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   Última atualização: 04/06/10

Saiba como consertar seu PC

Por PC World / EUA

Diagnosticar e consertar um problema em um PC não é tão complicado. Siga nossas dicas e economize seu tempo e seu dinheiro!
O seu computador vai ter dar pau, sua câmera vai quebrar, sua rede vai falhar, e sua impressora vai mastigar papel. Antes de gastar tempo e dinheiro esperando por suporte técnico ou pagando por um profissional da área, leia nossos guias para reparos básicos: você vai descobrir que muitos dos problemas podem ser resolvidos em questão de minutos com o mínimo de esforço. Começamos pelo nosso companheiro de cada dia, o PC.
194981-dp55wg-lg_180.jpgComo consertar seu computador
Considerando quantos componentes diferentes de software e hardware precisam funcionar corretamente para se ligar um computador moderno, é quase um pequeno milagre que eles funcionem tão bem. Não podemos te dar um remédio que cure todos os seus problemas, mas podemos fornecer algumas dicas que cobrem a maior parte dos desastres. Aqui vão algumas estratégias úteis.
Se o seu PC não quer ligar: Tente ligá-lo em uma tomada ou régua de força diferente; se for um laptop, tente uma bateria e um adaptador de força diferentes, se tiver outro em mãos. Para desktops, tenha certeza de que todos os plugues internos e placas estejam corretamente encaixados – placas de vídeo, memória RAM, tudo.
Se nada disso ajudar, é provável que seja um problema com sua placa-mãe ou fonte de alimentação, e a não ser que você tenha peças reserva em mãos, o melhor a fazer será ligar para o suporte técnico do fabricante.
Se o seu PC liga, mas não inicia corretamente o Windows: Primeiro inicie o boot e aperte a tecla F8 repetidamente durante o processo. Isso talvez permita que você acesse um menu que o deixe selecionar diferentes opções de boot, sendo que uma delas é “Modo de Segurança” (Safe Mode).
Selecione “Modo de Segurança”, desinstale a última coisa que tenha instalado, atualize todos os seus drivers (se precisar baixar novos, talvez você tenha de selecionar “Modo de Segurança com Rede" - Safe mode with networking), e abra o aplicativo Restauração do Sistema (Menu Iniciar, Acessórios, Ferramentas de Sistema, Restauração do Sistema) para voltar a um ponto anterior em que seu PC poderia ser iniciado com sucesso.
O Modo de Segurança não funciona? Talvez o seu disco rígido esteja falhando. Pegue os seus discos de recuperação do fabricante, faça o boot a partir deles, e salve todos os dados que você não tenha feito backup.
Então rode seu applicativo de diagnóstico de disco – você sempre pode rodar o Check Disk, que está integrado ao Windows: clique com o botão direito em seu HD, selecionar Propriedades, clicar na aba Ferramentas e depois em “Verificar Agora” na aba “Verificação de Erros”. Não existe cura para setores ruins – nesses casos você terá de trocar o drive.
Se você escutar seu PC emitindo alguns bipes durante o processo de inicialização, é mais provável que sua BIOS esteja tentando dizer que você tem um problema no nível da placa-mãe de seu computador – o ventilador do seu processador talvez esteja desligado, por exemplo, ou a fonte de alimentação talvez não esteja funcionando corretamente.
Os padrões dos bipes não seguem uma regra, por isso você vai ter de ir até outro PC para descobrir o site do fabricante da sua BIOS e verificar o que há de errado.
Se ouvir bipes ao iniciar o PC, você talvez tenha um problema no nível da placa mãe.
Se o Windows iniciar com sucesso, e sofrer um crash em seguida: Comece atualizando todos os seus drivers – primeiro, os drivers essenciais fornecidos pelo fabricante do seu computador, e então os drivers dos seus periféricos e extras. Além disso, não se esqueça de também atualizar sua BIOS.
Se o seu PC está sofrendo crash logo depois de iniciar, tente desinstalar tudo que você baixou recentemente e verifique seus aplicativos de inicialização e processos de segundo plano para descobrir se há algo errado.
Você pode ver uma lista de todos os processos no Gerenciador de Tarefas ao pressionar Ctrl-Shift-Esc e clicar na aba Processos (Processes) – use o site ProcessLibrary.com como uma referência para descobrir o significado dos itens os mais obscuros. Para os itens de inícialização, digite “msconfig” no campo de texto no menu iniciar e clique na aba Inicialização de Programas para ver o que está acontecendo. Se aparecer algo instalado há pouco tempo, você talvez tenha achado o culpado.
Se os seus crashes não são tão simples de reproduzir, tente rodar uma varredura em busca de vírus e malware com seu antivírus preferido.
Por outro lado, se você instalou um antivírus recentemente e começou a ter problemas, tente desinstalá-lo e então usar um diferente. Aplicativos de segurança geralmente entram nos locais mais profundos do seu sistema do que outros apps, o que significa que eles são mais propensos a incompatibilidade.
Ainda não consegue descobrir o que é? O Google pode ser seu melhor amigo quando o assunto é localizar e corrigir erros, especialmente se você tem uma mensagem de erro à mão – mesmo que os sites de suporte oficiais não tenham resolvido seu problema, existem chances de que alguém tenha feito um post sobre o assunto em um fórum de tecnologia.
Busque especificamente pela mensagem de erro – entre aspas – para melhores resultados, e se você não conseguir uma mensagem imediatamente óbvia, tente procurar no item Encontrar e Corrigir Problemas (no Windows Vista). No Windows 7 abra o Painel de Controle, Central de Ações, Manutenção, Histórico de Confiabilidade, e clique em Ver Todos os Relatórios de Problemas na parte inferior da janela.
Se não conseguir nenhuma pista, talvez seja preciso reinstalar o Windows. Faça backup de seus dados, reformate, e instale do zero.

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Teles querem barrar plano de banda larga

Por Folha ONLINE

Após a divulgação pelo Planalto do Plano Nacional de Banda Larga, empresas de telefonia cogitam recorrer à Justiça para tentar impedir a Telebrás de oferecer internet rápida a usuários finais, informa a reportagem de Elvira Lobato publicada nesta quinta-feira pela Folha.
Segundo executivos ouvidos ontem pela Folha, a reativação da Telebrás uniu tradicionais concorrentes, como Embratel, Oi, Telefônica e GVT, que se sentem igualmente ameaçadas pela perspectiva de terem concorrência estatal no segmento de banda larga.
De acordo com a reportagem, as teles esperavam discussão antes do anúncio, e o plano abre a possibilidade de intervenção estatal.
O entendimento das teles é que a lei que criou a Telebrás não daria tal cobertura, e a estatal só poderia operar a rede de banda larga com autorização do Congresso Nacional, por meio de uma nova lei.
Para as empresas, a reativação da Telebrás como prestadora de serviço seria uma quebra nos compromissos assumidos pelo governo brasileiro por ocasião da privatização da telefonia, em 1998.

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Plano de banda larga forçará operadoras a melhorar serviços, dizem especialistas

Por ANA IKEDA | Do UOL Tecnologia

Mais do que promover a inclusão digital dos brasileiros, o Plano Nacional de Banda Larga irá impulsionar o crescimento de pequenos e médios provedores de internet no país. Com o aumento da concorrência, grandes operadoras serão forçadas a melhorar a qualidade dos serviços, expandir a oferta e até mesmo baixar preços, afirmam especialistas do setor de telecomunicações consultados pelo UOL Tecnologia. Apesar do entusiasmo, eles alertam para a falta de um projeto executivo e de prazos para cumprimento das metas do plano nacional.
“Finalmente o governo está desempenhando seu papel, o de fomentar a inclusão digital e com a participação das pequenas e médias empresas, que são as que mais contratam nesse país”, destaca Horário Belfort, presidente da Abusar (Associação Brasileira dos Usuários de Acesso Rápido à Internet).
O Plano de Banda Larga disporá da rede – administrada pela Telebrás – da extinta Eletronet, “uma grande avenida que precisará ser completamente ramificada", segundo o especialista. Essa tarefa que ficará a cargo, principalmente, das pequenas e médias empresas de telecomunicações. “As grandes operadoras no Brasil cobram caro por um serviço de internet péssimo porque não têm concorrentes. Com a reativação da Telebrás, esse cenário mudará”, prevê.
Rui Bottesi, presidente da AET (Associação dos Engenheiros de Telecomunicações), considera que uma nova fase do setor de telecomunicações no país está sendo iniciada. “O governo tomou uma decisão arrojada. Apesar das correntes de resistência do mercado, o Plano de Banda Larga saiu do papel. E o lado positivo é a operacionalização de uma rede, a da Eletronet, que não estava sendo utilizada”, afirma.
Bottesi lembra que a Telebrás tem um nome forte e que as grandes operadoras terão de repensar o mercado. "Esse é um passo inteligente do governo, inclusive para fomentar novas tecnologias, e as grandes empresas terão de ir atrás delas".

Empecilhos
Apesar do anúncio da desoneração de R$ 11,36 milhões pelo Fust (Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações) para pequenas e médias prestadoras, Belfort chama a atenção para a cobrança de licenças SCM (Serviço Comunicação Multimídia) da Anatel, não comentada nesta quarta.
São licenças que encarecem a implantação da infraestrutura de rede e demoram até um ano para serem concedidas. “Seria interessante que o governo desse essas licenças gratuitamente ou a um valor baixo. É incongruente cobrar uma taxa como esta, proibitiva aos pequenos e médios provedores”, aponta.
Outro problema segundo o presidente da Abusar é a falta de apresentação de um projeto executivo. “Não falaram de orçamentos nem prazos de execução. É importante saber o que será efetivamente feito, até quando e, principalmente, quais municípios receberão primeiro a banda larga”.
Já Bottesi faz outro alerta, agora sobre a escolha do comitê que irá gerir a Telebrás. “Há um histórico do país usar estatais como um ‘cabide de emprego’. É hora de fazer uma blindagem em relação a possíveis interferências políticas e escolher pessoas com competência técnica para levar à frente o plano de banda larga”, ressalva o presidente da AET.

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Cinemark mostrará jogos da Copa em 3D

Por Planetech

 

O mistério chegou ao fim. A rede Globo anunciou na quarta-feira que fará, em parceria com a Fifa, Cinemark e Golden Goal, empresa brasileira de gestão esportiva que representa a Aruna Media AG, detentora dos direitos mundiais da Copa do Mundo Fifa 2010 em 3D, que transmitirá todos os jogos do Brasil na Copa do Mundo em três dimensões nas salas de cinema da rede Cinemark.

A parceria prevê a exibição de oito jogos em 25 salas da Rede Cinemark, além de eventos externos exclusivos para patrocinadores. A coordenação é da Golden Goal e a Rede Globo é responsável pela supervisão-geral da recepção do sinal via satélite e retransmissão para as salas de cinema. Também está prevista a adição de conteúdo jornalístico da emissora às transmissões em 3D.

Na própria quarta-feira foi realizado em São Paulo o primeiro teste de transmissão ao vivo em 3D com a cobertura de jogo do Campeonato Francês de futebol. A previsão é que sejam transmitidos todos os jogos da Seleção Brasileira, incluindo a final e a disputa de terceiro e quarto lugar. Foram escolhidas salas das seguintes cidades: Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Brasília, Belo Horizonte, Porto Alegre e Salvador.

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Nova família de chips da AMD estará em 109 modelos de notebooks

Por Ian Sherr

SAN FRANCISCO, Estados Unidos (Reuters) - A Advanced Micro Devices pode conquistar alguns de seus maiores avanços no mercado de laptops, que atravessa rápido crescimento, graças a uma nova geração de chips de alta eficiência energética que será revelada na semana que vem.
Pessoas que conhecem o assunto e trabalham para a AMD afirmaram que os mais recentes microprocessadores da empresa devem ser oferecidos em 109 modelos de laptops de grandes fabricantes nos próximos meses, o que representa o melhor desempenho pela empresa na crucial temporada da volta às aulas. No ano passado, chips da AMD estavam disponíveis em 40 modelos de computadores portáteis.
"Essa é a primeira vez que vemos tanta atenção aos nossos notebooks", disse a fonte, em menção aos chips da empresa para laptops.
E embora ainda não tenham surgido mudanças em termos de participação de mercado, "normalmente um número maior de modelos dita maiores vendas", disse a fonte, acrescentando que as ofertas equipadas com chips da empresa vêm crescendo firmemente em todos os grandes fabricantes de computadores.
A AMD, segunda coloca no mercado dominado pela Intel, vem enfrentando dificuldades para ganhar mercado no segmento de laptops, que nos últimos anos vem apresentando crescimento mais rápido que o dos computadores de mesa.
As ações da AMD vêm apresentando desempenho inferior às da Intel desde o começo do ano, com queda de 14,57 por cento, ante alta de 5,44 por cento para a rival.
No entanto, no fechamento do pregão da quinta-feira elas estavam cotadas a 8,27 dólares, mais que o dobro de sua marca mais baixa do último ano, 3,22 dólares, na bolsa de Nova York.
Os primeiros sinais indicam que a nova linha de chips a ser revelada na semana que vem está obtendo respostas positivas dos maiores fabricantes de computadores, devido aos esforços da AMD para simplificar suas múltiplas ofertas sob a nova marca "Vision", bem como devido a uma duração de bateria e desempenho superiores em toda a linha, de acordo com uma das fontes.
No primeiro trimestre de 2010, segundo a IDC, a AMD respondeu por 12,1 por cento dos chips vendidos mundialmente, ante 87,8 por cento da Intel.

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Queda da bolsa nos EUA dificultou acessos ao Google e Yahoo

Por IDG News Service

Canais de finanças dos portais sofreram com a alta quantidade de usuários na quinta-feira(6/7); problema afetou sites especializados, como o Fidelity.
A queda na bolsa de valores americana na quinta-feira (6/5) causou erros e lentidão em alguns sites e portais, especialmente os da área financeira ou que abrigam canais de economia. O motivo foi a tentativa de acesso por um número elevado de usuários, em busca de informações sobre a situação de seus investimentos.
Uma porta-voz do Yahoo disse que o portal passou apenas por falhas momentâneas. A Google confirma que enfrentou problemas, mas alega que as dificuldades afetaram apenas a uma pequena parte de seus usuários e por um período curto.
O Fidelity afirmou que quase registrou um recorde de transações e teve momentos de lentidão, mas não houve interrupção do serviço durante o dia. Segundo um representante da empresa, Vin Loporchio, algumas transações online foram executadas, mas não ficaram imediatamente disponíveis para visualização.
O índice Dow Jones teve uma queda massiva de 1000 pontos na tarde de ontem que pode ter sido causada por um erro de digitação , de acordo com alguns relatórios.
O incidente levou um deputado a pedir uma melhor regulamentação sobre a tecnologia por trás da transação de ações. "Eu também venho alertando há meses que nossos reguladores precisam possuir melhor capacidade para processar grandes volumes de negociações”, disse o democrata de Delaware, Ted Kaufman em um comunicado. "A predisposição para gerar rotas falsas e criar um caos no mercado elevou sua cabeça novamente hoje."

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Sistema permite interação sem toque na tela

Por Folha ONLINE

Tablets como o iPad e dez entre dez smartphones modernos indicam que o presente e o futuro dos dispositivos móveis revolvem em torno das telas sensíveis ao toque.
Mas uma equipe da Universidade de Tóquio liderada pelo professor Masatoshi Ishikawa está trabalhando em uma tecnologia que permite controlar aparelhos movimentando o dedo no ar, à frente da tela, sem encostar nela.

Reprodução

Demonstração de tecnologia feita por equipe de universidade para controlar aparelhos sem encostar na tela

 

O sistema conta com uma câmera capaz de registrar 154 quadros por segundo, que captura o movimento dos dedos, e com um processador que detecta se eles estão se movendo para trás ou para a frente.
Segundo os pesquisadores, o foco da tecnologia são programas 3D desenvolvidos para dispositivos móveis.
Entre as aplicações práticas do protótipo estão a digitação de textos e a possibilidade de virar páginas de livros eletrônicos movimentando o dedo. Outra função possível é a de zoom: aproximando o dedo da tela, a imagem que aparece é ampliada; afastando-o, ela diminui.
A equipe do projeto pretende tornar a tecnologia comercial "em breve", sem estimar datas. Veja um vídeo de demonstração em bit.ly/semtocar e leia mais sobre o projeto, em inglês, em bit.ly/projuntoq.

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Vírus “retrô” destrói arquivos do computador

Por Daniel dos Santos, Macworld Brasil

Nova praga virtual age como as ameaças da década de 1990, que apagavam dados vitais do PC.
Os mais novos não devem se lembrar, mas há cerca de 20 anos, os vírus de computador tinham como objetivo atormentar os usuários de PCs (não roubar dados, como faz hoje a maioria das pragas virtuais), destruindo dados. Pois a empresa de segurança Sophos identificou uma nova ameaça que segue essa estratégia “retrô”.
Trata-se do W32/Scar-H. Esse programa nocivo tem como objetivo simplesmente apagar todos os arquivos executáveis do computador, gravando seu código sobre eles. Segundo a Sophos, ele é como uma bomba virtual, pois detona os arquivos do computador.
A ameaça costuma se disseminar por drives compartilhados (que são muito comuns em redes de computadores) e por dispositivos de armazenamento portáteis, como discos rígidos externos.
Ao ser executado pela primeira vez ele cria os arquivos (cópias suas) <System>\ntldr.exe e <Root>\WinNT.exe, além de <Root>\AutoRun.inf. Feito isso, passa a se disseminar com o uso de drives mapeados. Depois, passa a substituir todos os arquivos do drive C: com extensão .exe por uma cópia sua. Com tudo isso, o computador passa a não funcionar mais.
Ao religar a máquina, o usuário recebe a mensagem “Windows could not start because the following file is missing or corrupt: <Windows root>\system32\ntoskrnl.exe. Please re-install a copy of the above file”. Resumindo: o Windows não conseguiu carregar porque um arquivo não está acessível ou foi corrompido. Por favor, reinstale o arquivo”.

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Sustentabilidade vira desafio para os gestores de TI

Por CIO/EUA

Um estudo da CIO/EUA mostra que 61% dos executivos trabalham para reduzir o impacto das atividades das organizações no meio ambiente.
O consumo de energia e dos recursos naturais são hoje uma preocupação que precisa estar no radar das organizações. Mais do que isso, essas questões devem ser analisadas na hora de pensar em novos produtos e serviços que criem vantagens competitivas.
Se está clara a preocupação das empresas, por outro lado, o papel do CIO nesse processo não parece óbvio. “Existem diferentes perspectivas do que pode ser considerada uma postura sustentável”, observa o ex-CIO da Nasdaq e da Capital One, Gregor Bailar.
Um recente estudo da CIO/EUA mostrou que 52% dos profissionais de TI afirmam que suas organizações investiram em algum tipo de solução ‘verde’ com o apoio da área de tecnologia. Entre esse grupo, 32% disseram que já têm novas iniciativas engatilhadas e outros 25% estão planejando adotar programas ligados à sustentabilidade no próximo ano. No geral, a maioria (61%) trabalha para tentar reduzir o impacto que o trabalho da companhia terá no planeta.
Quando o assunto é sustentabilidade, existe uma forte pressão para que a área de tecnologia da informação esteja inserida na discussão. “É o mesmo que aconteceu com os CIOs no início dos anos 90, quando a TI começou a ser envolvida na estratégia de negócio”, explica o CIO da Dow Chemical, David Kepler, que atua ainda Chief Sustainability Officer da companhia. “Meu objetivo é transformar [sustentabilidade] de uma ideia em uma estratégia baseada em impactos econômicos”, acrescenta. Como exemplo, ele cita que atua nas discussões de como o grupo pode fabricar e utilizar materiais que impactem menos no ambiente.
Para tornar a empresa realmente ‘verde’ deve-se mudar o comportamento dos funcionários para que eles tomem decisões e adotem práticas sempre com o meio ambiente em mente. Essa transformação requer um trabalho intenso e de longa duração.
O vice-presidente sênior e CIO da UPS, David Barnes, considera: “não é uma coisa que muda em um ano ou um mês.”

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Softex quer promover associações de capital

Por Verônica Couto, para a Computerworld

O Programa de Alianças Empresariais (Paemp) da entidade quer iniciar pelo menos dez operações este ano; a meta é dar maior competitividade às empresas.
A Softex está em campanha para fomentar associações na área de software, alternativa ideal para tornar as empresas do setor mais fortes, sobretudo no mercado internacional, segundo o diretor de qualidade e competitividade da entidade, José Antonio Antonioni. Na opinião dele, o mercado poderia passar, em quatro ou cinco anos, dos atuais 8 mil empreendimentos nacionais, com faturamento anual médio de 2,4 milhões de reais a 5 milhões de reais cada, para um cenário mais enxuto, de cerca de 200 operações, mas com receitas robustas.
Estudo de casos desenvolvido pelo Programa de Alianças Empresariais (Paemp) da Softex concluiu que os três modelos associativos de negócio mais adequados ao segmento seriam as fusões e aquisições; consórcios; e joint ventures. Basicamente, porque promoveriam retorno rápido e custariam menos, por exemplo, do que a abertura de capital em Bolsa. Antonioni, que participou nos dias 5 e 6 de maio do I Congresso Softex de Alianças Empresariais, em São Paulo, diz que os interessados podem procurar os consultores do Paemp, preparados para fornecer consultoria e apoio técnico. Em 2010, a meta é iniciar dez grupos ou ações de associação dentro do programa, afirma Antonioni.
O custo do serviço oferecido pela entidade varia muito, de acordo com os projetos e a faixa de faturamento das empresas. Um grupo hipotético de cinco empreendimentos de médio porte, para cobrir todas as etapas de uma operação de associação (seleção do parceiro, diagnóstico estratégico, escolha do modelo de negócio, due dilligence – pesquisa para ver se os envolvidos estão “limpos” na praça, avaliação ou valuation, assessoria jurídica, plano de integração, etc.), teria de desembolsar da ordem de 200 mil reais, estima a Softex.
A entidade publicou no seu site (www.softex.br) guias e documentos de orientação sobre processos associativos e apresentou, no congresso, vários casos bem-sucedidos de fusões, consórcios, etc. No evento, André Burger, do Proinvest, assinalou a importância, nesse movimento, dos fundos de private equity,que teriam ainda US$ 15 bilhões não aplicados para investir no país (em todos os segmentos econômicos, não só TI). Esse segmento, diz ele, cresce muito. Eram 46 gestores de fundos no país em 2000, para 100, atualmente. Tecnologias e soluções que, na sua avaliação, têm despertado interesse de investidores seriam computação em nuvem (cloud), mobilidade e redes sociais.
Antonioni também defende políticas públicas que favoreçam o associatismo. “Por exemplo, seria muito interessante se o governo permitisse a maior participação dos consórcios em editais”, destaca. “Muitas vezes, uma empresa não pode oferecer uma solução eficiente, porque, sozinha, não tem o capital mínimo exigido no edital; mas poderia chegar a ele, associada a parceiros”.

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Terceirização: 3 razões que dificultam a inovação

Por CIO/EUA

Especialista da Forrester Research destaca que inovar é uma preocupação das empresas e dos fornecedores, mas ambos têm visões diferentes do tema.
Os departamentos de TI optam pela terceirização por diversos motivos, os principais são: cortar custos, melhorar serviços e aumentar a eficiência. Ao mesmo tempo, eles esperam que os provedores inovem – apesar da maioria não ter clareza sobre o que significa inovação no contexto de outsourcing.
Um estudo conduzido pela consultoria Forrester Research, em 2009, descobriu que 38% dos usuários corporativos enxergam a inovação e as constantes melhorias como o principal ponto fraco dos provedores de serviços terceirizados. Na mesma pesquisa realizada no ano anterior, essa base era de 33%.
“Os clientes esperam mais dos provedores do que só uma redução de custos e um serviço confiável”, avalia o analista sênior da Forrester Chris Andrews. “Na maioria dos casos, eles querem que os fornecedores estejam alinhados com os negócios e isso implica em algum tipo de evolução nas competências dos provedores", acrescenta.
Os principais provedores de serviços terceirizados reconhecem que a inovação é uma condição essencial à sobrevivência deles no mercado. “Nenhum dos fornecedores com quem eu falei está despreocupado com essa questão”, afirma Andrews que, recentemente, entrevistou dez empresas que atuam com a oferta de outsourcing para descobrir a diferença entre as expectativas dos fornecedores e dos usuários em relação à inovação.
O analista ainda é enfático ao explicar que o problema está do lado do usuário. Segundo ele, as empresas erram na hora em que esperam a inovação por parte de um parceiro terceirizado.Como forma de solucionar a questão, ele cita três erros principais que os departamentos de TI cometem na hora de cobrar que os provedores atuem de forma inovadora:

1. O cliente não sabe o que quer
Todos querem inovar, mas ninguém sabe o que é isso. Em conversas com um provedores de serviços de TI, Andrews descobriu que a maioria concordava que inovação estava ligada a algo que poderia ser algo novo e que tivesse um impacto direto no negócio, mas a escala e o escopo dessas iniciativas variava muito entre os profissionais.
Antes da recente crise internacional, firmar acordos voltados a TI verde era visto como inovação. Nos últimos anos, contudo, o foco mudou para corte de custos, preservar o fluxo de caixa ou aumentar a eficiência. Nos próximos anos, isso pode migrar para cloud computing e computação social.
Se a companhia que contrata o serviço terceirizado não define a inovação dentro de sua própria realidade, o provedor não vai conseguir suprir seu desejo. “Não penso que muitos [clientes] saibam o que estão procurando”, diz Andrews. Ele aconselha que as organizações sejam claras com seus fornecedores. Uma boa forma é começar avaliando o que inovação representa para os diversos stakeholders (executivos, líderes de negócio, desenvolvedores de produtos, equipes de marketing, entre outros).
Se mesmo assim ficar difícil desenhar o que é inovação, o especialista indica que a empresa busque o apoio do fornecedor. Muitos deles já têm ideias claras, por conta de projetos realizados para outros clientes.

2. A organização escolhe o fornecedor errado
Uma empresa de body shop nunca poderá ser inovadora. “Se o cliente escolheu um provedor de serviços só para economizar custos, não tem qualquer justificativa para pedir que o fornecedor entregue algo muito inovador”, ressalta Andrews, que acrescenta: “Isso é uma grande reclamação dos provedores. Eles dizem que podem inovar, mas os clientes não querem pagar mais por isso. Corte de custos e inovação até podem coexistir, mas isso não representa algo fácil.”
Por outro lado, o material de marketing dos fornecedores faz questão de ressaltar a habilidade para inovar, mas uma análise mais apurada vai revelar que o discurso está diretamente ligado ao que eles já oferecem de forma tradicional. Mas o analista da Forrester ressalta que isso dificilmente atende às demandas das organizações.
O mais importante, analisa Andrews, é olhar para um fornecedor que esteja entusiasmado com os desafios da inovação.

3. Falta de métricas específicas
A inovação na terceirização de TI varia de cliente para cliente. O mesmo vale para as métricas. Os clientes precisam definir seus objetivos individuais e ligar isso a acordos de nível de serviço nos contratos.
Isso é mais fácil de falar do que de fazer. Provedores estão começando a se movimentar além das métricas tradicionais, que são fáceis de avaliar – e entregar – para padrões mais complexos. Mas a transição está acontecendo de forma mais lenta do que se espera, aponta o especialista da Forrester.
“Os clientes entenderam que uma variedade de fatores internos e externos poderia impactar as métricas de negócio – não só o trabalho dos provedores de serviços – e eles estão hesitantes para colocar isso em contrato”, pontua Andrews.

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Custo de vazamentos de dados é mais alto nos EUA

Por IDG News Service

O prejuízo médio elevado de uma violação de informações nos EUA se justifica pelas leis mais rígidas, segundo pesquisa do Ponemon Institute.
O custo médio para as organizações dos Estados Unidos dos vazamentos de dados é mais alto do que para outros países, como Austrália, França, Alemanha e Reino Unido, segundo um relatório do Ponemon Institute, publicado nesta quarta-feira (28/4).
Em 2009, o custo médio de um vazamento nos EUA era de 204 dólares por registro de cliente comprometido, em comparação aos 177 dólares na Alemanha, 119 dólares na França e 98 dólares no Reino Unido. De acordo com o analista sênior de privacidade da Ponemon, Mike Spinney, a razão pelo valor elevado nos EUA são as leis mais rígidas contra violação de dados.
“Advogados custam dinheiro”, diz Spinney. “Os custos são maiores nos EUA porque lá existem requisitos de divulgação.”
Diferentemente dos EUA, Austrália, França e Reino Unido não têm esse tipo de requerimentos para notificação de vazamentos de dados previstos na lei - apenas a Alemanha adotou alguns desses procedimentos recentemente, diz Spinney.
Fora dos EUA, as organizações devem informar periodicamente os governos locais sobre vazamentos de dados, mas essa informação geralmente não se torna pública, como costuma acontecer nos Estados Unidos, destaca Spinney.
De acordo com o relatório, o custo total de uma violação de dados nos Estados Unidos é de 6,75 milhões de dólares. Na Alemanha, o valor é 3,44 milhões de dólares, enquanto no Reino Unido e na França o custo é de aproximadamente 2,5 milhões de dólares.

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China se protege contra "forças hostis estrangeiras" na Internet

Por Lucy Hornby

PEQUIM (Reuters) - A agência reguladora de mídia na China prometeu tomar uma posição sobre os crimes online e fortaleceu o monitoramento para evitar que "forças hostis estrangeiras se infiltrem através da Internet", afirmou a imprensa estatal nesta segunda-feira.
Wang Chen, chefe da Secretaria de Informação do Conselho de Estado, afirmou na sexta-feira que o país pode intensificar sua posição sobre crimes online como parte de uma campanha em vigor que, segundo ele, prendeu mais de 5.510 suspeitos no ano passado.
A agência de notícias Xinhua reportou os comentários de Chen como parte de um artigo sobre drogas na rede nesta segunda-feira.
Ele disse ainda que a China fortalecerá o monitoramento de "informações nocivas" na Internet numa tentativa de bloquear informações prejudiciais e sua disseminação no país e evitar que "forças hostis estrangeiras se infiltrem através da Internet", segundo a Xinhua.
Conforme cresce o número de internautas chineses, crescem também os esforços do governo para limar qualquer informação que possa ameaçar o Partido Comunista.
A China possui cerca de 404 milhões de usuários de Internet, incluindo 346 milhões que utilizam banda larga e 233 milhões com acesso via celular, informou a Xinhua, citando Wang.
No ano passado, a China iniciou uma campanha de três fases para reforçar os controles de Internet e reduzir a capacidade dos usuários de operar de forma anônima na rede.
O país bloqueou diversos sites sociais estrangeiros desde 2009, incluindo Facebook, YouTube e Twitter.
Os regulares continuam restritivos quanto a sites com temas sobre minorias étnicas, particularmente tibetanos, mongóis ou uighurs, que possuem comunidades exiladas ativas e populações no país que provocam Pequim e protestam contra as políticas que beneficiam a maioria han.

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5 coisas que você não sabia ser possível no Google Docs

Por Kristin Burnham, da CIO/EUA

Quase todo mundo já conhece o básico do Docs, como Gmail ou carga de textos. Mas alguns truques criados pela empresa podem ajudar ainda mais.
Você provavelmente já conhece o básico do Google Apps. Já deve ter usado o Gmail ou carregado alguns arquivos no Google Docs, ou mesmo criado uma página web como o Google Sites. Mas seja você um novato ou usuário ocasional, vale a pena aprofundar-se no ambiente.
O Google incluiu diversos atalhos e truques capazes de tornar sua experiência no uso do Google Apps mais personalizada, direta e simples. Cinco delas podem ser exploradas já.

1::Ligue os atalhos no Gmail e ganhe agilidade
Os atalhos do Gmail – são quase 50, no total – ajudam a economizar tempo na leitura, redação, descarte e arquivamento de e-mails em sua caixa postal.
Por padrão, esses atalhos estão desligados. Para ligá-los, entre na sua conta do Gmail e escolha “Configurações” na barra de navegação, no topo direito da tela. A terceira opção é “Atalhos do teclado” – escolha “Atalhos do teclado ativados” e clique em "Salvar alterações".
Uma lista completa dos atalhos disponíveis, em português, pode ser conferida na página de ajuda do Gmail.

2::Receba lembretes do Google Agenda via SMS
Se você quer ser lembrado de seus compromissos pelo Google Agenda (Calendar, na versão em inglês) mesmo quando estiver longe de um PC, não se preocupe. É possível ativar o serviço de forma simples, com alguns passos rápidos.
Primeiro, entre na conta do Google Agenda e escolha “Configurações”. Depois, clique em “Configuração de Celular”, e forneça as informações solicitadas (não esqueça de verificar se sua operadora aceita o serviço). Um código de verificação será enviado ao seu celular. Digite o código no campo apropriado e clique em “Concluir configuração”.
Quando a configuração estiver completa, você poderá ser lembrado dos eventos por meio do envio automático de mensagens SMS. Para isso, você deverá abrir a janela Editar Detalhes do Evento e, no campo Lembrete, escolher SMS.
Usuários dos Estados Unidos têm uma comodidade adicional. Eles podem enviar eventos para sua agenda via celular. Mande, por texto, os detalhes de seu evento (por exemplo: jantar com João 6:30pm May 16) para GEVENT (48368). Você receberá uma mensagem de confirmação em seguida, e o compromisso aparecerá em sua agenda.
Pode ser que sua operadora cobre pelos envios, via SMS, de lembretes dos eventos. Na dúvida, a Google recomenda consultar a operadora.

3::Rabisque colaborativamente com o Google Drawings
O Google Drawings é o mais novo app da suíte de ferramentas na nuvem da Google. Este editor do Google Docs o ajuda a criar gráficos, diagramas, desenhos e outros esquemas – perfeito quando você trabalha na visualização do cronograma de um projeto ou mesmo constrói mapas mentais de uma ideia.
Para acessar o Google Drawings, entre em sua conta e clique em “Documentos”. Depois, clique em “Criar novo” e escolha “Desenho” no menu, para começar a trabalhar.
Alguns outros destaques: você pode editar seus desenhos em tempo real com qualquer pessoa, bastando selecionar “Compartilhar” e "Convidar pessoas". Você também pode bater papo com as pessoas você edita ou desenha, a partir do editor de desenhos.
Embora já estejam disponíveis na versão em português, a previsão é que esses dois recursos seriam liberados totalmente em junho; se não conseguir visualizá-los, você pode optar pela versão “preview”, indo até a página de configuração do Docs, escolhendo a aba “Edição” e clicando em “Crie novos documentos de texto usando a versão mais atual do editor de documentos”.
O editor de desenho também suporte guias de alinhamento, ajuste à grade e a publicação de desenhos como imagens.

4::Transforme seus PDFs em texto editável
Se você baixou um PDF que gostaria de editar, ou se você digitalizou um documento que gostaria de converter para um documento Google, use o Google Documents List API – uma ferramenta que usa reconhecimento óptico de caracter para converter o texto de imagens de alta resolução em texto que você pode editar.
Para fazer isso, entre em sua conta Google e visite este site. Selecione o arquivo que você gostaria de converter e clique “Start OCR import”. Leve em conta que seu arquivo deve ter um bom nível de resolução – o recomendável são caracteres com 10 pixels de altura. O tamanho máximo do arquivo é de 10 MB.
Quando a carga estiver completa, o documento será carregado no Google Docs. Lá você poderá fazer as mudanças que quiser. Dependendo da qualidade do documento, algumas palavras poderão não ser convertidas. Elas serão marcadas em amarelo, com os dizeres “texto não reconhecido”.

5::Veja os eventos de sua agenda em vários fusos horários
Se você viaja com frequência ou mantém escritórios em diversos fusos horários, poderá configurar sua agenda no Google para visualizar seus compromissos de acordo com mais de um fuso horário, eliminando cálculos confusos na hora de agendar compromissos.
Para ligá-lo, visite a aba “Configurações” de seu Google Agenda. Sob “Seu fuso horário atual”, escolha "Mostrar um fuso horário adicional", e dê ao novo fuso um nome apropriado. Quando você estiver sob outro fuso, visite a página novamente e clique o botão “Alternar” à direita. Ela vai configurar sua agenda para que todos os compromissos e reuniões aparecerão em seu fuso horário atual.

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