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   Última atualização: 04/06/10

7 dicas para migrar e gerenciar o Windows 7

Por Network World/EUANetwork World/EUA

O interesse das empresas em substituir os "idosos" Windows XP e Vista pelo recém-lançado Windows 7 pode tornar o processo de migração mais suave, à medida que as companhias procurarem uma série de tecnologias de gestão e processos destinados a facilitar um processo de migração deste porte.
Em algum momento, os usuários do Windows terão de migrar para o Windows 7, porque o XP não terá mais suporte e o Vista não decolou, em termos de adoção", afirma o analista da consultoria Enterprise Management Associates (EMA), Steve Brasen. "A habilidade para gerenciar e automatizar processos com o upgrade para o Windows 7 será crítica para as empresas", completa. Confira sete passos fundamentais que você deve avaliar quando considerar a migração da sua empresa para o Windows 7.

1- Teste a durabilidade dos desktops
De acordo com uma pesquisa realizada pela consultoria Forrester Research, mesmo dois anos e meio após o lançamento do Windows Vista, seu antecessor, o Windows XP ainda rodava em 86% de todos os PCs corporativos que utilizam o sistema operacional da Microsoft.
A análise mostra também que os Chiefs Information Officer (CIOs) que estão considerando uma atualização dos ambientes de TI não serão capazes de partir diretamente do XP para o Windows 7 ­ o que representa alguns desafios para as corporações. Primeiro, em termos de hardware, poderá haver falta de uma série de componentes, como drivers, memória e outros.
"Migrar do XP para o Windows 7 vai desafiar muitos gestores de TI porque você não pode fazer o upgrade diretamente. Alguns analistas estão sugerindo que as empresas comprem hardware novo e realizem uma renovação completa do parque de computadores", explica a vice-presidente de desenvolvimento de produtos da Persystent Software, Katherine Wattwood.
A Persystent Suite oferece às empresas recursos para testar os PCs existentes em relação a espaço em disco e outros recursos exigidos pelo Windows 7. O software pode ajudar os gerentes de TI a determinar quais computadores podem suportar a atualização de sistema operacional e quais precisarão ser trocados ou atualizados para funcionarem corretamente com o novo sistema operacional. "Um planejamento de pré-migração e testes de compatibilidade de hardware são fundamentais para determinar quais PCs estão prontos para o Windows 7", ressalta Katherine.

2- Planeje o licenciamento
Diferentemente de outras versões do sistema operacional Windows, como o XP, o Windows 7 é oferecido em diferentes versões, que devem ser consideradas pelos departamentos de TI quando decidirem pela migração. Analistas consideram que três versões devem ser avaliadas pelos decisores de TI.
Primeiro, a Windows 7 Professional ­ equivalente ao Vista Business­, que pode ser a versão mais barata, segundo a Forrester Research. A consultoria destaca que essa opção está disponível via OEM, licenciamento por volume ou no varejo. Já a edição Windows 7 Enterprise é aquela a qual as empresas têm direito a implementar, caso contem com o programa Software Assurance, da Microsoft. Este é o programa de manutenção de software da companhia, oferecido como opção para licenciamento por volume.
A versão Professional do Windows 7 oferece recursos adicionais que podem interessar a empresas com atuação global. Algumas dessas funcionalidades são o DirectAccess, que permite aos usuários de dispositivos móveis acessarem as contas corporativas sem uma VPN (Virtual Private Network); e o BranchCache, um recurso que, segundo a Microsoft, reduz o tempo que usuários remotos gastam esperando para baixar arquivos pela rede.
Outra opção é o Windows 7 Ultimate, que, segundo a Forrester, pode ser considerada uma versão mais de consumo e não é vendida por meio de licenciamento por volume ­ mas pode ser utilizada em um computador cujo uso seja mais multimídia, em um ambiente corporativo.
Em recente pesquisa a consultoria alerta que as empresas devem levar em conta diversos fatores quando planejarem o licenciamento do Windows 7. Licenças existentes, acordos de software e atualização devem estar entre as considerações.
"A abordagem histórica da empresa para a atualização de desktops e laptops, combinada à idade da infraestrutura no momento em que a corporação estiver pronta para começar a migração para o Windows7, vai impactar na forma como o novo sistema operacional deve ser adotado ­ com uma abordagem 'big bang' ou por meio de um ciclo natural de atualização", ressalta o relatório. "Seus planos de licenciamento não devem se limitar à estratégia de atualização do Windows. Podem existir oportunidades para tirar proveito de pacotes para reduzir os custos de investimento em Microsoft".

3- Tenha certeza a respeito da compatibilidade de aplicações
Não é só o hardware que precisa ser testado para verificar se ele suportará o Windows 7. As aplicações de software também devem ser checadas em relação à compatibilidade com a nova versão do sistema operacional. "Ainda existe um grande problema com aplicações proprietárias e drivers que simplesmente não são compatíveis com o Vista ou com o Windows 7. Até que as empresas atinjam um nível de compatibilidade e as aplicações ganhem velocidade, essa transição será difícil", observa Brasen, da EMA.
O analista garante desconhecer fornecedor de sistemas de gerenciamento que não tenha um path para o Windows 7. "Eles sabem que a migração está a caminho. Mesmo que o assunto não esteja nos planos dos próximos meses de seus atuais clientes, em algum momento o tema vai surgir". Por isso, as corporações devem começar já a realizar testes de compatibilidade de aplicações. Soluções de fornecedores como a Persystend e a CA, entre outras, oferecem testes de compatibilidade
de aplicações.
Este tipo de avaliação pode indicar potenciais problemas e questões de desempenho do desktop que ocorreriam quando a máquina executasse o Windows 7. Soluções que realizam este trabalho funcionam automaticamente, detectam máquinas e aplicações com problemas, produzem um inventário e apresentam um relatório com as informações para o gestor de TI. Conduzir esses testes manualmente seria extremamente custoso no que diz respeito a tempo, destaca o analista. Os fornecedores argumentam que ao adicionar automação a esse processo, é possível reduzir custos e tempo de desenvolvimento.
"Nosso software permite à TI introduzir políticas para estabelecer o conjunto de indivíduos que deve contar com determinadas aplicações em seus sistemas, enquanto outro grupo deve ter uma política diferente aplicada a ele", afirma a gerente de produtos sênior da CA, Laural Gentry.

4- Aproveite-se da automação
Para muitas empresas, a aquisição de software para auxiliar no processo de migração de sistema operacional pode ser um problema, devido a custos. No entanto, analistas argumentam que tentar migrar ou gerenciar um ambiente com o Windows 7 sem tecnologias de automação vai sobrecarregar a equipe de TI e gerar problemas de implementação. "As empresas vão passar por uma migração dolorosa se não adotarem uma plataforma de automação", alerta Brasen.
No caso de grandes corporações, recursos de automação podem fazer parte de sistemas de gestão já usados, como os de fornecedores como LANDesk, CA, Persystent, Kace, BigFix, entre outros. Mas, para pequenas e médias empresas, a implantação automatizada não é uma ferramenta que já está em casa. A Microsoft levou em consideração esses casos e oferece uma solução gratuita para atender a este tipo de demanda.
O Microsoft Deployment Toolkit (MDT) 2010 é um software otimizado para suportar a implantação do Windows 7 e inclui recursos de suporte à migração do Windows XP para o Windows 7. A versão beta 2 do MDT 2010 já está disponível para download. "A Microsoft está oferecendo razões convincentes para os clientes migrarem para o Windows 7", avalia o analista sênior da Forrester Research, Benjamin Gray.

5- Considere a virtualização de desktops
O lançamento do Windows 7 fez com que as corporações passassem a avaliar uma nova tecnologia: desktops virtuais. As promessas de um gerenciamento mais simples e de aumento de segurança trazidas pelas ofertas de desktops virtuais podem fazer com que as companhias considerem a adoção desse recurso como alternativa para a renovação de parques de PCs.
A Microsoft oferece dois produtos que tiram partido da virtualização e poderiam ser usados para gerenciar a migração ou a implantação do Windows 7. Um deles, o Microsoft Application Virtualization reduz o tempo de inatividade ao transformar as aplicações Windows em "serviços virtuais gerenciados de forma centralizada que são entregues a qualquer desktop ou laptop com licença Windows".
A outra solução é o Microsoft Enterprise Desktop Virtualization, que permite a criação, a entrega e o gerenciamento de modo centralizado um ambiente virtual de Windows XP ou 2000 (com base no Microsoft Virtual PC 2007), além de rodar aplicações legadas em desktops com Windows Vista, informa a Microsoft.
Mas ela não é a única fornecedora deste tipo de solução. VMWare e Citrix também têm ofertas para desktops virtuais e podem oferecer alternativas viáveis para uma migração consciente para o Windows 7. "Os gerentes de TI devem ser capazes de olhar para soluções de virtualização. Se você adota a virtualização de desktops, pode implantar seu padrão no novo ambiente de desktops, para cada um dos usuários finais. Bastaria configurar uma máquina para multiplicá-los em todos os outros", diz
Brasen. "Microsoft, VMware e Citrix têm opções para o mercado".

6- Substitua hardware
Segundo analistas, a recessão econômica fez com que muitos decisores da área de TI adiassem atualizações de hardware e investimentos em equipamentos até que houvesse sinais de recuperação. Assim, para algumas organizações, um plano de migração para o Windows 7 pode se transformar em uma estratégia de substituição de equipamentos, já que, em alguns casos, seria mais fácil trocar desktops e laptops defasados a fazer o update dessas máquinas.
"Muitas empresas com infraestrutura envelhecida podem adotar uma política de atualização de hardware maciça em meados de 2010, substituindo desktops e laptops antigos por novos", acredita Gray, da Forrester.
Fabricantes de PCs vêm trabalhando com a Microsoft para entregar máquinas otimizadas com Windows 7. Um exemplo é a Lenovo, com o "Windows 7 Lenovo Enhanced Experience", que oferece máquinas com funcionalidades otimizadas pré-configuradas, que trazem benefícios como mais velocidade para desligar e reiniciar a máquina, levando a melhorias de produtividade para os usuários finais", observa o diretor executivo de serviços globais da Lenovo, Bob Dieterle.

7- Prepare-se para o gerenciamento de atualizações ou correções
Antes de migrar para um novo sistema operacional, os gerentes de TI devem estar cientes dos impactos que o upgrade provocará nos procedimentos de gestão de atualizações ou correções. Também é necessário que toda e qualquer
nova política do tipo que se faça necessária seja colocada em prática, antes da migração.
"É mandatório ter tecnologias de gerenciamento de atualizações para a manutenção do ambiente.Muitos dos fornecedores que oferecem recursos de automação em pacotes de migração também são capazes de implantar atualizações em uma base de um para muitos, para organizações que estão adotando o Windows 7", diz Brasen, da EMA.
"Os gerentes de TI querem chegar ao ponto de realizar um download da atualização e distribui-lo internamente ­ o que, essencialmente, é um processo muito mais rápido e menos intrusivo nos equipamentos dos usuários, finaliza".

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Entrevista: o paradoxo da produção de cinema digital no Brasil

Por Juliano Moreira ,do IDG Now!

 

Há 27 anos na área, José Augusto De Blasiis diz ao IDG Now! que tecnologia reduziu custos, mas viabilidade econômica só vem com grandes produtos.
O cinema digital reduz custos e tem tudo para incentivar novos diretores na busca por uma entrada independente no ramo da sétima arte. Os filmes digitais brasileiros - de celulares até câmeras profissionais - já marcam presença nos diversos festivais nacionais e estrangeiros. Mas o candidato terá de entender e enfrentar um mercado digirido por editais de financiamento, que privilegia a viabilidade econômica dos projetos.
Para oferecer um panorama deste cenário, o IDG Now! entrevistou o coordenador do curso de Cinema Digital da Universidade Metodista de São Paulo, José Augusto De Blasiis.
Profissional de pós-produção de cinema e publicidade há 27 anos, Blasiis é o coordenador geral dos Estúdios Mega em São Paulo e Rio de Janeiro e responsável pela implantação do laboratório cinematográfico Megacolor em São Paulo. Atualmente, é coordenador operacional do laboratório cinematográfico CasablancaLab do grupo Casablanca/Teleimage.
Confira abaixo a opinião de José Augusto De Blasiis sobre o presente e o futuro do cinema digital no Brasil.
O que significa fazer cinema digital hoje no Brasil?
Exatamente a atuação em três áreas: captação, pós-produção e exibição. Vivemos em um processo de transformação, e o mais consolidado até agora é a pós-produção.
Qual a principal diferença entre o processo de produção digital e o de película?
Não existe diferença. Os cuidados da produção são exatamente os mesmos. Com o digital, é necessário tomar algumas precauções em relação à textura dos cenários, maquiagem dos atores e imagem estourada, entre outros fatores. A chance de tudo virar “fake” nesse tipo de produção é maior.
Quais as vantagens e as desvantagens do sistema digital no cinema?
Para uma produção pequena ou média, o custo dos equipamentos e a acessibilidade em relação ao material são melhores. Mas vivemos em um período de cinema de edital. O projeto deve ter viabilidade econômica, e isso só se consegue hoje com grandes produtos e casting global.
É impossível comparar os projetos sem classificá-los em formato, tema etc. Isso é o que acontece no Brasil. Produções pequenas são desfavorecidas.
O cinema digital facilita a entrada de mais cineastas no mercado?
Sem dúvida alguma. Primeiro vem a vontade de fazer e a capacidade de vislumbrar a produção. Com a chegada do vídeo, os cineastas tiraram da cabeça aquela ideia de que só se é profissional quando se filma em película. Com a possibilidade dos filmes digitais, a produção aumentou muito.
Nas universidades aumentaram-se as condições para a produção dos alunos. Tudo é mais barato e acessível. A finalização pode acontecer em um laptop de casa. Com cerca de 10 mil reais é possível trabalhar em um curta.
Já existem frutos a serem colhidos no cinema brasileiro devido às produções digitais?
Sim. Depois de uma maturação de no mínimo uma década, temos mais profissionais capacitados, e um aumento na produção e na participação nos festivais do mundo. A combinação de cinema e televisão quebrou preconceitos e abriu muito espaço para gente nova.
De qualquer forma, ainda temos uma baixa formação intelectual e técnica, uma vez que as empresas não têm como base manter o aluno estudando. Tudo isso causa uma desregulação no mercado do cinema. É fato que conseguimos evoluir depois da retomada. Houve uma melhora significativa pela entrada de profissionais de publicidade no mercado de entretenimento.
Há incentivos do Governo para o cinema digital no Brasil?
No cinema em geral, existem vários editais estaduais, fora os da Petrobras, BNDES, Ancine e Minc que auxiliam os cineastas e produtores. A cada ano surgem mais portas financeiras [estatais] para essas realizações.
É necessária uma boa mexida na área sindical. Ela possui pouca representatividade no cenário audiovisual brasileiro. E não é só se preocupar visando dinheiro, mas sim macroestratégias de mercado, dar uma definição do mercado de cinema a todos os produtores.

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Tim, Vivo e Claro cobraram tarifas abusivas de interconexão, conclui SDE

Por Redação da Computerworld

 

Parecer divulgado nesta quinta-feira (25/3) recomenda ao CADE que condene empresas por aumentar intencionalmente o custo das rivais.
As operadoras móveis Tim, Vivo e Claro cobraram valores abusivos de suas concorrentes a título de custo de interconexão em ligações entre celulares de outras operadoras, com a intenção de aumentar os custos das rivais. Essa foi a conclusão da Secretaria de Direito Econômico do Ministério da Justiça, em parecer divulgado nesta quinta-feira (25/3).
A Secretaria diz ter chegado a essa conclusão depois de constatar que os valores cobrados na rede móvel dessas empresas eram bastante inferiores aos cobrados pela mesma tarifa VU-M das empresas de telefonia fixa.
Como resultado, a SDE encaminhou o processo administrativo ao CADE para julgamento. Se condenadas, as empresas poderão ter de pagar multa que varia de 1% a 30% do faturamento bruto de 2007.

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Impacto da Internet nas eleições de outubro divide opiniões

Por Nathalia Fernandes da BBC Brasil em Londres

 

As eleições de 2010 no Brasil devem ser marcadas pela incorporação da internet como uma ferramenta importante nas campanhas eleitorais, mas especialistas ouvidos pela BBC Brasil ainda se dividem sobre a magnitude do impacto do uso da rede mundial de computadores na disputa.
Termos como blog e rede social foram incorporados à legislação eleitoral brasileira pela primeira vez na minirreforma de 2009, quando o uso da rede mundial e computadores na campanha política foi regulamentado.
O sucesso da campanha de Barack Obama em 2008 nos Estados Unidos - quando o potencial da rede mundial de computadores foi amplamente explorado - inspira os políticos no Brasil. Mas, por outro lado, apenas cerca 25% dos brasileiros estão conectados à rede.

O ano do boom?
“Este ano parece que vai ser o ano do boom da internet. Todos os partidos estão se preparando", afirma Fabiano Carnevale, secretário de Comunicação do Partido Verde (PV), partido que já há dois anos vem investindo no uso da rede e hoje tem páginas no Facebook, Twitter, Orkut e um canal no YouTube.
"Em 2006, a comunicação pela internet era feita por páginas relativamente estáticas e por envio de boletins a grupos de e-mails cadastrados. Hoje as possibilidades são bem maiores. Há muito mais interatividade", afirma André Vargas, secretário de Comunicação do Partido dos Trabalhadores (PT).
O lançamento da pré-candidatura de Dilma Roussef pelo PT - marcando a primeira transmissão ao vivo da TVPT, canal transmitido via web - confirma a aposta.
Segundo nota divulgada no site do PT, a transmissão pela internet "comprova a importância das novas tecnologias para a disseminação da informação". O partido sustenta que, durante pouco mais de três horas, a transmissão foi acessada por mais de 31 mil internautas de 41 países.
O palpite de Eduardo Graeff, secretário de Comunicação do PSDB, no entanto, vai em outro sentido.
Segundo ele, esta ainda será uma "eleição de transição, mais parecida com a eleição presidencial anterior a do Obama, em 2004, quando Howard Dean foi muito bem-sucedido usando a internet nas primárias do Partido Democrático".
Graeff justifica seu palpite argumentando que "esta é ainda a primeira eleição em que as campanhas vão tentar usar a internet aproveitando o conhecimento estabelecido pelas campanhas americanas. Mas aprender a fazer isso bem e adaptar isso à nossa realidade é algo bem mais complexo".
"O interesse é grande, mas o impacto ainda deve ser limitado até porque temos cerca de 30% dos eleitores conectados. Nos Estados Unidos, são quase 80%", completa o secretário do PSDB.

Especificidades da rede
Para a cientista política e professora da Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR) Maria do Socorro, o impacto da internet deverá ser sentido de diferentes formas nestas eleições.
O primeiro aspecto que ela ressalta é a própria agilidade intrínseca à rede mundial de computadores e como isso pode influenciar a parcela do eleitorado que está indecisa.
"A gente está numa campanha eleitoral muito polarizada entre duas forças, PT e PSDB, situação e oposição, então qualquer fato político que venha a repercutir vai ter outra dimensão na internet e pode até mesmo ter um papel importante na definição da eleição presidencial", afirma Maria do Socorro.
Outro ponto levantado pela cientista política é a o impacto do uso da internet na questão da profissionalização da política no país. "Com a internet, a profissionalização vai aumentar. Você precisa de mais pessoas que entendam e façam essa ferramenta funcionar."
Para dar conta do desafio que a internet representa, o PSDB criou uma equipe voltada só para a campanha na internet. "É muito diferente você se comunicar num blog ou no Twitter. Você tem que falar com as pessoas não como massa e sim como indivíduos. É o oposto da televisão", afirma Eduardo Graeff.
Para o Partido Verde, a rede de computadores representa “um melhor espaço para fazer política”.
“E melhor porque não é uma comunicação de cima para baixo, como acontece normalmente e onde não há espaço para interagir. Na internet, você descentraliza o processo. O afiliado pode também gerar material", completa Carnevale, secretário de Comunicação do PV.

Comportamento do eleitor
O perfil do eleitor que o Partido Verde pretende atingir, no entanto, não é o padrão. E o secretário do partido reconhece a diferença.
"A Marina Silva (pré-candidata à Presidência), até pelas temáticas que envolve, como ética e meio-ambiente, atrai um perfil de eleitor que usa bastante a rede", sustenta Carnevale.
Na opinião da cientista política Maria do Socorro, o eleitor brasileiro é um "eleitor passivo" e a possibilidade de maior participação política que a rede proporciona ainda terá de ser assimilada pelos brasileiros.
"A internet pode levar a uma mudança de comportamento por parte do eleitor criando maior empatia e preferência partidária do que acontecia normalmente. É um meio para aumentar este vínculo", sustenta.

Arrecadação
Antes da minirreforma eleitoral de 2009, a lei brasileira era, em linhas gerais, omissa quanto à utilização da internet para a propaganda política. Agora, candidatos poderão não só usar a rede para difundir suas ideias como também para arrecadar recursos.
Doações poderão ser feitas através da internet usando depósitos bancários ou cartões de crédito e o limite a ser doado na rede segue o mesmo padrão de arrecadação por outros meios.
No entanto, o quanto esta nova ferramenta pode gerar de recursos ainda é incerto.
O PT não tem nenhuma projeção, embora reconheça a importância que esta nova fonte de contribuição representa.
"Mecanismos como o PayPal (empresa que permite a transferência de dinheiro através de email) e similares poderão nos ajudar nesta nova tarefa", afirma André Vargas.
"Como não há precedente é difícil fazer uma previsão. Nós ficaríamos felizes se a arrecadação pela internet pagasse os custos da campanha pela internet", diz Graeff.

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Internet revoluciona comunicação entre políticos e eleitores

Por Nathalia Fernandes da BBC Brasil em Londres

 

O diretor de Estratégia Digital da campanha presidencial de Barack Obama, Joe Rospars, defende que a internet mudou não apenas o jeito de ser fazer política, mas também a participação dos eleitores no processo político e a comunicação entre candidatos e o eleitorado.
Em entrevista à BBC Brasil, ele falou sobre as estratégias usadas na eleição americana e a nova comunicação que está surgindo a partir do uso da rede nas campanhas políticas.
Rospars é sócio-fundador da Blue State Digital, empresa americana que fechou parcerias com João Santana, publicitário brasileiro responsável pela campanha eleitoral do PT em 2010.
Leia trechos da entrevista.

BBC Brasil - Como a internet está mudando o jeito de se fazer política no mundo?
Joe Rospars - A maior mudança é que a barreira para entrar é menor e mais pessoas podem participar de diferentes maneiras do processo político. Você não necessariamente tem que ser uma pessoa envolvida com política em período integral ou ser membro de um partido para expressar sua opinião ou organizar algo em sua comunidade.

BBC Brasil - A rede está então tornando o processo mais democrático?
Rospars - É uma ferramenta acessível para as pessoas se envolverem em política. Quando um maior número de pessoas começa a ter acesso a celulares e à internet, as ferramentas estão ali disponíveis para as pessoas escolherem participar e fazer isso de uma maneira mais profunda e com maior impacto do que acontecia no passado.

BBC Brasil - Normalmente política é visto como um assunto difícil. Às vezes, até mesmo tedioso. Você acha que a internet está mudando esta percepção?
Rospars - Eu acredito que está mudando sim esta percepção e mudando também o diálogo. Você pode achar que é um assunto chato ou difícil, mas com a internet há mais pessoas que participam da conversa, então você pode ler, ouvir ou assistir vozes que são mais parecidas com a sua própria. Então, você pode falar com alguém da sua comunidade ou que está interessado no mesmo tipo de assunto que você está. É uma comunicação diferente.

BBC Brasil - Qual é grande diferença entre a internet e outras mídias no que diz respeito à política?
Rospars - A grande diferença é que não são mais apenas os políticos e a mídia que determinam o discurso, com a internet há também pessoas em suas comunidades conversando entre si.

BBC Brasil - Qual foi o mérito da campanha de Obama no que diz respeito ao uso da internet?
Rospars - A grande diferença foi que fomos capazes de abrir a estrutura da campanha e assim permitir que pessoas que apoiavam Obama assumissem um papel de liderança e se tornassem parte desta estrutura.
Construímos uma rede de pessoas que estavam dispostas a fazer o trabalho para que ele fosse eleito. Pessoas nas suas comunidades tomaram responsabilidades que iam além do seu voto apenas. Elas também eram responsáveis por conseguir outros votos. E como o Obama era um candidato com um apelo político forte e por causa do desejo de mudança das pessoas, os eleitores foram capazes de demonstrar esta energia.

BBC Brasil - Qual conselho você daria a um candidato?
Rospars - Há circunstâncias diferentes em cada país, mas o principal fundamento de uma campanha bem-sucedida será abrir o processo ao maior número de pessoas possíveis e ouvir o maior número possível de pessoas.
Eu diria que o principal conselho é abrir a estrutura para o maior número de pessoas e de maneira substantiva. A melhor estratégia é tentar estar em todos os lugares e engajar as pessoas independentemente do site ou rede onde elas se encontrem.

BBC Brasil - Como fazer com que a campanha vá da internet para as ruas e vice-versa?
Rospars - É importante que todas as partes da campanha estejam integradas para que os seus partidários façam parte da mesma operação e organização e assim possam ficar online na campanha, mas também offline nas suas comunidades e vizinhança. Uma das nossas conquistas foi integrar estes dois aspectos muito bem para que todos fizessem parte da mesma experiência e as pessoas se sentissem parte de uma equipe.

BBC Brasil - Mas como estimular as pessoas a participar?
Rospars - Não há substituto para uma mensagem forte e um candidato que acredita no que diz e tem plano apoiados por seus eleitores. Há novas técnicas e ferramentas, mas não há um segredo especial. O importante é abrir para mostrar o projeto do candidato.
A tecnologia simplesmente torna possível que mais pessoas participem, mas o caráter político continua sendo o mesmo. A internet torna tudo muito mais fácil e mais pessoas podem participar, mas no fim é uma questão de construir relacionamentos.

BBC Brasil - Há um perfil de candidato que combina melhor com a internet?
Rospars - Não necessariamente, depende mais de como você estrutura a campanha e do quanto você vai conseguir envolver as pessoas.

BBC Brasil - A internet também permite que acusações e mentiras se espalhem muito mais rapidamente. Como lidar com isso?
Rospars - Estas são apenas ferramentas. Então pessoas que querem usar a rede para espalhar acusações vão fazê-lo. E na campanha do Obama nós também tivemos esta questão e o que fizemos foi tentar ser realmente muito aberto e objetivo em relação a isso e dar aos nossos partidários o apoio para responder a estas acusações.
Nós coletávamos todas estas falsas informações e ataques e publicávamos no nosso site ao lado dos fatos que contestavam aquelas acusações e mostravam que elas eram falsas.
Quando você ouve um boato, você vai até o Google e tenta checar. Nós queríamos ter certeza que uma das páginas que as pessoas iriam encontrar seria a própria página do Obama com a acusação e a verdade ao lado.

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Cibersegurança precisa de regras globais, dizem britânicos

Por William Maclean

 

LONDRES, 18 de março (Reuters) - A segurança online da Europa será melhor atendida com o desenvolvimento de uma regulamentação global que substitua os atuais esforços internacionais "ad hoc", afirmaram parlamentares britânicos ecoando pedidos da indústria para regras mundiais de cibersegurança.
Em um relatório, um comitê da câmara alta do parlamento britânico afirma que a criação de uma estratégia europeia é um passo desejável na direção certa, mas muitos especialistas da comunidade de tecnologia sustentam que uma regulamentação global é a melhor opção.
Apesar da natureza sem fronteiras da Internet, regras internacionais de segurança online não existem ainda, resultando em vários tipos de abusos que vão de roubo em pequena escala a fraudes de identidade, espionagem e ataques em massa contra empresas ou serviços públicos.
Em meio à crescente preocupação sobre crimes online e disputas sobre o ciberespaço que colocaram a China e Irã contra o Google, muitos governos continuam a ver o assunto como sendo de segurança nacional, uma abordagem que muitos especialistas consideram como falha.
Autoridades precisam perseguir criminosos por fronteiras e assegurar que eles sejam processados, uma tarefa difícil quando eles podem usar servidores proxy para se manterem anônimos.
"O governo e a União Europeia deveriam dar maior atenção para como a cibersegurança poderia ser desenvolvida em base global", afirma o relatório.
"É preciso um desenvolvimento gradual das regras internacionais que vão efetivamente desencorajar lançamento de ataques dentro da jurisdição de alguns dos principais usuários da Internet."

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Desbloqueio sem multa pode encarecer celulares pré-pagos

Por Folha Online

 

Os aparelhos de celular pré-pagos poderão ficar mais caros após a entrada em vigor de decisão da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). O órgão regulador determinou na quinta-feira que o desbloqueio de celular é direito de todo cliente e poderá ser feito a qualquer momento, sem cobrança de multa. A decisão passará a valer a partir da sua publicação no Diário Oficial da União, que está prevista para a próxima semana.
"As operadoras poderão parar de vender celular subsidiado nos planos pré-pagos porque não terão nenhuma vantagem em dar o desconto", afirma o presidente da consultoria Teleco, Eduardo Tude.
Na prática, com a medida o consumidor poderá comprar o aparelho com o desconto e não terá nenhum compromisso em continuar com a operadora, uma vez que o aparelho será desbloqueado. Um representante de uma operadora confirmou o aumento de preços e classificou a mudança como "certa".
Atualmente, algumas operadoras vendem o celular pré-pago com desconto, mas o aparelho vem bloqueado. No caso da Vivo, o cliente pode optar entre comprar o aparelho bloqueado, com o subsídio, ou desbloqueado, sem o desconto. Segundo informações da assessoria de imprensa da empresa, quando o consumidor pede para desbloquear um aparelho que foi vendido com o desconto, é cobrado o valor do subsídio. A Vivo não informou o que ocorrerá a partir da mudança.
"A possibilidade de manter o cliente fiel a você é vender o aparelho bloqueado mais barato", afirmou Rodolpho Tourinho, diretor de Assuntos Corporativos da Claro, em entrevista à Folha Online na semana passada, antes da decisão da Anatel. Para ele, o grande penalizado pela medida é o consumidor, já que ela fará com que haja apenas aparelhos sem subsídio no mercado pré-pago, mais direcionado à baixa renda, o que prejudicaria essa classe.
"Sem o desconto, os consumidores de classes mais baixas vão procurar uma promotora de vendas para comprar o aparelho, o que pode encarecer bastante o produto, ou deixarão de comprar", disse. "De uma forma ou de outra, ele vai ser penalizado." A Claro informou, porém, que terá uma posição oficial sobre o assunto após a publicação da decisão no Diário Oficial.
Já no caso dos celulares pós-pagos com desconto não deverá ocorrer aumentos de preços, mas apenas nos casos em que houver fidelização. Segundo a decisão da Anatel, os clientes pós-pagos que tiverem subsídio no aparelho também terão direito ao desbloqueio, porém, deverão continuar com a empresa por 12 meses. Se descumprirem a regra, pagarão multa.
Essa é também a opção da TIM, que já comercializa os aparelhos desbloqueados desde fevereiro. Na operadora, o cliente pode escolher entre o aparelho sem subsídio e sem fidelização ou o desconto no aparelho, com um plano de um ano. Nos aparelhos pré-pagos, não há subsídio.
O presidente da Teleco, no entanto, pondera que o desconto nos aparelhos pré-pagos poderá somente diminuir e não acabar. Segundo ele, operadoras como Vivo, Claro e TIM têm maior poder de negociação na compra dos aparelhos por pertencerem a grandes grupos. A Telefónica e a América Móvel, da Vivo e a Claro, respectivamente, têm mais de 200 milhões de clientes, cada. Já a TIM, da Telecom Itália, tem mais de 80 milhões de celulares, de acordo com o especialista.
"Essas empresas conseguem comprar aparelhos por um preço menor do que é vendido no varejo. Elas poderão decidir se mantêm o subsídio ou não", afirma Tude.
A Oi, que defende o desbloqueio em suas campanhas publicitárias, comemorou, em comunicado, a decisão da Anatel. "O desbloqueio, uma exigência do consumidor, já é realidade no mercado. A Anatel está reafirmando o direito do consumidor ao desbloqueio gratuito e a proibição de cobrança pelo desbloqueio. A Oi comemora essa vitória porque isso demonstra o amadurecendo do mercado. Essa liberdade já tinha sido conquistada por nossos clientes", afirmou, no texto, o diretor de Mercado da Oi, João Silveira.

Regulamentação
A decisão partiu de interpretação da agência sobre o regulamento da telefonia móvel. Até então, havia o embate de ideias entre dois segmentos. Uma vertente interpretava que o bloqueio não é compatível com os princípios de liberdade de escolha e da livre concorrência. Outro segmento defendia que o desbloqueio, quando feito em prazo inferior a doze meses, deveria ser acompanhado de cobrança de multa rescisória.
Segundo o presidente da Anatel, Ronaldo Sardenberg, o desbloqueio antes de 12 meses deixa agora de ser tipificado como quebra contratual.

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Mozilla confirma existência de bug crítico no Firefox 3.6

Por Computerworld/EUA

 

Falha foi detectada por pesquisador de segurança russo; correção está prevista para 30/3, mas versão beta 3.6.2 já traz solução.
A Mozilla confirmou na quinta-feira (18/3) a existência de uma vulnerabilidade crítica na mais nova versão do Firefox, e afirmou que consertará a falha no fim de março.
Apesar de a correção não ser adicionada ao Firefox antes do concurso hacker Pwn2Own, previsto para a semana que vem, os pesquisadores não terão permissão para explorar a falha, segundo os organizadores do concurso.
"A vulnerabilidade foi definida como crítica e poderia resultar na execução de código remoto por um invasor", reconheceu a Fundação Mozilla em nota publicada em seu blog de segurança na quinta-feira. "A vulnerabilidade já foi solucionada pelos desenvolvedores. Estamos atualmente aplicando testes de certificação de qualidade à correção."
O Firefox 3.6, lançado pela Mozilla em janeiro, é afetado pela falha, e a correção virá na versão 3.6.2, que tem data de lançamento prevista para 30 de março.

Colaboração
O bug foi descoberto pelo pesquisador russo Evgeny Legerov um mês atrás, em uma mensagem publicada em um fórum patrocinado pela Immunity, uma empresa de desenvolvimento da Flórida (EUA) que é mais conhecida pelo framework de teste de invasão Canvas. Legerov trabalha para a empresa Intevydis, de Moscou, que produz o add-on VulnDisco para o Canvas.
Legerov não publicou o código-fonte, e no começo recusou-se a fornecer detalhes à Mozilla, de acordo com uma nota publicada em 4/3 em seu blog. "Eu tenho ignorado e-mails... da Mozilla, por favor não gaste mais seu tempo nem o meu", escreveu. O blog foi apagado, mas ainda está disponivel no cache do Google.
Comentários de usuários no site da empresa dinamarquesa de segurança Secunia, que publicou um alerta de vulnerabilidade sobre o caso, questionam os motivos que levaram Legerov a fazer o anúncio, enquanto outros perguntam por que a Secunia não chegou a testar a falha para conformar se era ou não um boato.
Na quinta-feira, a Mozilla disse que mais tarde Legerov enviou "detalhes suficientes para reproduzir e analisar a questão".
Até que a correção de 30 de março seja liberada, os usuários podem atualizar o Firefox para a versão beta 3.6.2, que inclui a correção.

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Pesquisadores da Microsoft testam serviço próprio de microblog

Por IDG News Service/Seattle

 

Similar ao Twitter, Office Talk permite que funcionários de uma empresa compartilhem informações e "criem experiências de colaboração únicas".
A Microsoft planeja começar um projeto piloto em pequena escala com um serviço de microblog destinado a usuários corporativos, e que tem sido testado pelo Office Labs.
A empresa não revela muitos detalhes do serviço. Diz apenas que ele tem sido testado internamente e que agora ela procura por clientes que queiram participar do programa piloto.
Chamado Office Talk, o serviço permite que funcionários de uma empresa compartilhem nacos de informação, de modo semelhante ao que ocorre no Twitter.
"Este teste conceitual aplica as funcionalidades básicas do microblog ao ambiente de negócios, permitindo que empregados postem ideias, ações e informações virtualmente importantes a qualquer um que estiver interessado", explicou a empresa, em uma nota no blog do Office Labs.

Redes informais
A nota acrescenta que o Office Talk foi um dos testes conceituais mais populares do Office Labs.
"O teste não mostrou apenas o óbvio - que as pessoas não se limitam ao social quando usam o microblog -, mas que até uma implementação gerenciada pelo departamento de TI e focada na produtividade pode se alastrar rapidamente entre as redes informais e criar experiências de colaboração únicas", afirmou.
A Microsoft segue o exemplo de outras empresas que já oferecem software de microblog para uso corporativo. Por exemplo, SocialText, StatusNet, Yammer, Socialcast e Chatter (da Salesforce) são todos produtos de microblog usados por empresas.
Os pesquisadores do Office Labs são sempre rápidos em dizer que eles trabalham em experiências que podem nunca chegar a se tornar produtos reais, e que com o Office Talk não é diferente.
"Office Talk não é um produto - é um projeto de pesquisa focado em aprender como as pessoas poderiam utilizar ferramentas de redes sociais no trabalho e de que maneira pessoas e organizações percebem seu valor", enfatizam.

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TV Digital: SBT já estuda possibilidade de integração com redes sociais

Por IDG News

 

Amanhã, se for ao shopping e entrar em uma loja que já venda um dos modelos de TV Digital com o Ginga embarcado, sintonize no SBT e, ao ver o sinal de interatividade na tela, baixe a aplicação e experimente.
“Somos a única emissora a ter interatividade 24 horas no ar, 365 dias do ano, com informações disponíveis para um usuário a um único clique”, afirma Roberto Franco, Diretor de Tecnologia e Operação.
Há mais de um ano a empresa vem fazendo testes de uso com a interatividade em universidades, agências de propaganda, associações de classe como a SET (foto), a Aba e a Abap, e focus group com consumidores. “Aprendemos muita coisa sobre o comportamento das pessoas com a interatividade e chegamos a um modelo que nos deixa bastante confortáveis para iniciar a oferta de conteúdo interativo e que não faz da interatividade um elemento complicador da experiência de uso da TV”, diz ele, sem deixar de ressaltar que ainda há muito o que aprender.

Picture 3

Do aprendizado já adquirido nasceu a proposta de uso da interatividade descasado da grade de programação, mas não da programação em si.
“Chegamos à conclusão de que mudar a cara da interatividade a cada programa poderia confundir o telespectador”, comenta Franco. O resultado é uma aplicação única, para acesso a informações que o usuário deseja, a um único clique, na hora que quiser. “Posso consultar informações sobre a novela no meio do jornal, ou notícias no meio da novela”, explica. “Não queremos controlar a vontade do telespectador, nem o seu uso”, afirma.
O conceito lembra muito o de um portal. “Mas tomamos o cuidado de não copiar nenhum modelo de operação existente. Não é igual à interatividade do cabo. Também não é igual à da internet”, diz. “A ideia do SBT é de que a TV deve ser uma plataforma integrada de acesso a conteúdos, informações e entretenimento. Eu posso oferecer muito desse conteúdo pelo ar e outros através dos canais de interatividade, sem relação direta com o vídeo”, afirma o executivo.
“A plataforma interativa, com ou sem internet, é mais uma forma de agregar valor ao nosso conteúdo”, diz ele. “Posso caminhar da cabeça para cauda longa e da cauda longa para a cabeça”, explica Roberto Franco.
Toda a interação é feita através do controle remoto. ” Mas a aplicação está preparada para o uso de outros dispositivos, como teclados”, diz ele.
Como o aprendizado é contínuo, já está em desenvolvimento uma versão 2.0 desse portal hoje no ar, “mais comercial”, com alguns ajustes feitos a partir da opinião dos usuários após os testes. “As portas da oportunidade e da inovação estão mais abertas que nunca e acreditamos que quem fizer as melhores perguntas sobre o uso da interatividade e souber ouvir os telespectadores, vai ganhar mais do que quem acha que já sabe as respostas”, completa Franco, sem revelar uma data de lançamento. “Vamos ver como a indústria de recepção e comporta, o mercado evolui e aím sim, pôr essa nova versão no ar”.
O Futuro? Redes sociais estão no radar
Uma das áreas de pesquisa mais intensa, nesse momento, é a integração das aplicações interativas com as redes sociais. “Para que isso aconteça, será necessário, por exemplo, identificar o receptor, um a um, pelo número IP, ou outro recurso que permita identificar o usuário sem ferir sua privacidade, respeitando sua individualidade e o seu anonimato”, comenta Franco, ressaltando que é preciso fazer isso com lisura, sempre pedindo autorização prévia.
O uso de redes sociais também é uma aplicação interativa dependente do canal de retorno. “Então, além de a aplicação pedir licença para ter acesso ao seu IP, também terá que avisar sempre que o uso do canal de retorno implicar em custo”, diz Franco.
Nada diferente do que já acontece hoje com promoções ou votações que façam uso do SMS.
Como se vê, o SBT não só aposta na interatividade e como está trabalhando duro para atrair o telespectador para a TV Digital interativa. “Colocamos a alta definição no ar, mesmo que para um público pequeno. E faremos o mesmo com a interatividade, porque acreditamos que, apesar de todas as críticas, o modelo brasileiro de TV Digital e o que mais beneficia o telespectador”, argumenta Franco. ”Ele vai ter dez anos para ir para a TV Digital, e a vida toda para decidir se quer a interatividade ou não”, diz.
“O SBT acredita que o Ginga é um grande atrativo do SBTVD e pode acelerar muito a migração para a TV Digital”, reafirma Franco. “Tudo vai depender dos planos de negócio da indústria de recepção, do varejo, das próprias emissoras. São muitos os atores envolvidos, mas estamos caminhando”.

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TI Verde: Governo federal publica especificações para a compra de PCs

Por Redação da Computerworld

 

Ministério do Planejamento divulga na web normas que devem ser observadas preferencialmente pela administração federal e por autarquias e fundações.
O Ministério do Planejamento divulgou na internet as normas para a compra de "computadores verdes" pelo governo federal. No site http://www.governoeletronico.gov.br/sisp-conteudo/especificacoes-tic é possível verificar as características dos equipamentos.
Os requisitos incluem, por exemplo, melhorias da eficiência energética e restrições quanto ao uso de substâncias nocivas na fabricação dos produtos. Segundo a portaria nº 2, publicada no Diário Oficial desta quinta-feira (18/03), órgãos da administração federal, autarquias e fundações devem observar, preferencialmente, esses requisitos durante o processo de compra de computadores.
Segundo comunicado divulgado pelo Ministério, os órgãos que seguirem as orientações devem exigir, no edital, que os equipamentos não contenham substâncias perigosas como mercúrio (Hg), chumbo (Pb), cromo hexavalente (Cr(VI)), cádmio (Cd), bifenil polibromados (PBBs), éteres difenil-polibromados (PBDEs) em concentração acima da recomendada na diretiva da Comunidade Europeia, RoHS (Restriction of Certain Hazardous Substances). Além disso, a eficiência dos computadores deve ser superior a 80% no fator de potência do seu desempenho, pois, dessa forma, já redução no consumo de energia elétrica.
Segundo o Ministério do Planejamento, as recomendações foram colocadas em consulta pública entre 14/12/09 e janeiro de 2010. Elas também integram a Instrução Normativa Nº1, de 19/01/10, pela qual o Ministério regulamentou a utilização de critérios sustentáveis na aquisição de bens e na contratação de obras e serviços pelos órgãos do governo federal.
A Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação (SLTI) do Ministério do Planejamento também colocou no site as especificações de estações de trabalho básica, padrão e avançada e de notebooks. Essas características devem ser observadas pelos órgãos do governo federal, conforme determinou a Portaria n° 2.
A norma determina ainda que as aquisições de bens nessa área devem estar de acordo com o Plano Diretor de Tecnologia de Tecnologia da Informação (PDTI) do órgão. A partir de julho, esse planejamento deverá conter também a política de aquisição, substituição e descarte de equipamentos

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Primeiras escolas receberão 37 mil laptops do UCA até 30/5

Por Edileuza Soares, da Computerworld

 

Primeira fase levará laptops educacionais para 86 estabelecimentos de ensino público. Ao todo, 150 mil portáteis chegarão a 300 instituições.
O primeiro lote de 37 mil laptops do programa do governo federal Um Computador por Aluno (UCA) está previsto para chegar às escolas até o final de maio, segundo previsão do assessor da Presidência da República, José Luiz Aquino. Nessa etapa, serão beneficiados 86 estabelecimentos da rede pública de ensino de oito Estados do Brasil.
Aquino informa que antes da entrega dos notebooks às escolas pelo Ministério de Educação (MEC) é necessário construir as redes wireless nesses estabelecimentos para que os alunos tenham acesso em banda larga na sala de aula, bem como treinar professores.
A implantação das redes wireless será feita pelo MEC em conjunto com a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP). Já o programa de treinamento dos professores começou nesta quinta-feira (18/03), informa Aquino, com universidades selecionadas para capacitar inicialmente educadores que vão ministrar cursos para os Núcleos de Tecnologia de Educação (NTE) nos Estados e municípios.
Esses núcleos ficarão responsáveis pela capacitação dos professores que vão usar os notebooks em sala de aula. O programa inclui 40 horas de treinamento presencial e 140 a distância que serão ministradas pela Secretaria de Ensino a Distância do MEC.

Cronograma do UCA
O UCA prevê a entrega de 150 mil laptops educacionais para 300 escolas públicas do Brasil, escolhidas para participar de um piloto. Esses estabelecimentos foram selecionados em conjunto com as secretarias de ensino dos Estados e municípios.
Esses laptops foram fabricados pela CCE/Digibrás, vencedora da licitação pública do MEC e Fundo Nacional de Desenvolvimento de Educação (FNDE).
Dos 150 mil equipamentos, três mil foram reservados para treinamento dos professores e entregues ontem, 18/3, ao MEC. As 86 primeiras escolas selecionadas pelo UCA vão receber outros 37 mil notebooks.
Os 110 mil restantes serão entregues em duas etapas. Segundo Aquino, 55 mil serão distribuídos até o final de junho e outro lote de 55 mil notebooks até final de agosto.
De acordo com o assessor da Presidência da República, ficará a critério de cada escola decidir como essas máquinas serão utilizadas e se poderão ser levadas para casa pelos alunos. “O uso dos laptops é de responsabilidade delas”, afirma Aquino.

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Senado quer analisar custo de telecom e alcance da banda larga

Por Redação do IDG Now!

 

Comissão de defesa do consumidor aprovou nesta terça-feira (16/3) criação de grupo de trabalho, que também terá membros da comissão de tecnologia.
A comissão do Senado que trata de assuntos ligados à defesa do consumidor aprovou, nesta terça-feira (16/3), requerimento para a criação de um grupo de trabalho que examinará os altos custos do serviço de telefonia e o alcance da banda larga no País.
No requerimento encaminhado à comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização (CMA), o senador Renato Casagrande (PSB-ES) argumenta que o Brasil está em posição desfavorável em ranking de 159 países elaborado pela União Internacional de Telecomunicações (ITU, na sigla em inglês).
No ranking da ITU, que compara os países em termos de serviços de telecomunicações, o País aparece em 60.º lugar em acesso e em 87.º em custos.
Não é a única lista que traz o Brasil em posição desfavorável. Em outra pesquisa, divulgada em 28/1 pela empresa de consultoria Bernstein Research, o Brasil aparece como detentor da segunda tarifa mais cara do mundo em telefonia celular, atrás apenas da África do Sul.
O grupo de trabalho deverá analisar os custos das telefonias fixa e móvel, bem como as dificuldades de acesso aos serviços de banda larga.
Também farão parte do grupo de trabalho senadores da comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT), que já havia aprovado o requerimento de Casagrande.

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Chrome tem falhas corrigidas dias antes de evento hacker

Por Computerworld/EUA

 

Foram consertadas 11 vulnerabilidades na versão "estável" para Windows; em 24/3, browser será alvo do concurso hacker Pwn2Own.
O Google lançou correção para 11 vulnerabilidades na versão de Windows do navegador Chrome, incluindo uma que rendeu um cheque de 1.337 dólares ao descobridor, como parte do novo programa de caça a bugs da empresa.
Assim como a Apple, que atualizou o Safari na semana passada, o Google soltou os patches de segurança dias antes do concurso Pwn2Own de hackeamento de navegadores, que começará quarta-feira (24/3), no Canadá.
A atualização para o Chrome 4.1.249.1036 corrige seis falhas consideradas “altas”, a segunda classificação mais séria no sistema do Google, além de três “médias” e duas “baixas”.
Por mais que o Google tipicamente esconda detalhes técnicos da maior parte das vulnerabilidades quando solta uma atualização, todos os bugs foram esclarecidos dessa vez.
“Os erros devem ser mantidos em segredo até a maioria dos nossos usuários atualizar seus PCs com as correções”, explicou o gerente de programação técnica da equipe do Chrome, Orit Mazor.

Prêmio
Um erro no WebKit, o mecanismo open-source que comanda tanto o Chrome como o Safari, rendeu ao pesquisador Sergey Glazunov um cheque de 1.337 mil dólares, o pagamento máximo feito pelo Google pelo programa de caça a bugs. A maior parte das falhas rende aos descobridores apenas 500 dólares, mas algumas falhas críticas podem render até 1.337 mil dólares. A quantia é uma referência à “leet”, uma espécie de linguagem geek usada por alguns pesquisadores. Nela, “leet” é escrito “1337”.
Outras vulnerabilidades foram creditadas a Mark Dowd, um notório pesquisador de falhas em navegadores e sistemas operacionais que está trabalhando sob contrato para o Google; Robert “Snake” Hansen, CEO da SecTheory; e Aki Helin, da Universidade Oulu, na Finlândia.
No total, o Google pagou 3.337 mil dólares para os caçadores pelos bugs corrigidos na quarta-feira.
Apenas a versão “estável” – a maneira que o Google chama a versão “final” – para Windows foi corrigida; o Chrome para Mac e Linux ainda não deixaram a versão beta.

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Brasil atinge 2 milhões de domínios '.br'

Por Redação do IDG Now!

 

O '.br' levou 17 anos para chegar ao primeiro milhão de domínios registrados e pouco mais de três anos para dobrar o volume, destaca NIC.br.
O Brasil alcançou a marca de 2 milhões de domínios '.br' na quinta-feira (11/3), anunciou o NIC.br (Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR), na quinta-feira (11/3). A coordenação dos registros de nomes de domínio no País é feita pelo serviço Registro.br.
A soma já havia sido prevista pelo diretor-presidente do NIC.br - braço executivo do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) -, Demi Getschko, em entrevista ao IDG Now!. Segundo ele, o '.br' levou 17 anos para chegar ao primeiro milhão de domínios registrados e pouco mais de três anos para dobrar o volume.
Mesmo durante a crise financeira mundial entre os anos de 2008 e 2009, a taxa de crescimento de registros de domínios se manteve estável, em torno de 20% anuais, ressalta Getschko, no comunicado do NIC.br.
O código brasileiro publicado há 21 anos, em 1989, está entre os dez com maior número de registros no mundo.
Contando a anuidade de 30 reais cobrada pela manutenção de cada domínio, o NIC.br terá uma receita de mais de 60 milhões por ano.

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Portal Brasil peca em acessibilidade e traz dificuldades para encontrar informações

por CINTIA BAIO | Do UOL Tecnologia

 

Após 3 anos de projeto e cerca de R$ 7 milhões investidos, o novo Portal Brasil, do Governo federal, estreou no último dia 03/03. O objetivo do site é facilitar o acesso a mais de 500 serviços públicos —como informações sobre RG e previdência— em um único lugar. Para o presidente Lula, o portal será uma espécie de Google brasileiro, onde a população “vai entrar e vai poder saber de tudo aquilo que a gente faz, de cada centavo que a gente gasta", como disse em seu programa semanal de rádio, Café com o Presidente.
No entanto, alguns especialistas ouvidos pelo UOL Tecnologia acreditam que ainda falta muito trabalho para que a engenharia do site permita encontrar informações precisas e de forma rápida. As principais críticas em relação ao novo Portal concentram-se na distribuição confusa da informação, prioridade desnecessária para notícias e erros de acessibilidade.
" Se o o objetivo do site é reunir serviços, eles é que deveriam estar destacados, não as notícias. A Agência Brasil já tem essa função”, diz Érico Fernandes Fileno, designer de Interação e coordenador de pós graduação em Design Centrado no Usuário, em Curitiba, Paraná. O profissional acredita que se o Portal focasse mais em prestação de serviços, as informações seriam encontradas mais facilmente.
Em uma rápida pesquisa pelo termo RG, por exemplo, só foi possível encontrá-lo ao usar a busca do site. Não foi possível localizá-lo na listagem de serviços —na filtragem pela letra R, de RG ou na filtragem pela letra C, de Carteira de Identidade.
No último Café com o Presidente, Lula disse que o Portal Brasil está com apenas 30% do conteúdo previsto. De acordo com a Secom, Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, o site contará com mais de 95 vídeos, 2 mil páginas e mais de mil textos produzidos em português com traduções para o inglês e espanhol.

Acessibilidade
Outro ponto que incomodou os especialistas foi a possível falta de testes de acessibilidade para o Portal. Em um artigo publicado por Leda Spelta, diretora do projeto Acesso Digital e deficiente visual, é apontado várias dificuldades de leitura.
Ao entrar na página inicial, o software de leitura diz “Omi”, em vez de “Home”, por não estar configurado adequadamente, por exemplo. “‘Ômi - Portal Brasil’. Ômi não é o masculino de Muié; é a pronúncia da palavra ‘home’, quando não está codificada corretamente com a indicação de que é uma palavra da língua inglesa”, explica ironicamente a diretora.
Além disso, as descrições das fotos não estão configuradas corretamente. Por conta disso, o deficiente visual não consegue entender o que representa a imagem. Um erro grave na opinião de Leda.
Para Horácio Pastor Soares, também do projeto Acesso Digital, a falta de adequação do site para deficientes visuais fere a constituição (Lei 5296, que traz as diretrizes sobre acessibilidade) e poderia ser evitada a partir de testes simples. “Era preciso fazer novos testes antes de colocá-lo no ar. Assim, erros básicos poderiam ser evitados”, sugere Soares.
De acordo com a empresa TV1, responsável pelo projeto, foram feitos testes de acessibilidade duas semanas antes do portal estrear, que "serviram para apontar os problemas de acessibilidade ainda existentes". Em entrevista por e-mail, a TV1 afirmou que melhorias devem ser feitas até o final de 2010.
Em relação à disposição de conteúdo, a empresa diz que "todos os conteúdos do Portal são trabalhados também como notícias", distribuidas pela primeira página do site.

Investimentos
Até agora, foram investidos R$ 7 milhões no projeto, mas outros R$ 4 milhões ainda estão devem ser gastos, de acordo com o valor da licitação. De acordo com especialistas, o preço pago pelo projeto está acima do praticado pelo mercado. “Quando vi o valor, me perguntei se o mercado está pagando pouco ou se o Governo é quem está pagando demais”, brinca Fileno.
Para se ter uma ideia, um site de uma grande operadora e de um banco particular custaram, cada um, cerca de um terço do valor pago pelo Governo, de acordo com Fileno, que participou de tais projetos. “O nível de aprofundamento de um serviço online de banco, por exemplo, é maior porque envolve segurança da informação. E mesmo assim, é possível criá-lo por um preço menor”, explica.
Embora se diga que o portal tenha levado três anos para ficar pronto, a concepção e a construção duraram menos de sete meses, de acordo com o cronograma publicado no site da Secom. Em 2007 foi decidido que era preciso criar um portal que reunisse todas as informações do Governo. Entre a decisão e o início do projeto, passaram-se 19 meses —contando o período de consulta pública e o de licitação.

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Qual o segredo do Facebook?

por Fábito Bito

 

Em 12 meses, o site criado por estudantes da Universidade de Harvard quase duplicou o seu número de visitantes únicos, ou seja, de pessoas diferentes que o acessaram. Contando as visitas repetidas, o Facebook, criado em 2004, tornou-se o segundo maior site dos Estados Unidos em termos de acessos, ultrapassando até o gigante Yahoo. A rede social registrava, em dezembro de 2009, um total de 350 milhões de usuários - um quinto da população mundial com acesso à internet.
Mas, qual será o segredo do Facebook para atrair tantos usuários e se transformar, em apenas seis anos, no maior fenômeno entre as redes sociais? Primeiramente, esse sucesso colossal, não pode ser analisado apenas por um viés. Existem diversos motivos que fazem do Facebook um dos maiores expoentes do setor no mundo, pelo menos em termos numéricos.
Um dos motivos desse sucesso é a promoção de conectividade, da ligação, entre as pessoas de forma prática. Um exemplo desta praticidade é o as atualizações dos contatos de um usuário, que são exibidas já na página inicial. Outro motivo é a crescente oferta de aplicativos de excelente qualidade que funcionam paralelamente com a ferramenta, como os social games - Máfia Wars e Farmville -, além da integração com o Twitter e com outras redes digitais.
O Facebook atingiu um nível tal que inspirou até um filme, a ser lançado em outubro próximo, e já se tornou mais popular entre os brasileiros do que o Twitter - o miniblog no qual as mensagens não podem ter mais do que 140 caracteres.
Pontos negativos - Apesar deste crescimento e da boa qualidade do sistema, no entanto, o Facebook já experimenta alguns pontos negativos. Nos EUA, alguns jornais chegam a falar do Facebook como "cidade fantasma", com usuários abandonando a ferramenta pelo excesso de informações que julgam irrelevantes, uma suposta aproximação do Facebook com o MySpace.
Houve também um movimento de posicionamento de nichos, o que acabou levando muita gente para o Facebook. No caso do Brasil, especificamente, muitos usuários optaram pelo Facebook após a massificação e banalização do Orkut, se aproveitando inclusive da barreira lingüística que havia até 2009.
Era uma alternativa para internautas mais exigentes que queriam fazer parte de um produto mais globalizado do que o Orkut, com usuários predominantemente indianos e brasileiros.
No Brasil, o grande problema, além da popularização gigantesca, está no uso abusivo das ferramentas de compartilhamento e gratificação que terminam dificultando o uso básico da rede. Isto é resultado natural da construção de redes gigantes, com muitos participantes conectados por laços fracos. A qualidade da ligação emotiva, política e intelectual entre os membros de uma rede é determinante para o seu sucesso. No entanto, sem dúvidas o Facebook está longe de ser um fracasso.

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Suzuki dará carro de R$ 66,5 mil via Twitter

Por Daniel dos Santos, Macworld Brasil

 

“Suzuki SX4. Tão moderno que é o primeiro carro lançado no Twitter.” Com esse slogan, a fabricante japonesa de carros iniciou neste final de semana a campanha de lançamento no Brasil de seu mais recente veículo, via rede social.
Para impulsionar a marca entre os usuários de Internet, o veículo chega ao mercado com uma promoção realizada com uso do popular microblog. Quem seguir a conta www.twitter.com/sigasx4 pode levar para casa um carro avaliado em 66,5 mil reais.
A promoção vai de 13 de março a 03 de abril de 2010, vale para quem tem 18 anos ou mais, more no Brasil e tenha carta de habilitação, além de uma conta no Twitter. Não é preciso realizar qualquer compra. Também é preciso preencher um cadastro em www.sigasx4.com.br.
De acordo com as regras do concurso, no período de duas semanas um Suzuki SX4 visitará cinco destinos entre as cidades do Rio de Janeiro e São Paulo. Os participantes terão que descobrir qual é o próximo destino. Para isso, contarão com pelo menos sete dicas, postadas diariamente no Twitter.
O vencedor será comunicado via mensagem direta na sua conta no Twitter, além de receber um telefonema.

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5 golpes em detalhes para não perder dinheiro na internet

Por Network World/EUA

 

FBI destaca os principais golpes virtuais que afligiram os residentes dos EUA durante o ano de 2009; aprenda com eles a se defender de arapucas.
Os golpes online continuam a ser uma das maiores praga da internet, revela um relatório sobre crimes digitais divulgado pelo FBI, a polícia federal americana, na sexta-feira (12/1). O resultado - que inclui os principais golpes de 2009 nos EUA, mas que se aplica aos internautas de todo o mundo - sugere que não há limites para a imaginação desses criminosos.
“Os números contidos no relatório indicam que os criminosos continuam a tirar proveito do anonimato proporcionado pela internet. Eles também têm desenvolvido métodos cada vez mais sofisticados de enganar consumidores. O crime na internet está evoluindo para formas com as quais nem poderíamos imaginar cinco anos atrás”, disse, no relatório, o diretor Donald Brackman, do Centro Nacional de Crimes de Colarinho Branco (NW3C).
O total anual de queixas de crime relatadas ao Centro de Queixas de Crimes na Internet (IC3), órgão resultante de parceria entre o FBI e o NW3C, aumentou 667,8% entre 2001 e 2009.
Local de origem
O IC3 também fez um levantamento do local de origem do fraudador, com base em informações fornecidas pela vítima, nos casos em que os dados eram disponíveis.
Segundo esse ranking, 65,4% dos fraudadores em ação nos Estados Unidos são residentes no próprio país; 9,9% são do Reino Unido, 8% da Nigéria, 2,6% do Canadá e 0,7% da Malásia.
De acordo com o FBI e o site do IC3, entre os golpes mais populares de 2009 estão o do atirador, o de consulta astrológica, os golpes econômicos, os de sites de empregos e os pop-ups maliciosos com propaganda de software antivírus falso.
Confira os detalhes de operação de cada um deles - e evite ser pego em armadilhas como essas.
1.Pop-up malicioso
Um dos golpes mais sujos envolve a exibição de anúncios pop-up maliciosos para software antivírus inócuo. As vítimas disseram ter sido expostas a anúncios que alertavam sobre a existência de vírus ameaçadores ou de algum conteúdo supostamente ilegal em seus PCs. Ao clicar nos pop-ups falsos, as vítimas estavam, sem saber, baixando código malicioso.

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Schincariol aumenta visibilidade de sua cadeia com integração

Por Edileuza Soares, da Computerworld

 

Grupo cervejeiro automatizou a gestão de pedidos para entregar produtos certos, na hora certa e com preço correto ao consumidor.

A disputa acirrada entre os produtores de cerveja no Brasil fez a o grupo Schincariol, a segunda maior do setor no País, atrás da Companhia de Bebidas das Américas (AmBev), com faturamento de 4,5 bilhões de reais (em 2008), a investir em novas tecnologias para atender o consumidor mais rapidamente. A empresa implantou a solução da SAP de Supply Chain Management (SCM) para integrar toda a sua cadeia de valor e planejar vendas de acordo a demanda dos pedidos de vendas.
A Schincariol já era usuário do sistema de gestão empresarial (ERP) da produtora alemã de software e em abril de 2008 começou a redesenhar seus processos para implantar a ferramenta Advanced Planning Optimizer (APO) ou planejador avançado e otimizado. O projeto faz parte da estratégia da companhia que destinou um investimento de R$ 1 bilhão de reais para expandir sua operação no mercado local e externo.
Para suportar seu crescimento, a empresa aproveitou a conclusão da migração do ERP SAP, para uma versão mais nova, para reestruturar a rede de fornecimento e os processos logísticos. “Queremos ter visibilidade de toda nossa cadeia”, destacou o diretor de operações industriais da Schincariol, Gino Berninzon Domenico, que apresentou o projeto de SCM da empresa, no SAP Fórum 2010, realizado em São Paulo, na semana passada.

Desafio logístico
Segundo o executivo, o papel da nova tecnologia é ajudar a indústria a integrar as áreas de vendas, marketing, produção e inteligência de negócios para gerenciar e produção e planejar as entregas aos cerca de 700 estabelecimentos que a companhia abastece em todo o Brasil entre bares, restaurantes e supermercados. “Queremos entregar o produto correto, no lugar correto e com preço correto”, destaca Domenico.
Atualmente a Schincariol fabrica aproximadamente 200 produtos, entre os quais estão as cervejas Nova Schin, Eisenbahn e Devassa. A companhia também produz sucos, refrigerantes e engarrafa água. Aproximadamente 60% dos seus negócios vêm da venda de cerveja e os 40% restante dos demais produtos.
Para crescer no mercado, a empresa vem desde 2008 fazendo aquisições, tendo comprado fabricantes como Nobel no Nordeste, a Baden de Campos de Jordão (SP) e a Eisenbahn, de Santa Catarina.
Ao todo a companhia conta 14 fábricas espalhadas pelo Brasil, que juntas têm uma capacidade de produção anual de 4,5 bilhões de litros bebidas entre cervejas, refrigerantes, água e sucos. Os centros de distribuição próprios somam 11 unidades.
A expansão da indústria trouxe, segundo Domenico, muitos desafios. “Saímos do alto giro para um mundo mais aberto com mais canais de vendas. Precisamos nos reestruturar para melhor os serviços ao cliente”, argumenta. Atualmente a Schincariol conta com aproximadamente 200 revendedores em todo Brasil.
A empresa necessita também aprimorar o uso de sua capacidade produtiva e otimizar a alocação dos ativos para gerenciar seu estoque com mais eficiência.

O projeto
O projeto de SCM foi implantado na Schincariol em duas fases e o trabalho contou com apoio da consultoria Axis, especializada nessa área. Na primeira etapa, envolveu o planejamento integrado da gestão de atendimento, que foi de março de 2008 a abril de 2009.
A empresa queria planejar a demanda dos pedidos com mais eficiência para ter informações precisas sobre o que iria produzir, vender e que produtos têm maior giro por região entre outras informações.
De posse desses dados, a indústria sabe em qual das fábricas o pedido será produzido, já que a empresa conta com plantas espalhadas pelo Brasil. Outra vantagem é que a companhia
se organiza melhor para comprar matéria-prima, uma vez que alguns itens são importados.
Domenico dá o exemplo do malte para produção das cervejas que é comprado de fornecedores da Europa e os pedidos dessess insumos precisam ser planejados com quatro meses de antecedência.
Segundo o diretor de operações da Shincariol, a empresa planeja sua demanda de vendas por um período de quatro meses. A expectativa com o novo projeto é que essa janela se amplie para seis meses ou até um ano.
Com um horizonte maior, ele afirma que acabam os ruídos entre as várias áreas envolvidas no processo. “Não adianta querer vender mais se eu não tenho o produto”, diz.
Após planejar as vendas, a indústria iniciou a segunda fase do projeto que foi a gestão do atendimento de pedidos, que possibilita a empresa priorizar as entregas para ter mais rentabilidade porque, segundo Domenico, “não dá para ser igual para todos”.

Próxima etapa
Para 2010, entrará a fase de planejamento do transporte de forma mais efetiva em que as entregas serão roteirizadas. O objetivo é otimizar a distribuição e reduzir custos com o transporte.
A Schincariol programou também para este ano a implantação da ferramenta de Business Intelligente (BI) da SAP para gerar indicadores de sua operação em toda a cadeia de valor, levantando informações como nível de serviço, tempo de atendimento, acerto da previsão de vendas e produção, entre outros dados para tomada de decisão.

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Microsoft diz que usuário deve evitar uso da tecla F1 no Windows XP

por Computerworld/EUA

 

Empresa reconhece falha no IE que pode prejudicar Windows XP e recomenda que usuários evitem apertar F1 ao usarem o navegador.
A Microsoft recomenda aos usuários do Windows XP que não apertem a tecla F1 quando pedido por um site, como parte da reação a uma vulnerabilidade que ainda não foi corrigida que pode ser usada para invadir computadores usando o Internet Explorer (IE).
Em um boletim de segurança divulgado na segunda-feira (1/3), a empresa confirmou um erro no VBScript, oferecendo mais informações sobre a falha e dando dicas sobre como proteger o computador até o lançamento da correção. Saiba mais na PC World.

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Bloqueio da porta 25 mobiliza associações de provedores

por Redação do IDG Now

 

Nove entidades do setor anunciaram nesta quinta-feira (25/2) o início de uma campanha lidar contra o envio de spam.
Diversas associações que representam os provedores de internet escolheram justamente o dia 25 para dar início a uma campanha que enfatiza a necessidade do bloqueio da porta 25, explorada por cibercriminosos para envio de mensagens de e-mail não solicitadas (spam).
Em comunicado divulgado nesta quinta-feira (25/2), as entidades Abramulti, Abranet, Abrappit, Abrint, Aprova-PE, Aprova-PB, InternetSul, Rede Global Info e Rede TeleSul disseram ter dado início a uma campanha nacional para a adoção do bloqueio.
A medida foi recomendada oficialmente pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) em 24/4/2009, porém a adesão não foi imediata. Um dos primeiros provedores a seguir a recomendação foi o UOL, que bloqueia a porta 25 desde 5/1. À época, o IDG Now! esclareceu as principais implicações da medida, que afeta quem mantém um servidor próprio para envio de e-mails.
Mas o excesso de PCs mal configurados ou infectados com programas maliciosos tem feito com que a porta 25 seja explorada por spammers de todo o mundo, o que coloca o Brasil entre os líderes no envio desse tipo de mensagem.
O Conselho Nacional dos Provedores de Serviço de Internet (Conapsi), que coordena a campanha, afirma que as associações não deram um prazo para a aplicação da medida, mas espera que a maioria dos usuários já tenham a porta 25 bloqueada até o fim de março de 2010.

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Projeto de lei quer proibir envio de spam

por Agência Senado

 

O envio de mensagens eletrônicas não solicitadas, chamadas de spams, passará a ser proibido, segundo o Projeto de Lei do Senado (PLS) 21/04, de autoria do então senador Duciomar Costa, que recebeu parecer favorável, nesta terça-feira (2), da Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE). Já aprovado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), o projeto ainda será examinado pela Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT).
O texto aprovado pela CE foi um substitutivo elaborado pelo relator da matéria, senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG), que confirma posição já adotada pela CCJ. Segundo o texto, o remetente de mensagem eletrônica será obrigado a apresentar em cada mensagem, de forma clara, endereço físico ou eletrônico do remetente e mecanismo eletrônico "eficaz" pelo qual o destinatário possa facilmente exercer o direito de não mais receber mensagens daquele remetente.
"O spam vem crescendo de forma acelerada. Lota as nossas caixas postais e muitas vezes contém vírus. Todo mundo que usa e-mail convive com essa praga", disse Azeredo, ao apresentar seu voto favorável.
A comissão aprovou também parecer favorável ao PLC 187/09, que determina a oferta de alimentação diferenciada, nas escolas públicas, para alunos portadores de diabetes, hipertensão ou anemias. O relator foi José Nery (PSOL-PA). Também foi aprovado parecer favorável ao PLC 64/08, que teve como relator o senador Augusto Botelho (PT-RR), segundo o qual os cadáveres não reclamados às autoridades competentes no prazo de 30 dias poderão ser destinados às escolas de medicina, odontologia, farmácia, enfermagem, fisioterapia, educação física, fonoaudiologia e nutrição, além de outras escolas de nível superior na área de saúde.
Foi ainda aprovado parecer favorável ao PLC 132/01, cujo relator ad hoc foi o senador Paulo Paim (PT-RS), que determina a veiculação de informações turísticas em material didático-escolar produzido ou adquirido com recursos da União.

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Como administrar questões legais de software

por IDG News Service

 

Saiba da importância das conformidades legais dos softwares e quais são as medidas que devem ser tomadas para evitar problemas corporativos.

Na era do código aberto e da terceirização em grande escala, a verificação da conformidade legal de software é tão importante quanto garantir a qualidade antes de começar a produção. Inúmeros processos judiciais destacam os riscos do negócio e os enormes custos quando a conformidade não é feita corretamente – custos decorrentes de processos judiciais, recalls, correções de problemas pós-lançamento e perda de oportunidades de marketing.
O software é um elemento difundido em quase todos os produtos e processos, e com o tempo, as fontes foram multiplicadas. Elas incluem desenvolvimento interno, fornecedores de sub-sistemas e chips, contratos terceirizados, repositórios de código aberto e trabalhos anteriores de desenvolvedores. E, diferente de hardware, o software é facilmente acessado, replicado, copiado e reutilizado.
Softwares de código aberto se tornaram importantes para o desenvolvimento, devido à larga disponibilidade de seu código-fonte, seu baixo custo e seu grande nível de estabilidade e segurança. O código-fonte aberto geralmente é grátis na superfície, mas não sem obrigações. Ele acompanha licenciamento e condições de copyright que são protegidas pela lei – algumas vezes com efeitos terríveis para usuários descuidados que não validam a origem de todos os componentes de seus produtos.
Isso não significa que terceirização e softwares de código aberto devem ser evitados. A questão não é o uso do código aberto, mas a adoção não-gerenciada e a falta de cuidado com licenciamento e direitos autorais. É fundamental validar o IP de seus produtos e serviços e atingir as obrigações legais antes de empregá-los.
Principais aspectos da conformidade legal:
Garantir conformidade para obrigações legais implica em seguir três principais aspectos:
Definição de uma política corporativa (ou específica) de propriedade intelectual que precisa ser usada para todos os serviços e produtos associados.
Auditoria de software para determinar todas as implicações legais associadas à política de propriedade intelectual.
Correções necessárias – legais ou de desenvolvimento intensivo – para que todos os componentes de softwares fiquem de acordo com a política de propriedade intelectual.
A política deve ser definida de acordo com ambos os objetivos de negócio da organização e dos processos de engenharia. O processo requer, portanto, o envolvimento de administradores de negócios e engenharias, além um conselho legal. A política deve ser clara e aplicável. Deve ser captada para distribuição e aplicação no desenvolvimento e qualidade de serviços de seguros.
Sob a perspectiva de um comprador de software corporativo, todos os softwares escritos externamente devem passar por uma auditoria sobre a política de propriedade intelectual da empresa. Se o software já passou por isso do lado do fornecedor, então melhor ainda, mas é importante considerar a utilização do software em nível corporativo.
Questões de propriedade intelectual afetam mais do que o conteúdo do software: elas interferem na utilização e as empresas devem estar cientes dos potenciais problemas de conformidade em toda a cadeia. Auditoria e detecção podem ser realizadas por ferramentas automatizadas ou por meio de auditoria manual.
Qualquer “conserto” necessário para tornar o software legalmente aceitável pode ser complexo. Alguns componentes podem precisar de substituições completas devido a possíveis infrações. Isso pode sair caro, já que os novos componentes de softwares precisam ser encontrados e o software, em geral, terá de ser testado novamente.
Em outros casos, talvez seja suficiente formalizar a assunção de obrigações requeridas por licenciamento ou direitos autorais e assegurar o acompanhamento. Em todos os casos, quanto mais cedo as questões legais forem resolvidas menores serão os gastos para as empresas caso ocorra algum problema.
As obrigações legais vão além do processo de desenvolvimento e precisam ser tratadas com concepção. Os elementos críticos de uma gestão efetiva de software de IP em uma organização são:
Existência de uma política de IP para cada processo e um procedimento para disseminá-lo e aplicá-lo. As políticas corporativas de propriedade intelectual devem ser baseadas nos objetivos de negócios das empresas e devem ser claros e aplicáveis.
Processos e ferramentas para determinar as obrigações legais e administrar a propriedade intelectual do software criado e/ou adquirido na organização.
Software que Lista de Materiais (da sigla em inglês, BoM) que registra completamente os componentes do produto, sua proveniência e as obrigações de licenciamento que ele acarreta. Um BoM adequado é fundamental para determinar as obrigações legais de um software.
Seguro e suporte para consumidores preocupados com a qualidade e situação de IP do software oferecido.
Esses elementos fornecem uma base para as obrigações legais necessárias para a utilização segura de um software. Integrar medidas conscientes para cumprimento das normas no processo de desenvolvimento, além de incorporar aspectos de administração efetiva de propriedade intelectual dos softwares na organização agora são questões essenciais para qualquer entidade preocupada com softwares.

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Redes Sociais: quem quer vender?

por iMasters

 

"We run this company based on data, not assumptions", era a máxima utilizada por Larry Page e Sergey Brin - os fundadores do Google. Traduzindo a idéia, seria algo como: "nós construímos esta empresa baseado em dados, não em achismos". Isso te diz alguma coisa?
A popularização da atuação de empresas em Redes Sociais reflete as mudanças que o mundo sofreu. A publicidade se reinventou. Vivemos num mundo onde a notícia agora é a propaganda e a propaganda está sempre virando notícia. E o que isso tudo quer dizer? Quer dizer que a forma como interagimos com o mundo mudou, conteúdo hibrido, relevante e ao alcance do mouse... a verdadeira revolução. E é sobre isso que vamos falar hoje. Sobre a era do alcance.
Há algumas semanas a AgênciaClick divulgou preciosos dados sobre a realidade das redes sociais e os perfis de usuários de internet ativos no país. Não há como negar o potencial existente em toda essa malha virtual. Contudo, como já dissemos aqui, é preciso saber onde pisar.
Na rotina de uma agência web freqüentemente somos indagados sobre como posso atrair mais visitantes para o um site, ou como a minha comunidade no Orkut pode ganhar mais usuários? E tantas outras do gênero.
Seria muito cômodo caso houvesse uma fórmula aplicável a todos, mas não existe. O que existe, quando se trata de internet, são possibilidades. As ferramentas disponíveis hoje nos permitem mensurar 100% das ações realizadas no meio online. Um sem-número de dados, estatísticas e palavras à espera de análise. É preciso colocar a mão na massa. Lembre-se: Dados, não achismo.
Muitas vezes basta apenas fazer o dever de casa. Estar na hora certa e no lugar certo. É preciso estar disponível para o seu usuário. Uma das vantagens da atuação em mídias sociais é a atemporalidade. Não precisamos de trinta segundos para uma idéia. Precisamos apenas de um argumento convincente. A idéia permanece lá, está feito.
As Redes Sociais são como uma grande praça, ou grande mercado central. Imagine 55 milhões de usuários conectados ? atemporais, únicos e independentes. Toda essa multidão está pronta para comprar sua marca, seu produto, seu conceito. Cada clique traz uma nova possibilidade. E é exatamente aí que você (anunciante ou agência) deve intervir ? de maneira simples e descomplicada.
Como todos sabem, Social media é um produto único. Um produto que sempre existiu, mas nunca esteve a venda como está agora. Diante disso, muitas são as possibilidades de trabalho. A era do alcance está aí para todos. Quem quer vender?

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Empresa aérea bane Flash de seu site

por Macworld/EUA

 

Virgin America optou pelo HTML para não deixar os usuários do iPhone sem acesso.
Ponto para a Apple na batalha contra a Adobe e o Flash (tecnologia que não é suportada pelo iPhone ou iPad). A empresa aérea Virgin America disponibilizou uma nova versão de seu site, substituindo a tecnologia Flash por HTML.
Segundo o CIO da empresa, Ravi Simhambhatla, a iniciativa tem como motivo o iPhone. Segundo ele, o objetivo da companhia é atingir todas as plataformas, o que não acontece com o uso de Flash.

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Mídias digitais e TVs

por Marcos Morita

 

Foi publicado no site da ANATEL - Agência Nacional de Telecomunicações - estatísticas sobre o mercado de TVs por assinatura, e os números são bastante consideráveis. Em janeiro de 2010, mais de 7,5 milhões de domicílios contavam com o serviço. O crescimento observado representa uma evolução de 18,24% em 2009. As regiões Norte e Nordeste foram as que apresentaram maiores taxas de crescimento, respectivamente 33,94% e 24,85%.
Trago também outra informação relevante. Pesquisa realizada pela Nielsen indica um crescimento mundial de 82% no tempo gasto pelos internautas em redes sociais - Twitter, Orkut e Facebook. O tempo médio mensal saltou de 2 horas e 10 minutos em 2007 para 5 horas e 35 minutos em 2009. Impressiona também o número de internautas conectados, mais de 307 milhões no mundo todo.
A mesma pesquisa aponta um contingente de 31 milhões de brasileiros navegando nas redes sociais, o que nos coloca bem atrás de Estados Unidos e Japão, com 142 e 47 milhões de usuários respectivamente. Considerando o número de horas, estamos bem acima da média mundial com 4 horas e 33 minutos, porém atrás da Austrália com 7 horas, Estados Unidos, Inglaterra, Itália e Espanha.
Os números crescentes da TV por assinatura e das redes sociais confirmam a tendência de queda da TV aberta. Em meu ponto de vista, inexorável. Conforme pesquisa de audiência do IBOPE, a média de aparelhos ligados no horário nobre - aquele das novelas e noticiários - caiu 56% em novembro na Grande São Paulo, um dos maiores recordes negativos.
Bons tempos aqueles em que os índices de audiência batiam nas alturas. Irmãos Coragem, Roque Santeiro, Vale Tudo e Senhora do Destino eram vistos em milhões de lares. O capítulo final era o grande ápice. Como numa final de Copa do Mundo verde e amarela, éramos milhões torcendo contra as vilãs. Odete Roitman e Nazaré, interpretadas com maestria por Beatriz Segall e Renata Sorrah.
Vivíamos a cultura do bebedouro, conforme apregoa Chris Andersen, jornalista do portal Wired, destinado aos amantes da tecnologia. O assunto nas segundas-feiras estava sempre relacionado à programação exibida na TV aberta. Nada surpreendente, considerando as vastas opções existentes. Cultura, SBT, Globo, Record, Gazeta e Bandeirantes era tudo o que tínhamos.
As empresas e gerentes de marketing tinham como trabalho definir o público-alvo, selecionar os canais e programas que melhor se enquadravam no perfil definido e acompanhar os índices de audiência. Com quase toda certeza seu consumidor estaria de olho na telinha no horário marcado. Hoje o trabalho é bem maior. Seu cliente pode continuar o mesmo, mas encontrá-lo está bem mais difícil.
Neste novo cenário, definir o plano de investimentos em publicidade tornou-se fundamental. Segundo estudo do jornal Meio & Mensagem, o faturamento publicitário na
Internet cresceu mais de 44% em 2008, fechando 2009 em aproximadamente 1 bilhão de reais, conforme estimativa da IAB Brasil - Interactive Advertising Bureau.
Este valor corresponde a pouco mais de 4% do total investido em publicidade no país. A TV aberta ainda reina absoluta com 60,71%. Não me espantaria se a verba publicitária digital ultrapassasse as revistas, hoje na terceira colocação com 7,64%. Banda larga, smartphones, venda recorde de computadores e notebooks, proliferação de LAN Houses e programas de inclusão digital corroboram a hipótese.
Esta mudança nos meios publicitários e na maneira como os consumidores consomem conteúdo, trouxeram oportunidades incríveis aos pequenos e médios empresários. Excluídos do mercado publicitário nos tempos de TV aberta, hoje podem competir pela atenção dos consumidores através de ferramentas como links patrocinados, banners, estratégias de SEO e propagandas em TVs por assinatura.
A época da cultura de massa está com seus dias contados. Encontrar pessoas que leram as mesmas revistas ou assistiram aos mesmos programas é tarefa cada vez mais difícil na hora do café. Que se cuidem Jornal Nacional e as novelas arrasa quarteirões das nove.

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Portal Brasil apresenta instabilidades em seu primeiro dia no ar

por Juliano Moreira ,do IDG Now!

 

Usuários reportam dificuldades no carregamento do site e dos vídeos. Em certos casos, a página é substituída pela mensagem de erro "504 gateway".
O repaginado portal Brasil, lançado oficialmente nesta quarta-feira (3/3), sofre instabilidades frequentes desde o momento em que teve seu acesso liberado aos internautas, por volta das 13h. Ao acessar o endereço do site, o usuário encontra dificuldades no carregamento das páginas, dos vídeos e das fotos. Em determinados casos, a tentativa de acesso termina em uma tela com a mensagem de erro "504 gateway time out" (foto).
Quem mais sofre são os internautas com acesso discado. A professora Silvana Ferreira, por exemplo, residente em Maricá, no Rio de Janeiro, ainda não conseguiu carregar completamente a página inicial. do portal "O carregamento chega em 50%, no máximo, e termina na página de erro", afirma Silvana.
No caso da nutricionista Fabiana Cristine, residente em São Paulo e usuária de um acesso móvel OI 3G, a página do governo leva cerca de 1 minuto para carregar completamente.
"O site me pareceu muito atraente, mas não consegui assistir aos vídeos e acessar alguns box com informações", diz ela.
Até o momento, o novo portal do governo federal consumiu 7,5 milhões de reais - envolvendo 200 pessoas - de contrato anual de 11 milhões de reais firmado entre março de 2009 e março de 2010 com o Grupo TV1, segundo reportagem do IDG Now!.
De acordo com o vice-presidente de operações do Grupo TV1, Antony Martins, a instabilidade se deve ao processo de propagação do novo conteúdo na rede. "Viramos a chave do portal hoje por volta de 11 horas (...). É um processo natural de otimização de múltiplos servidores e vai ser solucionado com o tempo", explica Martins.
A hospedagem do conteúdo do novo portal está distribuída entre servidores do Serpro (Serviço Federal de Processamento de Dados), máquinas espelho (que tornam mais rápida a replicação de conteúdo ao internauta) e servidores localizados nos Estados Unidos, para atender ao público externo. "Como estamos no início do processo não temos como dimensionar [o tempo para estabilização dos acessos]. isso depende do volume de acessoe dos servidores disponíveis para replicar o conteúdo", afirma o executivo. "É um processo que depende da nuvem".
Na avaliação de Martins, as dificuldades de carregamento das páginas do novo Portal Brasil entre usuários com internet em banda estreita também é o reflexo da questão de propagação do novo conteúdo. Por enquanto, o governo não prevê a criação de uma versão 'light' para o portal.

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Pesquisadores desenvolvem tecnologia para integrar gráficos 3D ao Firefox

por IDG News Service

 

Com as alterações, navegador pode apresentar imagens com efeito tridimensional de forma nativa, sem depender de componentes externos.
Um grupo de pesquisadores planeja lançar uma versão customizada do navegador Firefox com um recurso integrado para exibir gráficos em 3D, algo que pode abrir uma porta para páginas mais interativas.
Algumas companhias de jogos já criaram complementos que permitem tal visualização, mas o novo método não requer qualquer componente externo e, por isso, coloca em potencial o uso por uma quantidade maior de pessoas, segundo o professor Philipp Slusallek, da Universidade Saarland, na Alemanha.
A tecnologia foi integrada ao motor de navegadores como o Firefox, Safari e Chrome. A partir daí, as imagens são apresentadas com o XML3D, parte da linguagem de programação HTML, e o navegador pode exibir a cena em 3D nativamente.

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D-Link cria unidade para varejo e distribuição de produtos

por Redação da Computerworld

 

Chamada de Consumer Business Unit, novo segmento unificará áreas de varejo e distribuição visando aumentar vendas da empresa.

A fornecedora de dispositivos de rede D-Link anunciou a criação de uma nova área de negócios no Brasil chamada Consumer Business Unit, que unificará os setores de varejo e distribuição da empresa.
Com a medida, a D-Link pretende aumentar em até 45% suas vendas durante 2010. O segmento nasce voltado para o mercado de consumo com uma linha renovada, que inclui novos equipamentos 3G, câmeras IP, wireless, switches, servidores de impressão e firewall.
A nova unidade de negócios, também chamada de Volume, deve apoiar a revenda e a distribuição na demanda e no abastecimento dos produtos da D-Link.
O segmento aumentará ações de marketing e fortalecerá parcerias para distribuição de revenda. Também está nos planos da D-Link a captação de novos parceiro para expandir os negócios da empresa pelo Brasil.

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Em auto-análise, Google descobre falhas de SEO dentro de casa

por Redação do IDG Now!

 

Empresa pesquisou cem de seus próprios sites e divulgou resultados na web; de 19 quesitos, apenas um foi avaliado como 'excelente'.


A experiência de uso e a prática de construção de sites do Google precisa ser melhorada em vários aspectos para atender às boas práticas de otimização de busca, revela um estudo realizado pela própria empresa e que foi divulgado na terça-feira (2/3).
O estudo, chamado SEO Report Card, avaliou as páginas principais de 100 produtos do Google, sob 19 critérios distintos. Os resultados foram divulgados internamente no mês passado.Desde então, diversas equipes têm atuado para melhorar os sites, com a missão de aumentar sua visibilidade em ferramentas de busca, como a do Google.
Segundo o relatório, os itens das páginas do Google que "precisam melhorar" são o formato e o comprimento dos títulos (90% das páginas foram reprovadas), o uso de metatags (reprovação de 67%) e a descrição de links (68% foram rejeitados).
Dos 19 quesitos que compuseram a avaliação, oito precisam ser melhorados, sete obtiveram nota próxima a da média (50%) e três foram considerados "satisfatórios". O único item avaliado como "excelente" foi a clareza de exibição de resultados da página principal (89% de aprovação).
A íntegra do SEO Report Card pode ser conferida no blog da empresa.

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No futuro, Firefox poderá deixar de travar por causa de plug-ins

por Redação do IDG Now!

 

Versão de teste liberada nesta quarta-feira (3/3) carrega Flash e Silverlight em áreas de memória separadas, preservando o navegador.


A Fundação Mozilla anunciou nesta quarta-feira (3/3) a disponibilidade de uma nova versão do navegador web da instituição, que serve de base ao Firefox e a outros projetos.
O Mozilla Developer Preview baseia-se na plataforma Gecko 1.9.3 (o Firefox 3.6 usa a versão 1.9.2) e traz como principal novidade a execução de plug-ins, como Flash e Silverlight, como processos separados. O recurso pode ser experimentado em ambientes Windows e Linux.
Com a tecnologia, que foi liberada agora para testes por desenvolvedores, o navegador web não deixará de responder se o plug-in travar - no caso de o Flash não responder, por exemplo, seu processo seria reiniciado de forma automática.
O Developer Preview também recebeu melhorias de desempenho que reduzem os momentos de pausa na carga de páginas HTML5 e o número de leituras e gravações de dados durante a carga de sites em geral.

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Transferências bancárias pelo celular salvam vidas na Somália

por Sahra Abdi

 

NAIRÓBI (Reuters) - Há cerca de um ano, o irmão de Muqtar Ali foi morto com um tiro no meio do movimentado mercado de Bakara, na capital da Somália, Mogadíscio, e os 200 dólares que tinha no bolso na hora foram roubados.
Ali afirma que, caso existisse na época o novo serviço de transferência bancária por celular, lançado pela maior operadora de telecomunicações do país no mês passado, seu irmão estaria vivo.
A empresa de telecomunicações Safaricom foi a primeira a lançar o serviço no país vizinho do Quênia, que hoje conta com 8 milhões de usuários. Além de poderem fazer transferências de dinheiro para familiares e amigos, as pessoas também podem pagar contas de luz e até receber dividendos de companhias.
A Hormuud Telecom, maior operadora da Somália com mais de um milhão de assinantes, afirmou que desenvolveu seu próprio software para o serviço de tranferências bancárias, o SAAD, mas contou com a ajuda da Safaricom em oficinas e consultorias.
O novo serviço deve reduzir os riscos de segurança ligados à necessidade de se carregar grandes quantidades da moeda somali no bolso nos mercados das regiões sul e centrais do país, marcadas por anos de conflitos.
Após se registrarem no serviço, os clientes podem fazer depósitos através da operadora de celular, e assim comprar créditos de telefone. Eles também podem transferir dinheiro para outras pessoas registradas no serviço.
"Fiquei muito triste quando soube da pior notícia da minha vida, da morte do meu irmão. Ele vinha tranferir dinheiro para minha loja quando os assaltantes o mataram", disse Ali.
"Eu acredito que a vida do meu irmão teria sido salva se esse serviço existisse na época".
(Reportagem adicional de Abdiaziz Hassan e David Clarke em Nairóbi)

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Nero SecurDisc 2.0 sai em abril

por Redação da PC World

 

Nova versão do software que promete recursos para prolongar vida útil de mídias ópticas.

A Nero anunciou nesta quarta-feira (3/3), durante a CeBIT 2010, que vai apresentar uma nova versão de sua tecnologia de proteção de mídia óptica – o SecurDisc 2.0 – que pode prolongar a vida útil destes dispositivos de armazenamento de dados. A CeBIT acontece em Hannover, na Alemanha, e termina no próximo sábado (6/3).
Segundo a empresa, em média um disco óptico tem durabilidade de dois a cinco anos, período que pode ser reduzido por conta de imprevistos. Levantamento realizado pela National Consumers League com mil consumidores constatou que cada usuário teve de adquirir dois DVDs comerciais (filmes,por exemplo) para substituir discos originais que se perderam ou foram danificados – índice que sobe em residências que têm crianças, ou caso as mídias sejam graváveis.
Compatível com CDs, DVDs e Blu-Ray, o SecurDisc fornece ferramentas que aumentam as chances de recuperação da arquivo em caso de ricos, além de proteger a mídia contra gravações acidentais ou maliciosas, fazendo uso de assinaturas eletrônicas e criptografia.
Segundo o vice-presidente da Nero AG, Kris Barton, dados armazenados em mídias ópticas são ainda mais vulneráveis a roubo, perda e danos, além de acesso e cópia não autorizados, do que dados gravados em discos rígidos.
Para lidar com essa questão, a Nero informa que o SecurDisc 2.0 oferece várias camadas de proteção a dados e confiabilidade em dois níveis., proporcionando redundância nos dados e gerenciamento de defeitos com criptografia, proteção por senha e assinaturas digitais como forma de blindar os dados armazenados em mídias ópticas.

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WordPress ganha serviço de notificação automática de atualização

por Redação do IDG Now!

 

Empresa de hospedagem de blogs ativou nesta quarta-feira (3/3) o PubSubHubbub, que avisa leitores RSS sempre que conteúdo novo for publicado.

O serviço de hospedagem de blogs WordPress.com anunciou nesta quarta-feira (3/3) que passa a oferecer a seus usuários um serviço de notificação automática de conteúdo novo.
Com o serviço, que tem o curioso nome de PubSubHubbub (ou simplesmente PuSH), os leitores que acompanham blogs via leitores RSS serão avisados sempre que o editor do blog publicar um novo post.
Em seu blog, a empresa diz ter ativado o PuSH para os mais de 10,5 milhões de blogs hospedados pelo WordPress.com. Não é necessário efetuar nenhuma configuração para usar o serviço.
Para quem usa o software WordPress.org, a empresa lançou um plug-in PuSH, chamado PuSHPress, que poderá ser instalado no servidor no qual o site estiver hospedado.

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Presidente do Yahoo não irá pressionar investigação de Google

por Alexei Oreskovic

 

SUNNYVALE, Califórnia (Reuters) - A presidente-executiva do Yahoo, Carol Bartz, afirmou que não acha que sua empresa precisa discutir as práticas de pesquisas na Internet de sua rival Google com agências reguladoras do governo.
Bartz afirmou que o recente acordo do Yahoo para unir parte de suas operações de busca com a Microsoft foi a melhor estratégia para concorrer com o Google, maior site de buscas do mundo, que recentemente chamou a atenção de reguladores antitruste europeus sobre suas práticas de classificação de resultados de pesquisas.
"Acho que, na maior parte, os mercados funcionam e eu prefiro ser competitiva no mercado", disse Bartz a jornalistas em anúncio especial do Yahoo em sua sede em Sunnyvale, Califórnia, nesta terça-feira.
"Nossa pressão é que queremos unir esses mercados, então já estabelecemos nossa posição quanto a isso", disse Bartz. Ela não quis dizer se acredita que alguma prática do Google deveria gerar preocupações de antitruste.
Os comentários divergem dos divulgados pela Microsoft. A empresa de softwares publicou em seu blog na sexta-feira que vê as ações do Google como potencialmente anticompetitivas e pressionou suas vítimas a entrar com pedidos contra a empresa nos órgãos reguladores.
Já o Google confirmou que foi informada pela Comissão Europeia na semana passada de reclamações de três empresas de Internet sobre suas práticas. Uma delas é controlada pela Microsoft, como apontou o Google, e outra faz parte de uma organização que conta com o apoio da fabricante de softwares.

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Hackers na China roubaram código fonte, diz empresa de segurança

por Jim Finkle

 

BOSTON (Reuters) - Os hackers responsáveis pelos ataques ao Google e diversas outras companhias na China roubaram valiosos códigos fonte ao entrarem nos computadores pessoais de funcionários com acesso privilegiado, afirmou uma empresa de segurança nesta quarta-feira.
O alvo dos hackers foi um pequeno grupo de funcionários que controlava os sistemas de gerenciamento do código fonte, que operam as diversas mudanças feitas por desenvolvedores de software, disse o vice-presidente de tecnologia da fabricante de softwares antivírus McAfee, George Kurtz.
As informações divulgadas pela McAfee mostram como a violação de apenas um PC em uma grande empresa pode ter repercussões em toda a companhia.
O Google afirmou em janeiro que detectou um ataque contra sua infraestrutura originado na China que resultou no roubo de propriedade intelectual da empresa. O Google disse que mais de 20 outras companhias foram infiltradas, e citou o ataque, bem como as práticas de censura à Internet do país, como razões para considerar sua retirada da nação asiática.
Já o governo chinês afirma que a alegação do Google de que teria sido atacado por hackers chineses "não tem fundamento".
Kurtz disse nesta quarta-feira que acredita que os hackers, que ainda não foram presos, conseguiram driblar as defesas de pelo menos 30 companhias, talvez até 100.
Ele afirmou que o detalhe em comum em muitos dos casos estudados pela McAfee é de os hackers usaram um software de gerenciamento de códigos fonte da Perforce Software, que tem entre seus clientes o Google e muitas outras grandes empresas.

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Procon autua 9 lojas virtuais por descumprimento da Lei da Entrega

por Por Redação do IDG Now!

 

Empresas responderão por processo administrativo e poderão ser multadas em até 3,2 milhões de reais, com base no Código do Consumidor.

O Procon-SP irá autuar nesta quarta-feira (03/03) todos os 9 estabelecimentos virtuais vistoriados em fevereiro por descumprimento à Lei da Entrega (13.747/09), que obriga os fornecedores a fixar data e turno para a entrega de produtos ou realização de serviços aos consumidores.
As empresas Dell, Extra, Fast Shop, Saraiva, Magazine Luiza, Rassolim, Shoptime, Submarino e WalMart serão autuadas e responderão por processo administrativo, com possibilidade de serem multadas em até 3,2 milhões de reais com base no artigo 57 da Lei 8.078/90 (Código de Defesa do Consumidor). A medida também vale para 38 lojas físicas que não passaram nos testes e foram processadas. Todas as companhias terão ampla defesa assegurada.
Sete das nove empresas foram reprovadas por não informarem ao consumidor de maneira prévia e adequada as datas e turnos disponíveis para a entrega de produtos ou para a realização de serviços e não entregarem o produto ou não realizar em o serviço na data e turno estipulados.
De acordo com a fundação, foram vistoriados 164 estabelecimentos em fevereiro, sendo 155 lojas físicas e 9 lojas virtuais, um resultado de 28,6% no índice de desrespeito à lei. Em comparação a novembro do ano passado, foram autuados 46 estabelecimentos de um total de 71 vistoriados, um índice de 64,8%.
Em vigor desde 8 de outubro de 2009, a Lei 13.747/09 impõe as empresas data e turno fixos para a entrega de produtos e realização de serviços. O fornecedor é obrigado a informar com antecedência as datas e turnos disponíveis ao consumidor.

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Greenpeace ataca Samsung por atraso na eliminação de substâncias tóxicas

por IDG News Service

 

Empresa não cumpriu prazo para eliminar produto tóxico de seus produtos; em represália, sede da empresa na Bélgica amanheceu coberta por cartaz.

O grupo ambientalista internacional Greenpeace criticou a Samsung mais uma vez, nesta quarta-feira (3/2), por não cumprir o compromisso de reduzir o uso de substâncias prejudiciais em seus produtos eletrônicos. Sua sede em Bruxelas (Bélgica) amanheceu hoje decorada com um imenso cartaz do Greenpeace, onde se lia: “Samsung = Promessas Quebradas”.
Enquanto as concorrentes Apple, HP, Nokia e Sony já apresentaram aparelhos livres de PVC e BFR (Retardantes de Chama Bromados), substâncias com alto poder tóxico, a Samsung permanece no campo da retórica. Tanto o PVC quanto o BFR possuem poder cancerígeno quando queimados, além de alta sobrevida como lixo tóxico.
A confiança na Samsung já levou o Greenpeace a pontuá-la positivamente em seu Guia de Eletrônicos Verdes. O atraso na mudança de postura levou a entidade a críticar abertamente a empresa na última edição do guia.
A Samsung foi uma das primeiras empresas a apoiar publicamente o abandono da substância, e em 2004 emitiu um comunicado com o Greenpeace dizendo que a eliminaria de seus produtos. Pelo compromisso, o BFR não seria mais encontrado em aparelhos da empresa no dia 1.º de janeiro de 2010. Mas isso não aconteceu.
Em novembro de 2009, menos de dois meses antes do prazo estipulado, a Samsung mandou um e-mail para o Greenpeace para dizer que não poderia cumprir o acordo, segundo o grupo.

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Em ano de Copa, netbook traz TV Digital integrada

por Revista Home Theater & Casa Digital

 

Ano de Copa do Mundo, no Brasil, é diferente. Segundo o diretor de marketing da LG, Eduardo Toni, nessa época as vendas de TV se invertem e no primeiro semestre, quando ocorre o evento, é onde se concentra o maior número da compra desses aparelhos, cerca de 55%. “Em anos normais, esse percentual se dá no segundo semestre, em função do Natal”, afirma.
Agora, em 2010, os brasileiros vão descobrir uma nova maneira de curtir a Copa do Mundo. O padrão brasileiro de TV Digital permite receber os sinais em dispositivos portáteis, para que o consumidor possa levar sua TV para onde quiser.
Por isso, uma nova safra de equipamentos aptos a receber os sinais 1-SEG deve chegar às lojas. A Sony foi a primeira empresa a lançar um netbook com receptor digital integrado, o Vaio P (veja o teste na edição nº 165 da Home Theater & Casa Digital), ainda no ano passado. Na época, os executivos da empresa deixaram claro que um dos focos era justamente aqueles profissionais que não gostariam de perder um importante telejornal, ou um jogo da Copa.
Ontem, foi a vez da LG apresentar o seu netbook com TV Digital integrada, uma edição especial do X130, com preço sugerido de R$ 1.399. Ele tem tela de LED com 10,1 polegadas no formato 16:9, processador Atom N270, 2GB de memória e HD de 320GB. Entre os recursos, câmera de 1.3 megapixels, Wi-Fi, Bluetooth e simulafor de áudio 5.1 canais.
Vale lembrar que há ainda três empresas vendendo celulares que recebem gratuitamente nosso sinal digital de TV, além dos adaptadores USB que podem ser conectados a qualquer computador para a exibição desses canais.

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