisa ser bom em negócio para progredir na carreira e segurar o emprego. “Muito se tem falado, mas não custa repetir que TI deve ser capacitadora de negócios, e não mera solucionadora de problemas”, define Chris Silva, analista sênior da consultoria Forrester Research.
Os profissionais de alta tecnologia que treinaram a ‘sensibilidade para o negócio’, ou seja, que não conversam com gestores de negócio em bases puramente técnicas, têm mais chances de manter seus empregos por mais tempo do que aqueles que não conseguem traduzir a tecnologia diretamente em aspectos do negócio, avalia ele. A combinação de conhecimento tecnológico e uma visão do que faz um negócio dar certo pode ajudar os profissionais a cultivarem uma longa e promissora carreira.

5. Seja comedido
A redução de pessoal, muitas vezes, é resultado de um esforço para cortar custos. Os profissionais de TI que provarem aos gestores que são capazes de encontrar tecnologia acessível e reduzir custos internamente preservarão seus empregos. É preciso pensar como se fosse o dono, não desperdiçar recursos, nem comprar coisas que não sejam realmente imprescindíveis. Os funcionários eficientes são escolhidos para ficar, ao contrário dos funcionários que agem de maneira irresponsável com o orçamento.
Além de checar preços, os profissionais de TI devem oferecer alternativas que tenham bom custo-benefício. vale introduzir tarefas automatizadas que tragam economia de tempo e dinheiro para a companhia, reduzindo o tempo de inatividade causado por erro humano.

6. Fique longe das fofocas
Em tempos de crise econômica ou prosperidade, não importa, o melhor é ficar bem longe da fofocas de corredor. “Você quer se apresentar no ambiente de trabalho como alguém amigável, um bom cidadão”, diz Lori Gale, presidente da companhia de recrutamento online FastLane Hires. Portanto, afirma, não fique fazendo fofoca e bancando o estressado. Agindo dessa forma, você acabará chamando atenção pelos aspectos negativos da sua personalidade.

7. Promova sua imagem
Embora muitos profissionais de TI não estejam acostumados a holofotes, os especialistas recomendam que eles aprendam a promover suas habilidades na companhia. “Faça marketing pessoal. Não é hora para modéstia. No cenário de negócios atual, em que todo mundo é exigido ao máximo, assegure que suas realizações sejam notadas”, diz Katie Prizy, especialista em comunicação da Instant Technology, companhia de recrutamento em TI.
Para demonstrar suas contribuições à companhia, os profissionais de TI têm de estar aptos a mensurar o valor agregado aos resultados financeiros. Se não puder mensurar seu próprio sucesso e demonstrar claramente como o seu trabalho beneficiou a companhia, não espere o mesmo dos gestores na hora de reduzir a equipe.
Os profissionais de TI devem rastrear e documentar continuamente as melhorias que suas ideias, seu trabalho ou seus processos trouxeram para os sistemas de tecnologia. Munidos desta informação, terão bons argumentos para justificar a permanência na equipe.

8. Ajude os outros
Compartilhe conhecimento, ensinam os especialistas. Profissionais de TI precisam abandonar a velha mentalidade de guardar conhecimento, e deixar outras pessoas saberem o que eles sabem e compartilhar o conhecimento e as informações. Isso os tornará muito mais valiosos aos olhos dos empregadores.
O conhecimento é uma grande fonte de poder. O compartilhamento de informações vitais para o sucesso técnico de uma companhia impressionará a direção corporativa.

9. Esteja disponível
Na rotina das companhias, alguns profissionais de TI talvez estejam menos ocupados que outros. Assim, quem está com mais tempo livre deve se oferecer para colaborar em projetos, mesmo que de outros departamentos.
Se na companhia há duas pessoas para administrar a rede, por exemplo, mas uma delas também entende de servidores, os gestores talvez prefiram descartar o funcionário altamente especializado e manter o ‘generalista’ em TI, que trabalha em várias áreas, de acordo com Bryan Sullins, instrutor técnico sênior da New Horizons e blogueiro da Network World.
Estar sempre disposto a aceitar desafios novos, que não fazem parte da rotina, ajuda muito, na opinião de Dwayne Whitmore, engenheiro de sistemas sênior do grupo de serviços de tecnologia para o Carolinas HealthCare System. O engenheiro recorda a ocasião em que precisou planejar a atualização de um sistema PABX e aprendeu muito sobre o modo como ele funciona.

10. Sorria, seja feliz
Nunca subestime o poder de uma postura positiva. Independentemente de qualquer desafio, uma atitude positiva ajudará os gestores – que também são exigidos além dos seus limites – a perceber quais funcionários estão felizes em suas funções. O indivíduo que, com um sorriso no rosto, encara novos desafios que aliviam algumas aflições da equipe de gestão acaba tendo um valor inestimável para a organização.

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Dispositivo permite conectar filmadoras analógicas ao PC via porta USB

por Dave Johnson, da PC World/EUA

 

Com ele fica fácil converter vídeos em fitas para o formato digital. Depois, basta usar um programa gratuito para gravar em DVD.

Muitas pessoas ainda possuem uma filmadora que utiliza fitas analógicas. E mesmo quem não tem esse equipamento provavelmente guarda em casa algumas fitas com recordações de viagens, aniversários de crianças, festas de final de ano e muito mais. O problema é que esse tipo de mídia se deterioma muito facilmente e o ideal seria convertê-la para o formato digital.

Alguns modelos de câmeras mais antigas têm saídas (USB ou Firewire) que permitem conectá-las diretamente ao PC. Nesse caso, a conversão é mais fácil, já que basta reproduzir o vídeo nelas e gravar na computador no formato desejado. Mas isso não é comum.

Se este for o seu caso, pode-se utilizar um tipo de solução que capta os sinais de áudio e vídeo da câmera e os envia ao PC por meio de uma porta USB, como o XCapture USB, da Pixelview.

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XCapture USB: preço médio de 160 reais

O aparelho irá converter as imagens da fita que estão no formato analógico para um arquivo em formato digital, como por exemplo, Mpeg4. Após transferir o arquivo, talvez você queira gravá-lo em DVD.

Para isso será necessário usar um programa, como o DVD Forger. A interface não é das melhores, mas além de converter o arquivo de filme para o formato de DVD, é possível criar menus, inserir legendas e aceita DVDs de camada dupla. O melhor de tudo é que é gratuito.

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DVD Forge: converte para formato DVD, cria menus e é gratuito

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Google paga até 1.337 dólares para quem encontrar bugs no Chromium

por Redação do IDG Now!

 

Buscador adota mesma estratégia usada pela Mozilla limpar o navegador Firefox de possíveis erros. Recompensa mínima é de US$ 500.
O Google anunciou nesta quinta-feira (28/1) que vai oferecer recompensas em dinheiro a quem encontrar vulnerabilidades no projeto Chromium, de código livre. O Chromium serve de base ao navegador Chrome. Bug encontrados no próprio Chrome também podem concorrer.
No anúncio, feito em seu blog, a empresa reconhece que a iniciativa não é nova, e parabeniza a Fundação Mozilla, mantenedora do navegador Firefox, pelo sucesso de seu programa de premiação.
A recompensa mínima para bugs é 500 dólares mas, se a falha for particularmente grave ou engenhosa, o valor poderá subir para 1.337 dólares. O grupo de avaliação do Google pode ainda decidir que um único relato poderá se constituir de múltiplos bugs, que aumentaria o valor do prêmio.
Pelas regras divulgadas, qualquer bug de segurança pode ser considerado válido, mas o foco da empresa estará nos bugs críticos e de alto impacto. A empresa adverte que o bug não será válido se a pessoa que o denunciou tiver participado do projeto.
Além disso, se duas ou mais pessoas descobriram o mesmo bug, quem informou o erro primeiro será avaliado.O Google também avisa que, para receber o prêmio, menores de idade precisarão de um adulto que o represente.

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Ataque a sites do governo dos EUA é atribuído a piratas virtuais brasileiros

por Folha Online

 

O ataque aos 49 sites de deputados da Casa dos Representantes dos Estados Unidos, ocorrido na quinta-feira (28), foi feito por piratas virtuais brasileiros.
De acordo com o site ReadWriteWeb, a mensagem dizia "F* OBAMA!! Red Eye CREW!!!!! O RESTO E HACKER!!! by m4V3RiCk; HADES; T4ph0d4 -- FROM BRASIL".
Pirata virtual invade 49 sites de deputados dos EUA e insulta Obama
China, EUA e Rússia estão em corrida armamentista na internet
Cresce o medo sobre ataques virtuais a empresas
Ainda segundo o site, os piratas virtuais são responsáveis pelo ataque a 450 páginas do governo brasileiro em agosto --entretanto, o ReadWriteWeb não identificou a fonte desta informação.
Segundo Jeff Ventura, porta voz do escritório administrativo da Casa, os sites eram administrados por um fornecedor privado, a GovTrends. Ainda segundo ele, 18 sites administrados pela empresa haviam sido invadidos em agosto.
A maioria dos sites é totalmente administrada por técnicos da Casa dos Representantes, mas escritórios individuais são autorizados para contratar terceirizados para atualizações e novas ferramentas.

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Após quase três meses, Telefônica anuncia lançamento da Banda Larga Popular

por CINTIA BAIO E ANA IKEDA | Do UOL Tecnologia

 

A Telefônica passará a comercializar seu serviço de Banda Larga Popular a partir de 24 de fevereiro, inicialmente na cidade de São Paulo e região do ABC, mas ao longo de 2010 vai estender a venda para o interior paulista. A empresa anunciou nesta sexta (29) o termo de adesão ao programa do Governo do Estado de São Paulo, quase três meses após ter cancelado o início das vendas, que tinha sido marcado pela empresa para o dia 9 de novembro do ano passado.
A divulgação do serviço foi feita na Campus Party 2010, evento de tecnologia que acontece em São Paulo. A mensalidade do serviço custará R$ 29,80 para a contratação da velocidade de internet de 256 Kbps, além do modem, instalação e provedor gratuitos. Na capital, a tecnologia utilizada será a de cabos coaxiais, enquanto na região do ABC e interior paulista, a rede será fornecida via WiMesh.
"Não serão cobrados serviços adicionais junto com o pacote de internet ", afirmou o presidente da Telefônica, Antonio Carlos Valente, numa referência à polêmica criada pela própria operadora, que pretendia no início do projeto aliar a venda do serviço com a cobrança de assinatura de telefone. A expectativa da empresa é ter de 60 a 100 mil conexões da banda larga popular até o final deste ano.
Ao ser questionado sobre a baixa velocidade oferecida aos usuários no pacote popular, o secretário estadual da Fazenda, Mauro Ricardo Costa, minimizou o tema. "Acredito que não é frustante, porque corresponde a quatro vezes mais que uma conexão discada, além de ser uma velocidade boa para o público alvo do projeto".
Vale lembrar que os 256 Kbps fazem parte da velocidade nominal da conexão, restrições de hardware e infraestrutura podem reduzir a velocidade final utilizada nas residências. Além disso, o valor máximo de velocidade de conexão estipulado no decreto (1 Mbps) não é oferecido por nenhuma das duas operadoras que aderiram ao plano do governo até agora.
Projeto paulista
O Programa Banda Larga Popular foi lançado em 15 de outubro pelo governador José Serra, para permitir acesso rápido à Internet de até 1 Mbps pelo preço máximo de R$ 29,80 mensais, em vez dos cerca de 50 reais cobrados usualmente em pacotes básicos de banda larga. A redução do preço foi possibilitada pela isenção da cobrança de ICMS das operadoras que aderiram ao plano.
Segundo dados divulgados pelo governo paulista na época, o mercado potencial abrange 2,5 milhões de residências. Desse universo, cerca de 700 mil casas possuem computador sem Internet e as demais ainda utilizam conexão discada.
Net saiu na frente
Em 23 de dezembro do ano passado, a Net iniciou a venda da internet rápida popular para 48 cidades do Estado de São Paulo, com mensalidade de 29,80 reais. O serviço tem velocidade de transmissão de dados de 200 Kbps, taxa de instalação e provedor gratuitos, com modem cedido em comodato.
Além do plano básico, que obedece ao decreto do governo paulista, a empresa também passou a comercializar para o mesmo público um pacote combinado à internet de 200 Kbps com telefone fixo e TV a cabo, por R$ R$ 39,90.
Cobrança ilegal
Após anunciar a oferta do plano de banda larga popular em outubro, a Telefônica adiou os planos de lançamento, inicialmente marcado para 9 de novembro, ao se envolver numa polêmica.
Apesar do decreto 54.921 do governo paulista proibir a cobrança de qualquer serviço adicional ao pacote de banda larga, a empresa tinha planos de vender o pacote de internet junto com a assinatura de telefone, conforme publicado na época pelo UOL Tecnologia.
Dessa forma, o plano estaria disponível só para usuários já clientes da empresa e os demais interessados deveriam contratar um plano de telefonia fixa da companhia previamente. Dessa forma, ao invés da mensalidade mais barata custar o valor máximo estipulado pelo governo, R$ 29,80, o pacote popular não sairia por menos de R$ 54,70.

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Mercado global de buscas online cresce 46% em 2009, aponta comScore

por Redação do IDG Now!

 

Levantamento compara resultados de dezembro de 2009 e de 2008; em crescimento, Brasil é terceiro, atrás da Rússia e da França.
O mercado global de buscas online cresceu 46% em 2009, atingindo 131 bilhões de consultas, de acordo com análise da empresa americana de pesquisas comScore.
Em dezembro de 2008, esse número foi de 89,7 bilhões.
No ranking de países, os EUA são o maior mercado de buscas na web, com 22,7 bilhões de consultas em dezembro de 2009. A China vem em segundo, com 13,2 bilhões.
Mas o país asiático, do qual o Google ameaçou sair em resposta a ataques cibernéticos provenientes da região, está longe de ser líder em crescimento.
Emergentes
Pelos dados da comScore, o mais forte crescimento em buscas ocorreu na Rússia, que saltou de 1,7 bilhão em dezembro de 2008 para 3,3 bilhões no mesmo mês de 2009 - um salto de 92%.
O segundo maior mercado em crescimento é o francês, que foi de 3,3 bilhões em dezembro de 2008 para 5,4 bilhões em 2009 (aumento de 61%). Em terceiro lugar, segundo a comScore, está o Brasil, que saltou de 2,4 bilhões para 3,7 bilhões (crescimento de 53%).
Em termos de serviços online, o maior continua sendo o Google, responsável por 87,8 bilhões das buscas em dezembro de 2009, seguido pelos sites do Yahoo!, com 9,4 bilhões. O terceiro lugar é do serviço chinês Baidu, com 8,5 bilhões.
Entre os cinco principais serviços, o de maior crescimento foi o da Microsoft (70%), que passou de 2,4 bilhões em dezembro de 2008 para 4,1 bilhões no final de 2009. O total de pesquisas nos sites do Google cresceu 58% no ano, de 55,6 bilhões para 87,8 bilhões.

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Decisão da Nokia coloca empresas de GPS contra a parede

por Reuters, em Amsterdã

 

A medida da Nokia de oferecer navegação gratuita em seus smartphones pode soar como a sentença de morte para a indústria de navegação via satélite. Na quinta-feira (20), as ações da produtora de aparelhos GPS TomTom, por exemplo, desabavam mais de 15% em Amsterdã.
Ontem, a Nokia anunciou que vai oferecer direções de navegação veicular e para pedestres em 74 países em 46 idiomas, numa tentativa de melhorar sua posição contra o Google, que começou a oferecer navegação gratuita nos celulares inteligentes Droid, da Motorola, no mercado norte-americano em 2009.

 

Bob Child -17.mar.09/AP
Medida da Nokia pode soar como a sentença de morte para a indústria de navegação via satélite
Medida da Nokia pode soar como a sentença de morte para a indústria de navegação GPS

 

A Nokia entra na disputa com o Google para obter a maior base instalada de usuários de navegação móvel, tentando dificultar a vida da gigante das buscas na internet e outras fabricantes de smartphones.
A medida é vista como um ponto de mudança definitiva e deve ajudar a empresa finlandesa evitar uma queda mais forte em sua fatia de mercado de smartphones.
O oferecimento de navegação livre em cerca de 20 milhões de smartphones deve afetar empresas no mercado global de navegação, incluindo a TomTom e Garmin.
A TomTom já perdeu 30% de seu valor depois do anúncio do Google em outubro.
Analistas concluíram no ano passado, após a entrada do Google no ramo de navegação, que é improvável que a TomTom, Garmin e Nokia recebam de volta seus altos investimentos em tecnologia de navegação. A Nokia e a TomTom gastaram mais de US$ 12 bilhões na compra de empresas de mapeamento digital Naviteq e Tele Atlas.
A estratégia da Nokia pode gerar uma nova leva de aquisições disparadas por concorrentes como Samsung, RIM e Microsoft à medida em que consumidores passem e a ver a navegação como um atributo padrão dos smartphones.
A TomTom precisa apresentar um novo plano de negócios rapidamente uma vez que 70% de suas vendas são de PNDs (aparelhos de navegação pessoal). PNDs podem desaparecer no futuro com mercado para navegação evoluindo para item padrão em carros e gratuita em celulares.

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Tecnologias para portadores de necessidades especiais terão incentivo

por Redação do IDG Now!

 

Linha de crédito da Finep terá R$ 10 milhões cedidos pelo Ministério da Ciência e Tecnologia para financiar projetos que melhorem qualidade de vida e facilitem o diagnóstico de doenças.
O Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), por intermédio da Financiadora de Estudos e Projetos - Finep, anunciou nesta sexta-feira (22/1) a oferta de recursos de R$ 10 milhões para projetos tecnológicos voltados a pessoas portadoras de deficiência.
Segundo o edital, o dinheiro deverá ser aplicado no desenvolvimento de tecnologias que tragam "melhoria da qualidade de vida e da autonomia de pessoas com deficiência", e que facilitem o "diagnóstico precoce, tratamento, reabilitação e prevenção de deficiências física, auditiva, visual, intelectual e múltipla".
O executor do projeto deve ser uma instituição científica e tecnológica pública ou privada sem fins lucrativos, que pode ter outros parceiros e financiadores. O prazo de execução não pode superar 24 meses. As propostas devem ser enviadas até 19 de março.

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Confira os 10 rivais mais fortes do Google

por Network World/EUA

 

Apple, Microsoft, IBM e outras: conheça empresas que podem bater de frente com a empresa de buscas em 2010.
A grande notícia da indústria de tecnologia na década sem dúvidas foi o enorme crescimento da Google. Mas o serviço de busca continuará dominando a internet em 2010? Não se as empresas de internet que listamos conseguirem evitar.
Até agora, os maiores aliados da Google foram da mídia tradicional: jornais, revistas e canais de TV que produzem conteúdo online são procurados pelo portal, que vende publicidade online para elas. Mas como seu portfólio cresceu e a Google tem mais de 150 produtos – incluindo versões grátis de aplicativos populares – a Google atraiu diversos outros competidores da indústria de tecnologia.
A rivalidade da Google com empresas de tecnologia deve aumentar em 2010. Ela tem o site mais acessado da internet e uma máquina de fazer dinheiro. No quarto trimestre de 2009, sua receita totalizou 6,67 bilhões de dólares. Com grandes reservas de caixa, a empresa tem dinheiro para comprar iniciativas inovadoras para continuar dominando a Web. Aqui está uma lista de 10 fabricantes de tecnologia que devem ser os principais rivais da Google durante o ano de 2010:
1- Amazon
Com o objetivo de conseguir 22 bilhões de dólares ou mais em vendas em 2010, a Amazon tem meios financeiros de enfrentar a Google em e-books e computação em nuvem. De fato, o CEO da empresa, Jeffrey Bezos foi um grande aliado da Google, sendo um dos primeiros investidores da empresa de busca, em 1998.
E-Books
Analistas concordam que 2010 vai definir a batalha dos e-books. Desde 2002 a Google escaneia milhões de livros que não são mais impressos e incorpora-os ao seu mecanismo de busca online. Os e-books da Google ganharam destaque em 2009 quando a empresa ofereceu 500 mil gratuitamente para consumidores do Sony Reader e do Barnes & Noble Nook. Em outubro passado, a Google anunciou que abriria uma loja de e-books chamada Google Editions, que permitirá aos consumidores comprar e ler livros em qualquer dispositivo com um navegador.
Com e-books, a Google está ameaçando a Amazon, que lidera o mercado com o Kindle. O dispositivo é o item mais vendido da loja da Amazon e oferece mais de 360 mil livros digitalizados. A Amazon disse que lançaria um aplicativo gratuito do Kindle para usuários BlackBerry, que complementaria um programa similar feito para usuários de PC.
Computação em nuvem
A outra grande área em que a Google vai desafiar a Amazon é na computação em nuvem, um mercado que deve crescer consideravelmente em 2010. Em abril de 2008, a Google lançou o Google Apps Engine, que é uma plataforma de computação em nuvem que permite a desenvolvedores criarem seus próprios aplicativos que rodam na infraestrutura da Google. Usuários pagam pela quantidade de armazenamento e banda que consomem. Em abril de 2009, a Google adicionou recursos para fazer a plataforma mais atrativa para empresas.
A Elastic Computing Cloud (EC2) da Amazon possui um serviço pague-o-quanto-gastar e foi lançado em 2006, sendo atualizado diversas vezes desde então. Em dezembro de 2009, a Amazon adicionou ofertas de segurança e armazenamento da Symantec. O uso do EC2 está em crescimento entre consumidores corporativos.
2- Apple
Em 2009, a Apple e a Google passaram de parceiros a rivais nos setores de telefonia móvel e música online. Com 36 bilhões em vendas e um trabalho de engenharia lendário, a Apple está muito qualificada para a batalha contra a Google nessas áreas e também em termos de navegadores, onde o Google Chrome compete com o Safari.
Smartphones
As notícias sobre uma guerra iminente da Google contra a Apple vão girar em torno do mercado de smartphones. Em julho, a Apple rejeitou o Google Voice, aplicativo para o iPhone que permitiria aos usuários compartilhar um único número em vários celulares.
Em agosto, o Chief Executive Officer da Google, Eric Schmidt, renunciou ao conselho da Apple, alegando conflito de interesses. Já em outubro, a Google e a Apple eliminaram todos os membros do conselho em meio a uma investigação federal antitruste. Enquanto isso, a plataforma móvel Android, da Google, ganhou terreno contra o iPhone, com mais de um milhão de unidades vendidas. O iPhone continuou como um dos bestsellers da Apple em 2009, com mais de 20 milhões de unidades vendidas nos dois últimos trimestres.
Música online
O mercado de música digital deve crescer em 2010, com a Google e a Apple se destacando. Em outubro, a Google lançou um serviço de buscas de músicas que permite ao usuário visualizar previamente uma canção. Os parceiros desse serviço incluem o Myspace e o La La Media, um site de streaming de músicas que foi comprado pela Apple em dezembro. Outro parceiro de música da Google é o Pandora, um serviço de streaming de música que está disponível para telefones móveis que utilizam o sistema Android.
Serviços como o Pandora e La La Media estão dispostos a combater o iTunes, da Apple, que se tornou o vendedor de músicas mais famoso nos Estados Unidos em 2009.
3- AT&T
A operadora de telefonia norte-americana AT&T é uma rival política da Google – eles estão em lados opostos do debate de neutralidade de rede – e também no mercado de smartphones, no qual a AT&T é a operadora exclusiva do iPhone nos Estados Unidos até junho de 2010. Com mais de 123 bilhões de dólares em vendas no último ano, a AT&T bate o Google e não tem medo de combater a empresa, como suas reclamações contra o Google Voice prestadas à Comissão Federal de Comunicações norte-americana.
Smartphones
Em suas batalhas contra a Google, a AT&T vai proteger toda a renda relacionada ao iPhone, que é de cerca de mil dólares anuais por consumidor anual, segundo analistas. Em 2009, a AT&T ativou 11,5 milhões de iPhones, produzindo uma receita de pacotes de dados significante. É por isso que a empresa está pedindo à Apple para estender o contrato exclusivo por mais um ano. Enquanto isso, a AT&T está revendo suas apostas e pode firmar parceria com a Google em 2010.
4- Facebook
O Google está de olho no rápido crescimento do Facebook – que já atraiu 350 milhões de usuários em apenas seis anos – com preocupações. Por mais que as finanças do Facebook não sejam disponibilizadas para o público, analistas estimam que em 2009 a receita da rede social vai bater 500 milhões de dólares, grande parte por causa de um acordo com a Microsoft, outra rival do Google.
Redes sociais
A rivalidade entre Google e Facebook é baseada na questão de onde os usuários conseguirão as informações no futuro: dos serviços de busca ou das redes sociais? A Google está preocupada com internautas usando redes sociais para informar e fazer propaganda através do Facebook, MySpace, LinkedIn e Twitter.
De fato, rumores sobre a Google comprando o Twitter foram comuns este ano. A empresa também possui sua própria rede social, o Orkut, que passou por reformulação em dezembro. E também oferece o Google Friend Connect, uma ferramenta para desenvolvedores da web adicionarem conteúdo de redes sociais em seus sites, em competição direta com o similar Facebook Connect.
Enquanto isso, o Facebook desenvolveu relações com diversos inimigos do Google, como Microsoft e Yahoo. Em 2007, o Facebook vendeu 1,6% das ações para a Microsoft, além de ter escolhido o Bing como mecanismo de busca. A rede social também adicionou recursos em 2009 como o Open Stream API, que permite que desenvolvedores exportem dados do Facebook para outros aplicativos.

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Cobrança por conteúdo na web pelo NYT reforça discussão sobre modelos de mídia

por Clayton Melo, do IDG Now!

 

Ao anunciar política de acesso pago a partir de 2011, jornal abre novo capítulo nos debates sobre a sustentação financeira das empresas jornalísticas.
Na semana passada, o The New York Times, um dos maiores e mais prestigiados jornais do planeta, foi assunto no mundo inteiro ao anunciar uma decisão relacionada a um tema que tira o sono dos veículos de comunicação: a cobrança do acesso jornalístico na internet. Ao tocar no ponto central para as empresas de mídia na era digital – a sustentação financeira diante de uma nova realidade de mercado -, o jornal americano joga mais lenha na fogueira num debate que está longe de terminar.
Embora sem dar muitos detalhes, o NYT afirmou que vai começar a cobrar pelo conteúdo de seu site a partir de 2011. O modelo prevê que os internautas poderão ler de graça uma determinada quantidade de textos – a partir de um certo limite, que não foi especificado, será necessário ser assinante para consultar. O valor a ser pago também não está definido. Os assinantes do jornal impresso terão acesso livre ao site.
Não é a primeira vez que o NYT experimenta cobrar pelo conteúdo. A outra ocasião foi entre 2005 e 2007, com um serviço chamado Times Select. O projeto consistia na cobrança pelo acesso a editoriais e colunas, com assinatura anual de 40,95 dólares. O sistema foi deixado de lado porque, na época, o jornal avaliou que poderia ganhar mais com o aumento da audiência ao liberar o acesso, o que proporcionaria um aumento da receita publicitária.
Novos rumos
Diante da medida de retomar o sistema pago, algumas perguntas pairam no ar: os leitores aceitarão pagar pelo conteúdo que estiver fechado? A verba proveniente do acesso restrito será capaz de, no conjunto das receitas, equilibrar ou compensar a tendência de perdas com o faturamento obtido via publicidade tradicional das versões impressas? Como estabelecer uma política de cobrança por acesso sem derrubar a audiência e, assim, afugentar os anunciantes, que são fundamentais para a sobrevivência dos veículos? Será mesmo o melhor caminho a cobrança de conteúdo, tendo em vista que a cultura de acesso livre predomina na internet?
Como se vê, são tempos de muitas dúvidas - e poucas respostas. O caminho anunciado pelo NYT, no entanto, indica uma tentativa que poderia ser classificada como híbrida. Ao manter aberto o acesso a uma determinada quantidade de textos, o jornal não quer perder a audiência daqueles que chegam até ele por mecanismos de busca ou que são leitores ocasionais. E aposta que os leitores fiéis, aqueles que apresentam uma relação mais profunda e constante com o jornal, irão pagar a conta.
“Não sei se cobrar pura e simplesmente pelo conteúdo é a melhor saída, pois há uma cultura de acesso livre na internet”, afirma a professora da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo Elisabeth Saad.
“Em todo caso, esse modelo anunciado pelo NYT pode fazer algum sentido quando ele diz que manterá aberto o acesso a uma certa quantidade de textos”, afirma Elisabeth, que tem no estudo sobre os modelos de mídia uma de suas especialidades.
Isso porque, segundo a análise de Elisabeth, dessa maneira o jornal pode preservar um contingente importante – o de pessoas acostumadas a uma leitura rápida -, enquanto tentaria obter receitas dos “leitores fiéis”. Trata-se, no entanto, de uma aposta de risco. “Há uma grande questão aí: como cobrar daquele que em tese estaria disposto a pagar?”, diz.
“Desconfio desses modelos que estipulam uma assinatura, seja conforme a quantidade acessada ou algo do tipo. A verdade é que não consigo ver um modelo pronto no mercado. Não vejo no mundo hoje exemplos acabados sobre política de geração de receitas a partir do conteúdo”.
Alternativas
Sobre as propostas geralmente discutidas por veículos e especialistas em mídia, como o micropagamento (sistema em que se paga de forma avulsa pelo acesso a um determinado artigo) ou jornalismo patrocinado (veículos mantidos por um mecenas, como fundações bancadas por empresários), Elisabeth vê o crescimento desse segundo grupo.
Nestes casos, o alvo costuma ser o jornalismo de nicho. Um exemplo, conforme relatou em post em seu blog, Elisabeth cita o ProPublica.org, uma redação sem fins lucrativos que recebe apoio financeiro da organização privada Sandler Foundation, mantida por um casal americano de mecenas. O ProPublica busca o jornalismo investigativo. “Esse sistema baseado em mecenato torna-se mais comum nos EUA”, diz.

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Dilma Rousseff diz que profissão de TI deve ser regulamentada

por Daniela Braun, para a Computerworld

 

A ministra e o presidente Lula receberam do presidente do Sindpd, Antonio Neto, projeto que regulamenta profissão de Analista de Sistemas.
A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, defendeu hoje que a profissão de analista de sistemas seja regulamentada. “Considero importantíssimo que a profissão, que é diferenciada e tem características específicas, deva ser regulamentada. O presidente determinou que fizéssemos um estudo específico para isso.”
A declaração foi feita nesta sexta-feira (22/1), durante a inauguração da nova sede própria do Sindicato dos Trabalhadores em Processamento de Dados e Tecnologia da Informação do Estado de São Paulo (Sindpd).
Durante a cerimônia, o Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva recebeu das mãos do presidente do Sindpd, Antonio Neto, cópia do projeto de lei do Senado PLS 607/07, de autoria do senador Expedito Junior (PR-RO), que regulamenta o exercício da profissão de Analista de Sistemas.
“Precisamos de um Conselho Federal de Tecnologia da Informação, e sua criação deve ser uma prerrogativa do Executivo”, disse Neto. Segundo estimativa do sindicato, há cerca de 600 mil profissionais de tecnologia no país.
Demanda antiga
A regulamentação da profissão tem sido uma demanda do setor há mais de 30 anos, que é o tempo decorrido desde a apresentação do primeiro projeto de lei ligado ao tema, o PL 1205/79, e tem sido uma demanda do sindicato desde sua fundação, em agosto de 1984. O Sindpd tem hoje 30 mil associados, em 10 regionais, entre os 80 mil profissionais do setor, em todo o Estado.
O mesmo pedido regulamenta a profissão de Técnico de Informática e outros cargos correlacionados, bem como cria um Conselho Federal de Informática e conselhos regionais nos Estados.
Depois de muita discussão e uma dúzia de projetos, o PLS 607/07 foi aprovado em 19/1/2009 pela Comissão de Justiça e Cidadania do Senado, e seguiu para análise da Comissão de Assuntos Sociais. No entanto, conforme alerta o assessor da presidência do Sindpd, Alessandro Rodrigues, há grande risco de o projeto ser vetado, já que a criação de contribuições financeiras de interesse de categorias profissionais compete somente à União, de acordo com o artigo 149 da Constituição brasileira. Por conta disso, o projeto foi entregue ao presidente, para que o encaminhe ao Congresso.
A nova sede do Sindpd, localizada em um edifício de 3.700 metros quadrados próximo ao centro da cidade de São Paulo, já foi usado pelo Partido dos Trabalhadores (PT) para a campanha do presidente Lula em 2006. No local serão oferecidos cursos de aprimoramento profissional - incluindo diferentes linguagens de programação de rede -, além de atendimento jurídico, social, médico, esportivo e de lazer, informa o sindicato.

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Acampamento digital reúne nerds em São Paulo; conheça as atrações

por UOL Tecnologia

 

Começa nesta segunda (25) ao meio-dia o maior acampamento geek brasileiro, a Campus Party 2010. Voltado para os amantes de tecnologia, o evento terá cerca de 6 mil pessoas no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo (capital), que compraram ingressos para ter acesso à internet ultraveloz e oficinas especiais. Parte deles ficará acampada no próprio local até o final da Campus Party, no domingo (31).
Os ingressos se esgotaram na última quinta-feira, mas se você quer participar, ainda é possível. Há uma área chamada Expo e Lazer que é de acesso livre e teve, na edição passada, 118 mil visitantes.
Entre as atrações gratuitas, está o Campus Futuro, local onde é possível conhecer novas tecnologias vindas de todo o mundo. Uma delas é o Robot Probo, espécie de “bichinho imaginário” capaz de entender gestos e expressões faciais e está sendo utilizado em hospitais para entreter crianças em tratamento. Outra delas é o SoundWalk, tecnologia que permite que o público interaja com o ambiente para produzir música.
Fãs do Wii, que possui um controle que acompanha os movimentos do corpo do jogador, vão virar verdadeiros grafiteiros com o WiiSpray, além de poderem conhecer o Flick Flock, uma instalação artística com som e imagens em 3D guiada pelo corpo do visitante.
Para amantes do rock’n roll, a Campus Party traz neste ano o game HeadBang Hero. O competidor veste uma peruca bem cabeluda com sensores especiais que captam o chacoalhar da cabeça, tal qual um metaleiro.
Outra tecnologia que chamará a atenção do visitante é o Emotiv Epoc. Este software faz com que as próprias ondas cerebrais do usuário sejam captadas por uma espécie de capacete, que interpreta as informações e as transmite para um personagem no mundo virtual.
Além destas atividades, o Instituto Campus Party realizará o Batismo Digital, para pessoas que tiveram pouco ou nenhum contato com computadores em suas vidas. Monitores irão auxiliá-los na interação com os equipamentos e as inscrições são feitas no próprio local.

Acampamento digital
Este é um dos eventos mais esperados no ano por quem gosta e acompanha tecnologia. Só no Orkut existem 80 comunidades sobre a Campus Party e, no Twitter, o perfil oficial tem 3.864 seguidores. Caravanas irão trazer os “campuseiros” (como são chamados os participantes) de várias regiões do país. Pessoas de outros Estados chegam a representar cerca de 41,56% do total de visitantes.
Em sua terceira edição, a Campus Party trará palestrantes que são destaque no universo tecnológico, como Kevin Mitnick, ex-hacker e atualmente especialista em segurança; Marcos Figueiredo, cientista há 17 anos no Centro de Pesquisas Espaciais da NASA; e Lawrence Lessig, um dos fundadores do Creative Commons.
Além das palestras, competições prometem “esquentar” a Campus Party. Uma delas é o concurso de modding, técnica de modificação de gabinetes de computadores, que já ganhou status de arte no mundo geek. Um dos favoritos nesta categoria é Maciel Barreto, 34 anos, morador da pequena Itajuípe (Bahia) e ganhador na edição 2009.
Outro torneio tradicional durante a Campus Party é o de overclock, técnica para fazer componentes do PC rodarem numa capacidade acima da especificada pelo fabricante. Em outras palavras, seria como "turbinar" o computador para atingir um desempenho ímpar. Alexandre Nuccini, coordenador da área de Modding, e Ronaldo Buassali, que representou do Brasil na final do Master Overclocking Arena (MOA), na China, vão tentar quebrar o recorde mundial de overclock.
A programação completa pode ser vista no site da Campus Party.

Serviço
Campus Party Brasil 2010
Data: De 25 a 31/01/2010
Horário: Das 10h às 22h (para visitantes; "campuseiros" poderão entrar a partir das 12h de 25 de janeiro)
Preço: Grátis para visitantes para área Expo e Lazer; ingressos para Arena dos Campuseiros estão esgotados
Local: Centro de Exposições Imigrantes (Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 - São Paulo - SP)
Informações no site oficial ou pelo e-mail.

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Governo da China rejeita envolvimento em ataques cibernéticos ao Google

por Efe, em Pequim

 

O governo da China negou de novo nesta segunda-feira (25) seu envolvimento nos ciberataques ao portal Google, e defendeu a censura na internet como necessária para controlar conteúdos prejudiciais, após denunciar o que considera envolvimento do Departamento de Estado americano no assunto, disse um porta-voz do Ministério de Indústria e Tecnologia em declarações à agência oficial "Xinhua".
"A política da China sobre segurança na internet é transparente e firme", afirmou a mesma fonte, após assinalar que isso é uma preocupação mundial que requer esforços internacionais coordenados.
O Ministério se pronunciou sobre a crise suscitada pelos cibertataques a contas do Google na China, quase duas semanas depois que a empresa disse que poderia sair do gigante asiático devido à censura e aos ciberataques contra seus serviços.
"A China é o país que sofre a maior quantidade de ataques cibernéticos e enfrenta há muito tempo ameaças e envio de vírus", disse o porta-voz do Ministério.
Segundo fontes oficiais chinesas, mais de um milhão de endereços de protocolos de internet (IP) estão sob controle estrangeiro e o número de sites de internet atacados superou os 42 mil em 2008, o que representa aumento de 148% naquele ano, disse a Sociedade da internet da China.
A agência oficial "Xinhua" reiterou que Washington está por trás da polêmica levantada no caso Google.
"Desde seu jantar com os executivos do Google antes do discurso sobre a liberdade na internet na quinta-feira passada, pode ver-se facilmente a Secretária de Estado, Hillary Clinton, no processo", disse a fonte oficial.
"Nesse discurso, Hillary lamentou as crescentes tentativas de Pequim de controlar o que seus 384 milhões de usuários podem ver", acrescentou a "Xinhua".
"Pedimos aos EUA que respeite os fatos e deixe de utilizar a chamada liberdade de internet para criticar a China sem razão", tinha destacado por sua parte o porta-voz do Ministério de Assuntos Exteriores da China, Ma Zhaoxu.
Segundo o porta-voz, não identificado, do Ministério de Indústria e Tecnologia, a China tem direito de regular os conteúdos prejudiciais da rede, o que não tem a ver com "as chamadas restrições à liberdade na internet, já que cada país tem diferentes condições e realidades".
A mesma fonte deixou claro que embora Pequim esteja disposta a tratar da situação na internet com outros países, "se opõe a qualquer desafio às leis chinesas" ou intromissão em seus assuntos internos "sob o pretexto da gestão de internet".

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Parabéns, Macintosh, por seus 26 anos de existência!

por Halex Pereira

 

Há exatos 26 anos Steve Jobs apresentou ao mundo um dos primeiros computadores pessoais fáceis de usar e dotados de uma GUI, o Macintosh 128K. Anunciado amplamente em janeiro de 1984 em um comercial histórico no intervalo do Super Bowl, este pequeno computador marcou a popularização do mouse como acessório fundamental para interagir com estas máquinas e tornou possível que pessoas leigas tivessem acesso à computação.

Nada melhor que um pouco de nostalgia, numa hora dessas, não? Aqui vão umas leituras sugeridas para matar a saudade e/ou conhecer um pouco mais da plataforma computacional mais popular da Maçã:

  • O que os críticos disseram do primeiro Macintosh, em 1984?
  • Mouses da Apple, ontem e hoje
  • 1984 não será como 1984: o making of
  • Realidade alternativa do Apple.com antes da invenção da internet
  • Aniversário do ano passado

No momento estamos às vésperas do nascimento de mais um membro na linha de produtos da Apple, mas tenho certeza de que jamais esqueceremos o primeiro computador “for the rest of us”.

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Governo federal cria regras para liberação de software público

por Redação da Computerworld

 

Nova norma deve ser publicada no primeiro semestre de 2010, após receber opiniões da sociedade.
Dividir o HD em várias partições melhora seu desempenho?
Duas maneiras simples de remover o fundo de foto
A Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação (SLTI) do Ministério do Planejamento está criando instrução normativa que definirá as regras para a liberação de soluções, sejam elas públicas ou privadas, no Portal do Software Público Brasileiro ( www.softwarepublico.gov.br). A nova regra deve ser publicada no primeiro semestre de 2010, após processo de consulta pública.
Segundo o titular da SLTI, Rogério Santanna, o software público hoje é um projeto consolidado e a sua normatização vai qualificar ainda mais a iniciativa. “Num primeiro momento vamos fazer uma discussão com as áreas de informática do governo e depois faremos uma consulta pública aberta à participação de toda sociedade", informou o secretário.
No último dia 16 de dezembro, ele participou em Brasília da reunião de criação da Comissão de Coordenação do Sistema de Administração dos Recursos de Informação e Informática (SISP). Essa é outra iniciativa do Ministério do Planejamento voltada à qualificação da tecnologia da informação no governo. Criada por meio da Portaria n° 13 de 24 de novembro de 2009, o grupo é integrado pelos responsáveis pelas áreas de informática do governo federal.
Na abertura da reunião de criação da comissão de coordenação do SISP, Santanna anunciou a criação de uma instrução normativa exclusiva para a experiência do Software Público Brasileiro, que no início de janeiro teve sua agenda confirmada.
Para a diretora de integração de sistemas de informação, Nazaré Bretas, a norma dedicada ao software público vai fortalecer o SISP, pois será possível criar, adaptar e liberar soluções que melhorem a gestão de TI no governo, aumentando a capacidade de governança do setor público federal.
A agenda prevista para a construção da instrução normativa do Software Público Brasileiro vai contar com a discussão sobre a Licença Pública de Marca e a intenção é lançar a primeira versão da regra no mês de junho próximo.

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Microsoft admite saber de falha no Internet Explorer desde agosto

por Gregg Keizer - Computerworld/EUA

 

Empresa solta patch com correção de falha usada para invadir sistemas do Google e admite ter sido alertada do erro por empresa israelense.
Assim que lançou a correção para a vulnerabilidade no browser Internet Explorer, usada na invasão da rede do Google, na quinta-feira (21/1), a Microsoft reconheceu que já sabia do erro desde agosto de 2009, quando uma empresa de segurança israelense alertou a companhia.
“Como parte da investigação, também determinamos que a vulnerabilidade é a mesma alertada e confirmada em setembro”, disse o gerente de programação da Microsoft, Jerry Bryant.
O boletim MS10-002, que acompanha a correção do IE, credita à BugSec Security a informação da existência do bug que causou um escândalo com a acusação do Google de ter sido vítima de crackers chineses.
O especialista em segurança da BugSec, Eyal Gruner, disse que a vulnerabilidade foi relatada à Microsoft no dia 26 de agosto, não em setembro. E ele criticou a Microsoft por ter demorado tanto para soltar a atualização. “Eu acho que sim, demorou demais”, disse. “Mas a Microsoft é uma grande organização e não sabemos quanto tempo isso demora para eles. Perguntamos o motivo da demora, e eles disseram que estavam testando o que tinham que testar.”
Além da vulnerabilidade usada para atacar o Google, a Microsoft também corrigiu outros sete erros na atualização do Internet Explorer. Das oito falhas, sete são consideradas críticas pela empresa.
“A atualização de fevereiro do IE foi adiantada, na verdade”, disse o diretor de operações de segurança da nCircle, Andrew Storms, se referindo à Microsoft ter admitido que esse patch estava previsto anteriormente para 9 de fevereiro.
A atualização de segurança do IE pode ser baixada e instalada pelos serviços Microsoft Update e Windows Update, assim como pelo Windows Server Update Service.

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Reclamações sobre segurança na Web no Brasil saltam 61% em 2009

por Reuters - Georgia Jordan

 

SÃO PAULO (Reuters) - O número de notificações de incidentes de segurança feitas por internautas brasileiros em 2009 disparou 61 por cento em relação às reclamações registradas no ano anterior, apontou relatório divulgado nesta terça-feira pelo Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil (CERT.br).
Foram registrados 358.343 incidentes pelo centro de estudos, ante 222.528 reclamações recebidas em 2008, com base em relatos enviados espontaneamente por administradores de redes e usuários.
O principal problema apontado são tentativas de fraudes, respondendo por cerca de 70 por cento dos casos. O número de tentativas de fraude reportadas foi de 250.362, correspondendo a um crescimento de 79 por cento em relação ao ano anterior.
De acordo com a analista de Segurança do CERT.br, Cristine Hoepers, o aumento das tentativas de fraudes está relacionado ao crescimento das notificações de eventuais quebras de direitos autorais, por meio da distribuição de material em redes "peer-to-peer" (P2P).

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Pacote que corrige 11 falhas do RealPlayer é recomendado pela CERT

por IDG News Service/San Francisco

 

O grupo de resposta a situações de emergência em computação (CERT, na sigla em inglês) dos EUA aconselhou nesta sexta-feira (22/1) que os usuários do RealPlayer baixem e apliquem uma nova atualização de segurança para o tocador de mídia.
A atualização, que foi publicada no começo desta semana, corrige 11 vulnerabilidades do RealPlayer, e pode ser aplicada nas versões do produto para Windows, Mac e Linux.
Embora o CERT tenha avaliado a correção como importante, a RealNetworks declarou, em seu aviso, que não recebeu "relatos de qualquer máquina que tenha sido invadida como resultado das vulnerabilidades que acabam de ser corrigidas".
Apesar de o RealPlayer ter perdido recentemente fatias de mercado para concorrentes como o Windows Media Player e o iTunes, ele ainda é largamente usado e já foi explorado em ciberataques.

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Tuiteiros famosos revelam dificuldades no microblog

por RAFAEL CAPANEMA da Folha de S.Paulo

 

"Eu sou burronauta assumidésima, mas adoro essas coisas todas", conta Fafá de Belém, recém-convertida ao Twitter (twitter.com/fafadbelem).
Um dos seus primeiros tuítes foi "Qual é a diferença entre retwitter e reply?", direcionado à filha, a também cantora Mariana Belém (twitter.com/marianabelem). Entusiasta do Twitter, Mariana é a encarregada de ajudar a mãe a domar a novidade tecnológica.
Fafá de Belém, que aderiu ao Twitter, durante show em SP; famosos revelam as dificuldades enfrentadas com serviço
Fafá conta que, em um de seus "arroubos de sinceridade" no Twitter, foi alertada pela filha de que o comentário pudesse ser mal interpretado pelos fãs. Se apagou a mensagem depois? "Não sei como apaga", responde, para depois dar sua célebre gargalhada.
A cantora ainda não sabe usar o Twitter no computador, só em seu celular BlackBerry. "Isso é uma coisa horrível. Eu estava na França e um amigo meu mandou uma mensagem para mim. Eu tentei, apertei um negócio, abri a página dele, não sabia se estava invadindo o espaço dele. Cliquei num negócio, num outro lugar, e apaguei tudo", conta.
No Twitter, Fafá costuma compartilhar informações sobre trânsito e aeroportos.
Outra celebridade que aderiu ao serviço de microblog recentemente é o publicitário Nizan Guanaes (twitter.com/nizanguanaes). Ele também costuma tuitar apenas por meio de seu BlackBerry e às vezes se confunde, enviando mensagens para si próprio. "Mandei um twitter pra mim mesmo", postou em 18 de dezembro.
No mesmo dia, seu filho mostrou a ele um celular otimizado para o Twitter, com o sistema móvel do Google, o Android. "Mas não adianta o celular ser Android se o tuiteiro como eu é debiloid", escreveu.
O apresentador Otávio Mesquita (twitter.com/otaviomesquita) já é um tuiteiro mais experimente, mas teve dificuldades no início.
"Virei repórter sem querer, só fazia merda. Não sabia falar direito, não sabia entrevistar, não sabia falar no microfone. No Twitter foi a mesma coisa, não tinha ideia do que era e comecei a tuitar de uma maneira muito pessoal, achando que estava falando com meu amigo da esquina e dizendo: "Ô, cara, tô com dor de barriga'", afirmou em entrevista à Folha, em outubro do ano passado.

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