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7 dicas para migrar e
gerenciar o Windows 7
Por Network World/EUANetwork
World/EUA
O interesse das empresas em
substituir os "idosos" Windows XP e Vista pelo
recém-lançado Windows 7 pode tornar o processo de
migração mais suave, à medida que as companhias
procurarem uma série de tecnologias de gestão e
processos destinados a facilitar um processo de
migração deste porte.
Em algum momento, os usuários do Windows terão de
migrar para o Windows 7, porque o XP não terá mais
suporte e o Vista não decolou, em termos de adoção",
afirma o analista da consultoria Enterprise
Management Associates (EMA), Steve Brasen. "A
habilidade para gerenciar e automatizar processos
com o upgrade para o Windows 7 será crítica para as
empresas", completa. Confira sete passos
fundamentais que você deve avaliar quando considerar
a migração da sua empresa para o Windows 7.
1- Teste a durabilidade dos
desktops
De acordo com uma pesquisa realizada pela
consultoria Forrester Research, mesmo dois anos e
meio após o lançamento do Windows Vista, seu
antecessor, o Windows XP ainda rodava em 86% de
todos os PCs corporativos que utilizam o sistema
operacional da Microsoft.
A análise mostra também que os Chiefs Information
Officer (CIOs) que estão considerando uma
atualização dos ambientes de TI não serão capazes de
partir diretamente do XP para o Windows 7 o que
representa alguns desafios para as corporações.
Primeiro, em termos de hardware, poderá haver falta
de uma série de componentes, como drivers, memória e
outros.
"Migrar do XP para o Windows 7 vai desafiar muitos
gestores de TI porque você não pode fazer o upgrade
diretamente. Alguns analistas estão sugerindo que as
empresas comprem hardware novo e realizem uma
renovação completa do parque de computadores",
explica a vice-presidente de desenvolvimento de
produtos da Persystent Software, Katherine Wattwood.
A Persystent Suite oferece às empresas recursos para
testar os PCs existentes em relação a espaço em
disco e outros recursos exigidos pelo Windows 7. O
software pode ajudar os gerentes de TI a determinar
quais computadores podem suportar a atualização de
sistema operacional e quais precisarão ser trocados
ou atualizados para funcionarem corretamente com o
novo sistema operacional. "Um planejamento de
pré-migração e testes de compatibilidade de hardware
são fundamentais para determinar quais PCs estão
prontos para o Windows 7", ressalta Katherine.
2- Planeje o licenciamento
Diferentemente de outras versões do sistema
operacional Windows, como o XP, o Windows 7 é
oferecido em diferentes versões, que devem ser
consideradas pelos departamentos de TI quando
decidirem pela migração. Analistas consideram que
três versões devem ser avaliadas pelos decisores de
TI.
Primeiro, a Windows 7 Professional equivalente ao
Vista Business, que pode ser a versão mais barata,
segundo a Forrester Research. A consultoria destaca
que essa opção está disponível via OEM,
licenciamento por volume ou no varejo. Já a edição
Windows 7 Enterprise é aquela a qual as empresas têm
direito a implementar, caso contem com o programa
Software Assurance, da Microsoft. Este é o programa
de manutenção de software da companhia, oferecido
como opção para licenciamento por volume.
A versão Professional do Windows 7 oferece recursos
adicionais que podem interessar a empresas com
atuação global. Algumas dessas funcionalidades são o
DirectAccess, que permite aos usuários de
dispositivos móveis acessarem as contas corporativas
sem uma VPN (Virtual Private Network); e o
BranchCache, um recurso que, segundo a Microsoft,
reduz o tempo que usuários remotos gastam esperando
para baixar arquivos pela rede.
Outra opção é o Windows 7 Ultimate, que, segundo a
Forrester, pode ser considerada uma versão mais de
consumo e não é vendida por meio de licenciamento
por volume mas pode ser utilizada em um computador
cujo uso seja mais multimídia, em um ambiente
corporativo.
Em recente pesquisa a consultoria alerta que as
empresas devem levar em conta diversos fatores
quando planejarem o licenciamento do Windows 7.
Licenças existentes, acordos de software e
atualização devem estar entre as considerações.
"A abordagem histórica da empresa para a atualização
de desktops e laptops, combinada à idade da
infraestrutura no momento em que a corporação
estiver pronta para começar a migração para o
Windows7, vai impactar na forma como o novo sistema
operacional deve ser adotado com uma abordagem
'big bang' ou por meio de um ciclo natural de
atualização", ressalta o relatório. "Seus planos de
licenciamento não devem se limitar à estratégia de
atualização do Windows. Podem existir oportunidades
para tirar proveito de pacotes para reduzir os
custos de investimento em Microsoft".
3- Tenha certeza a respeito da
compatibilidade de aplicações
Não é só o hardware que precisa ser testado para
verificar se ele suportará o Windows 7. As
aplicações de software também devem ser checadas em
relação à compatibilidade com a nova versão do
sistema operacional. "Ainda existe um grande
problema com aplicações proprietárias e drivers que
simplesmente não são compatíveis com o Vista ou com
o Windows 7. Até que as empresas atinjam um nível de
compatibilidade e as aplicações ganhem velocidade,
essa transição será difícil", observa Brasen, da
EMA.
O analista garante desconhecer fornecedor de
sistemas de gerenciamento que não tenha um path para
o Windows 7. "Eles sabem que a migração está a
caminho. Mesmo que o assunto não esteja nos planos
dos próximos meses de seus atuais clientes, em algum
momento o tema vai surgir". Por isso, as corporações
devem começar já a realizar testes de
compatibilidade de aplicações. Soluções de
fornecedores como a Persystend e a CA, entre outras,
oferecem testes de compatibilidade
de aplicações.
Este tipo de avaliação pode indicar potenciais
problemas e questões de desempenho do desktop que
ocorreriam quando a máquina executasse o Windows 7.
Soluções que realizam este trabalho funcionam
automaticamente, detectam máquinas e aplicações com
problemas, produzem um inventário e apresentam um
relatório com as informações para o gestor de TI.
Conduzir esses testes manualmente seria extremamente
custoso no que diz respeito a tempo, destaca o
analista. Os fornecedores argumentam que ao
adicionar automação a esse processo, é possível
reduzir custos e tempo de desenvolvimento.
"Nosso software permite à TI introduzir políticas
para estabelecer o conjunto de indivíduos que deve
contar com determinadas aplicações em seus sistemas,
enquanto outro grupo deve ter uma política diferente
aplicada a ele", afirma a gerente de produtos sênior
da CA, Laural Gentry.
4- Aproveite-se da automação
Para muitas empresas, a aquisição de software para
auxiliar no processo de migração de sistema
operacional pode ser um problema, devido a custos.
No entanto, analistas argumentam que tentar migrar
ou gerenciar um ambiente com o Windows 7 sem
tecnologias de automação vai sobrecarregar a equipe
de TI e gerar problemas de implementação. "As
empresas vão passar por uma migração dolorosa se não
adotarem uma plataforma de automação", alerta Brasen.
No caso de grandes corporações, recursos de
automação podem fazer parte de sistemas de gestão já
usados, como os de fornecedores como LANDesk, CA,
Persystent, Kace, BigFix, entre outros. Mas, para
pequenas e médias empresas, a implantação
automatizada não é uma ferramenta que já está em
casa. A Microsoft levou em consideração esses casos
e oferece uma solução gratuita para atender a este
tipo de demanda.
O Microsoft Deployment Toolkit (MDT) 2010 é um
software otimizado para suportar a implantação do
Windows 7 e inclui recursos de suporte à migração do
Windows XP para o Windows 7. A versão beta 2 do MDT
2010 já está disponível para download. "A Microsoft
está oferecendo razões convincentes para os clientes
migrarem para o Windows 7", avalia o analista sênior
da Forrester Research, Benjamin Gray.
5- Considere a virtualização de
desktops
O lançamento do Windows 7 fez com que as corporações
passassem a avaliar uma nova tecnologia: desktops
virtuais. As promessas de um gerenciamento mais
simples e de aumento de segurança trazidas pelas
ofertas de desktops virtuais podem fazer com que as
companhias considerem a adoção desse recurso como
alternativa para a renovação de parques de PCs.
A Microsoft oferece dois produtos que tiram partido
da virtualização e poderiam ser usados para
gerenciar a migração ou a implantação do Windows 7.
Um deles, o Microsoft Application Virtualization
reduz o tempo de inatividade ao transformar as
aplicações Windows em "serviços virtuais gerenciados
de forma centralizada que são entregues a qualquer
desktop ou laptop com licença Windows".
A outra solução é o Microsoft Enterprise Desktop
Virtualization, que permite a criação, a entrega e o
gerenciamento de modo centralizado um ambiente
virtual de Windows XP ou 2000 (com base no Microsoft
Virtual PC 2007), além de rodar aplicações legadas
em desktops com Windows Vista, informa a Microsoft.
Mas ela não é a única fornecedora deste tipo de
solução. VMWare e Citrix também têm ofertas para
desktops virtuais e podem oferecer alternativas
viáveis para uma migração consciente para o Windows
7. "Os gerentes de TI devem ser capazes de olhar
para soluções de virtualização. Se você adota a
virtualização de desktops, pode implantar seu padrão
no novo ambiente de desktops, para cada um dos
usuários finais. Bastaria configurar uma máquina
para multiplicá-los em todos os outros", diz
Brasen. "Microsoft, VMware e Citrix têm opções para
o mercado".
6- Substitua hardware
Segundo analistas, a recessão econômica fez com que
muitos decisores da área de TI adiassem atualizações
de hardware e investimentos em equipamentos até que
houvesse sinais de recuperação. Assim, para algumas
organizações, um plano de migração para o Windows 7
pode se transformar em uma estratégia de
substituição de equipamentos, já que, em alguns
casos, seria mais fácil trocar desktops e laptops
defasados a fazer o update dessas máquinas.
"Muitas empresas com infraestrutura envelhecida
podem adotar uma política de atualização de hardware
maciça em meados de 2010, substituindo desktops e
laptops antigos por novos", acredita Gray, da
Forrester.
Fabricantes de PCs vêm trabalhando com a Microsoft
para entregar máquinas otimizadas com Windows 7. Um
exemplo é a Lenovo, com o "Windows 7 Lenovo Enhanced
Experience", que oferece máquinas com
funcionalidades otimizadas pré-configuradas, que
trazem benefícios como mais velocidade para desligar
e reiniciar a máquina, levando a melhorias de
produtividade para os usuários finais", observa o
diretor executivo de serviços globais da Lenovo, Bob
Dieterle.
7- Prepare-se para o gerenciamento
de atualizações ou correções
Antes de migrar para um novo sistema operacional, os
gerentes de TI devem estar cientes dos impactos que
o upgrade provocará nos procedimentos de gestão de
atualizações ou correções. Também é necessário que
toda e qualquer
nova política do tipo que se faça necessária seja
colocada em prática, antes da migração.
"É mandatório ter tecnologias de gerenciamento de
atualizações para a manutenção do ambiente.Muitos
dos fornecedores que oferecem recursos de automação
em pacotes de migração também são capazes de
implantar atualizações em uma base de um para
muitos, para organizações que estão adotando o
Windows 7", diz Brasen, da EMA.
"Os gerentes de TI querem chegar ao ponto de
realizar um download da atualização e distribui-lo
internamente o que, essencialmente, é um processo
muito mais rápido e menos intrusivo nos equipamentos
dos usuários, finaliza".
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Entrevista: o
paradoxo da produção de cinema digital no Brasil
Por Juliano Moreira
,do IDG Now!
Há 27 anos na área, José Augusto De
Blasiis diz ao IDG Now! que tecnologia reduziu
custos, mas viabilidade econômica só vem com grandes
produtos.
O cinema digital reduz custos e tem tudo para
incentivar novos diretores na busca por uma entrada
independente no ramo da sétima arte. Os filmes
digitais brasileiros - de celulares até câmeras
profissionais - já marcam presença nos diversos
festivais nacionais e estrangeiros. Mas o candidato
terá de entender e enfrentar um mercado digirido por
editais de financiamento, que privilegia a
viabilidade econômica dos projetos.
Para oferecer um panorama deste cenário, o IDG Now!
entrevistou o coordenador do curso de Cinema Digital
da Universidade Metodista de São Paulo, José Augusto
De Blasiis.
Profissional de pós-produção de cinema e publicidade
há 27 anos, Blasiis é o coordenador geral dos
Estúdios Mega em São Paulo e Rio de Janeiro e
responsável pela implantação do laboratório
cinematográfico Megacolor em São Paulo. Atualmente,
é coordenador operacional do laboratório
cinematográfico CasablancaLab do grupo Casablanca/Teleimage.
Confira abaixo a opinião de José Augusto De Blasiis
sobre o presente e o futuro do cinema digital no
Brasil.
O que significa fazer cinema digital hoje no Brasil?
Exatamente a atuação em três áreas: captação,
pós-produção e exibição. Vivemos em um processo de
transformação, e o mais consolidado até agora é a
pós-produção.
Qual a principal diferença entre o processo de
produção digital e o de película?
Não existe diferença. Os cuidados da produção são
exatamente os mesmos. Com o digital, é necessário
tomar algumas precauções em relação à textura dos
cenários, maquiagem dos atores e imagem estourada,
entre outros fatores. A chance de tudo virar “fake”
nesse tipo de produção é maior.
Quais as vantagens e as desvantagens do sistema
digital no cinema?
Para uma produção pequena ou média, o custo dos
equipamentos e a acessibilidade em relação ao
material são melhores. Mas vivemos em um período de
cinema de edital. O projeto deve ter viabilidade
econômica, e isso só se consegue hoje com grandes
produtos e casting global.
É impossível comparar os projetos sem classificá-los
em formato, tema etc. Isso é o que acontece no
Brasil. Produções pequenas são desfavorecidas.
O cinema digital facilita a entrada de mais
cineastas no mercado?
Sem dúvida alguma. Primeiro vem a vontade de fazer e
a capacidade de vislumbrar a produção. Com a chegada
do vídeo, os cineastas tiraram da cabeça aquela
ideia de que só se é profissional quando se filma em
película. Com a possibilidade dos filmes digitais, a
produção aumentou muito.
Nas universidades aumentaram-se as condições para a
produção dos alunos. Tudo é mais barato e acessível.
A finalização pode acontecer em um laptop de casa.
Com cerca de 10 mil reais é possível trabalhar em um
curta.
Já existem frutos a serem colhidos no cinema
brasileiro devido às produções digitais?
Sim. Depois de uma maturação de no mínimo uma
década, temos mais profissionais capacitados, e um
aumento na produção e na participação nos festivais
do mundo. A combinação de cinema e televisão quebrou
preconceitos e abriu muito espaço para gente nova.
De qualquer forma, ainda temos uma baixa formação
intelectual e técnica, uma vez que as empresas não
têm como base manter o aluno estudando. Tudo isso
causa uma desregulação no mercado do cinema. É fato
que conseguimos evoluir depois da retomada. Houve
uma melhora significativa pela entrada de
profissionais de publicidade no mercado de
entretenimento.
Há incentivos do Governo para o cinema digital no
Brasil?
No cinema em geral, existem vários editais
estaduais, fora os da Petrobras, BNDES, Ancine e
Minc que auxiliam os cineastas e produtores. A cada
ano surgem mais portas financeiras [estatais] para
essas realizações.
É necessária uma boa mexida na área sindical. Ela
possui pouca representatividade no cenário
audiovisual brasileiro. E não é só se preocupar
visando dinheiro, mas sim macroestratégias de
mercado, dar uma definição do mercado de cinema a
todos os produtores.
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Tim, Vivo e Claro
cobraram tarifas abusivas de interconexão, conclui
SDE
Por Redação da
Computerworld
Parecer divulgado nesta quinta-feira
(25/3) recomenda ao CADE que condene empresas por
aumentar intencionalmente o custo das rivais.
As operadoras móveis Tim, Vivo e Claro cobraram
valores abusivos de suas concorrentes a título de
custo de interconexão em ligações entre celulares de
outras operadoras, com a intenção de aumentar os
custos das rivais. Essa foi a conclusão da
Secretaria de Direito Econômico do Ministério da
Justiça, em parecer divulgado nesta quinta-feira
(25/3).
A Secretaria diz ter chegado a essa conclusão depois
de constatar que os valores cobrados na rede móvel
dessas empresas eram bastante inferiores aos
cobrados pela mesma tarifa VU-M das empresas de
telefonia fixa.
Como resultado, a SDE encaminhou o processo
administrativo ao CADE para julgamento. Se
condenadas, as empresas poderão ter de pagar multa
que varia de 1% a 30% do faturamento bruto de 2007.
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Impacto da Internet
nas eleições de outubro divide opiniões
Por Nathalia
Fernandes da BBC Brasil em Londres
As eleições de 2010 no Brasil devem
ser marcadas pela incorporação da internet como uma
ferramenta importante nas campanhas eleitorais, mas
especialistas ouvidos pela BBC Brasil ainda se
dividem sobre a magnitude do impacto do uso da rede
mundial de computadores na disputa.
Termos como blog e rede social foram incorporados à
legislação eleitoral brasileira pela primeira vez na
minirreforma de 2009, quando o uso da rede mundial e
computadores na campanha política foi regulamentado.
O sucesso da campanha de Barack Obama em 2008 nos
Estados Unidos - quando o potencial da rede mundial
de computadores foi amplamente explorado - inspira
os políticos no Brasil. Mas, por outro lado, apenas
cerca 25% dos brasileiros estão conectados à rede.
O ano do boom?
“Este ano parece que vai ser o ano do boom da
internet. Todos os partidos estão se preparando",
afirma Fabiano Carnevale, secretário de Comunicação
do Partido Verde (PV), partido que já há dois anos
vem investindo no uso da rede e hoje tem páginas no
Facebook, Twitter, Orkut e um canal no YouTube.
"Em 2006, a comunicação pela internet era feita por
páginas relativamente estáticas e por envio de
boletins a grupos de e-mails cadastrados. Hoje as
possibilidades são bem maiores. Há muito mais
interatividade", afirma André Vargas, secretário de
Comunicação do Partido dos Trabalhadores (PT).
O lançamento da pré-candidatura de Dilma Roussef
pelo PT - marcando a primeira transmissão ao vivo da
TVPT, canal transmitido via web - confirma a aposta.
Segundo nota divulgada no site do PT, a transmissão
pela internet "comprova a importância das novas
tecnologias para a disseminação da informação". O
partido sustenta que, durante pouco mais de três
horas, a transmissão foi acessada por mais de 31 mil
internautas de 41 países.
O palpite de Eduardo Graeff, secretário de
Comunicação do PSDB, no entanto, vai em outro
sentido.
Segundo ele, esta ainda será uma "eleição de
transição, mais parecida com a eleição presidencial
anterior a do Obama, em 2004, quando Howard Dean foi
muito bem-sucedido usando a internet nas primárias
do Partido Democrático".
Graeff justifica seu palpite argumentando que "esta
é ainda a primeira eleição em que as campanhas vão
tentar usar a internet aproveitando o conhecimento
estabelecido pelas campanhas americanas. Mas
aprender a fazer isso bem e adaptar isso à nossa
realidade é algo bem mais complexo".
"O interesse é grande, mas o impacto ainda deve ser
limitado até porque temos cerca de 30% dos eleitores
conectados. Nos Estados Unidos, são quase 80%",
completa o secretário do PSDB.
Especificidades da rede
Para a cientista política e professora da
Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR) Maria do
Socorro, o impacto da internet deverá ser sentido de
diferentes formas nestas eleições.
O primeiro aspecto que ela ressalta é a própria
agilidade intrínseca à rede mundial de computadores
e como isso pode influenciar a parcela do eleitorado
que está indecisa.
"A gente está numa campanha eleitoral muito
polarizada entre duas forças, PT e PSDB, situação e
oposição, então qualquer fato político que venha a
repercutir vai ter outra dimensão na internet e pode
até mesmo ter um papel importante na definição da
eleição presidencial", afirma Maria do Socorro.
Outro ponto levantado pela cientista política é a o
impacto do uso da internet na questão da
profissionalização da política no país. "Com a
internet, a profissionalização vai aumentar. Você
precisa de mais pessoas que entendam e façam essa
ferramenta funcionar."
Para dar conta do desafio que a internet representa,
o PSDB criou uma equipe voltada só para a campanha
na internet. "É muito diferente você se comunicar
num blog ou no Twitter. Você tem que falar com as
pessoas não como massa e sim como indivíduos. É o
oposto da televisão", afirma Eduardo Graeff.
Para o Partido Verde, a rede de computadores
representa “um melhor espaço para fazer política”.
“E melhor porque não é uma comunicação de cima para
baixo, como acontece normalmente e onde não há
espaço para interagir. Na internet, você
descentraliza o processo. O afiliado pode também
gerar material", completa Carnevale, secretário de
Comunicação do PV.
Comportamento do eleitor
O perfil do eleitor que o Partido Verde pretende
atingir, no entanto, não é o padrão. E o secretário
do partido reconhece a diferença.
"A Marina Silva (pré-candidata à Presidência), até
pelas temáticas que envolve, como ética e
meio-ambiente, atrai um perfil de eleitor que usa
bastante a rede", sustenta Carnevale.
Na opinião da cientista política Maria do Socorro, o
eleitor brasileiro é um "eleitor passivo" e a
possibilidade de maior participação política que a
rede proporciona ainda terá de ser assimilada pelos
brasileiros.
"A internet pode levar a uma mudança de
comportamento por parte do eleitor criando maior
empatia e preferência partidária do que acontecia
normalmente. É um meio para aumentar este vínculo",
sustenta.
Arrecadação
Antes da minirreforma eleitoral de 2009, a lei
brasileira era, em linhas gerais, omissa quanto à
utilização da internet para a propaganda política.
Agora, candidatos poderão não só usar a rede para
difundir suas ideias como também para arrecadar
recursos.
Doações poderão ser feitas através da internet
usando depósitos bancários ou cartões de crédito e o
limite a ser doado na rede segue o mesmo padrão de
arrecadação por outros meios.
No entanto, o quanto esta nova ferramenta pode gerar
de recursos ainda é incerto.
O PT não tem nenhuma projeção, embora reconheça a
importância que esta nova fonte de contribuição
representa.
"Mecanismos como o PayPal (empresa que permite a
transferência de dinheiro através de email) e
similares poderão nos ajudar nesta nova tarefa",
afirma André Vargas.
"Como não há precedente é difícil fazer uma
previsão. Nós ficaríamos felizes se a arrecadação
pela internet pagasse os custos da campanha pela
internet", diz Graeff.
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Internet revoluciona
comunicação entre políticos e eleitores
Por Nathalia
Fernandes da BBC Brasil em Londres
O diretor de Estratégia Digital da
campanha presidencial de Barack Obama, Joe Rospars,
defende que a internet mudou não apenas o jeito de
ser fazer política, mas também a participação dos
eleitores no processo político e a comunicação entre
candidatos e o eleitorado.
Em entrevista à BBC Brasil, ele falou sobre as
estratégias usadas na eleição americana e a nova
comunicação que está surgindo a partir do uso da
rede nas campanhas políticas.
Rospars é sócio-fundador da Blue State Digital,
empresa americana que fechou parcerias com João
Santana, publicitário brasileiro responsável pela
campanha eleitoral do PT em 2010.
Leia trechos da entrevista.
BBC Brasil - Como a internet está mudando o jeito de
se fazer política no mundo?
Joe Rospars - A maior mudança é que a barreira para
entrar é menor e mais pessoas podem participar de
diferentes maneiras do processo político. Você não
necessariamente tem que ser uma pessoa envolvida com
política em período integral ou ser membro de um
partido para expressar sua opinião ou organizar algo
em sua comunidade.
BBC Brasil - A rede está então tornando o processo
mais democrático?
Rospars - É uma ferramenta acessível para as pessoas
se envolverem em política. Quando um maior número de
pessoas começa a ter acesso a celulares e à internet,
as ferramentas estão ali disponíveis para as pessoas
escolherem participar e fazer isso de uma maneira
mais profunda e com maior impacto do que acontecia
no passado.
BBC Brasil - Normalmente política é visto como um
assunto difícil. Às vezes, até mesmo tedioso. Você
acha que a internet está mudando esta percepção?
Rospars - Eu acredito que está mudando sim esta
percepção e mudando também o diálogo. Você pode
achar que é um assunto chato ou difícil, mas com a
internet há mais pessoas que participam da conversa,
então você pode ler, ouvir ou assistir vozes que são
mais parecidas com a sua própria. Então, você pode
falar com alguém da sua comunidade ou que está
interessado no mesmo tipo de assunto que você está.
É uma comunicação diferente.
BBC Brasil - Qual é grande diferença entre a
internet e outras mídias no que diz respeito à
política?
Rospars - A grande diferença é que não são mais
apenas os políticos e a mídia que determinam o
discurso, com a internet há também pessoas em suas
comunidades conversando entre si.
BBC Brasil - Qual foi o mérito da campanha de Obama
no que diz respeito ao uso da internet?
Rospars - A grande diferença foi que fomos capazes
de abrir a estrutura da campanha e assim permitir
que pessoas que apoiavam Obama assumissem um papel
de liderança e se tornassem parte desta estrutura.
Construímos uma rede de pessoas que estavam
dispostas a fazer o trabalho para que ele fosse
eleito. Pessoas nas suas comunidades tomaram
responsabilidades que iam além do seu voto apenas.
Elas também eram responsáveis por conseguir outros
votos. E como o Obama era um candidato com um apelo
político forte e por causa do desejo de mudança das
pessoas, os eleitores foram capazes de demonstrar
esta energia.
BBC Brasil - Qual conselho você daria a um
candidato?
Rospars - Há circunstâncias diferentes em cada país,
mas o principal fundamento de uma campanha
bem-sucedida será abrir o processo ao maior número
de pessoas possíveis e ouvir o maior número possível
de pessoas.
Eu diria que o principal conselho é abrir a
estrutura para o maior número de pessoas e de
maneira substantiva. A melhor estratégia é tentar
estar em todos os lugares e engajar as pessoas
independentemente do site ou rede onde elas se
encontrem.
BBC Brasil - Como fazer com que a campanha vá da
internet para as ruas e vice-versa?
Rospars - É importante que todas as partes da
campanha estejam integradas para que os seus
partidários façam parte da mesma operação e
organização e assim possam ficar online na campanha,
mas também offline nas suas comunidades e
vizinhança. Uma das nossas conquistas foi integrar
estes dois aspectos muito bem para que todos
fizessem parte da mesma experiência e as pessoas se
sentissem parte de uma equipe.
BBC Brasil - Mas como estimular as pessoas a
participar?
Rospars - Não há substituto para uma mensagem forte
e um candidato que acredita no que diz e tem plano
apoiados por seus eleitores. Há novas técnicas e
ferramentas, mas não há um segredo especial. O
importante é abrir para mostrar o projeto do
candidato.
A tecnologia simplesmente torna possível que mais
pessoas participem, mas o caráter político continua
sendo o mesmo. A internet torna tudo muito mais
fácil e mais pessoas podem participar, mas no fim é
uma questão de construir relacionamentos.
BBC Brasil - Há um perfil de candidato que combina
melhor com a internet?
Rospars - Não necessariamente, depende mais de como
você estrutura a campanha e do quanto você vai
conseguir envolver as pessoas.
BBC Brasil - A internet também permite que acusações
e mentiras se espalhem muito mais rapidamente. Como
lidar com isso?
Rospars - Estas são apenas ferramentas. Então
pessoas que querem usar a rede para espalhar
acusações vão fazê-lo. E na campanha do Obama nós
também tivemos esta questão e o que fizemos foi
tentar ser realmente muito aberto e objetivo em
relação a isso e dar aos nossos partidários o apoio
para responder a estas acusações.
Nós coletávamos todas estas falsas informações e
ataques e publicávamos no nosso site ao lado dos
fatos que contestavam aquelas acusações e mostravam
que elas eram falsas.
Quando você ouve um boato, você vai até o Google e
tenta checar. Nós queríamos ter certeza que uma das
páginas que as pessoas iriam encontrar seria a
própria página do Obama com a acusação e a verdade
ao lado.
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Cibersegurança
precisa de regras globais, dizem britânicos
Por William Maclean
LONDRES, 18 de março (Reuters) - A
segurança online da Europa será melhor atendida com
o desenvolvimento de uma regulamentação global que
substitua os atuais esforços internacionais "ad hoc",
afirmaram parlamentares britânicos ecoando pedidos
da indústria para regras mundiais de cibersegurança.
Em um relatório, um comitê da câmara alta do
parlamento britânico afirma que a criação de uma
estratégia europeia é um passo desejável na direção
certa, mas muitos especialistas da comunidade de
tecnologia sustentam que uma regulamentação global é
a melhor opção.
Apesar da natureza sem fronteiras da Internet,
regras internacionais de segurança online não
existem ainda, resultando em vários tipos de abusos
que vão de roubo em pequena escala a fraudes de
identidade, espionagem e ataques em massa contra
empresas ou serviços públicos.
Em meio à crescente preocupação sobre crimes online
e disputas sobre o ciberespaço que colocaram a China
e Irã contra o Google, muitos governos continuam a
ver o assunto como sendo de segurança nacional, uma
abordagem que muitos especialistas consideram como
falha.
Autoridades precisam perseguir criminosos por
fronteiras e assegurar que eles sejam processados,
uma tarefa difícil quando eles podem usar servidores
proxy para se manterem anônimos.
"O governo e a União Europeia deveriam dar maior
atenção para como a cibersegurança poderia ser
desenvolvida em base global", afirma o relatório.
"É preciso um desenvolvimento gradual das regras
internacionais que vão efetivamente desencorajar
lançamento de ataques dentro da jurisdição de alguns
dos principais usuários da Internet."
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Desbloqueio sem multa
pode encarecer celulares pré-pagos
Por Folha Online
Os aparelhos de celular pré-pagos
poderão ficar mais caros após a entrada em vigor de
decisão da Anatel (Agência Nacional de
Telecomunicações). O órgão regulador determinou na
quinta-feira que o desbloqueio de celular é direito
de todo cliente e poderá ser feito a qualquer
momento, sem cobrança de multa. A decisão passará a
valer a partir da sua publicação no Diário Oficial
da União, que está prevista para a próxima semana.
"As operadoras poderão parar de vender celular
subsidiado nos planos pré-pagos porque não terão
nenhuma vantagem em dar o desconto", afirma o
presidente da consultoria Teleco, Eduardo Tude.
Na prática, com a medida o consumidor poderá comprar
o aparelho com o desconto e não terá nenhum
compromisso em continuar com a operadora, uma vez
que o aparelho será desbloqueado. Um representante
de uma operadora confirmou o aumento de preços e
classificou a mudança como "certa".
Atualmente, algumas operadoras vendem o celular
pré-pago com desconto, mas o aparelho vem bloqueado.
No caso da Vivo, o cliente pode optar entre comprar
o aparelho bloqueado, com o subsídio, ou
desbloqueado, sem o desconto. Segundo informações da
assessoria de imprensa da empresa, quando o
consumidor pede para desbloquear um aparelho que foi
vendido com o desconto, é cobrado o valor do
subsídio. A Vivo não informou o que ocorrerá a
partir da mudança.
"A possibilidade de manter o cliente fiel a você é
vender o aparelho bloqueado mais barato", afirmou
Rodolpho Tourinho, diretor de Assuntos Corporativos
da Claro, em entrevista à Folha Online na semana
passada, antes da decisão da Anatel. Para ele, o
grande penalizado pela medida é o consumidor, já que
ela fará com que haja apenas aparelhos sem subsídio
no mercado pré-pago, mais direcionado à baixa renda,
o que prejudicaria essa classe.
"Sem o desconto, os consumidores de classes mais
baixas vão procurar uma promotora de vendas para
comprar o aparelho, o que pode encarecer bastante o
produto, ou deixarão de comprar", disse. "De uma
forma ou de outra, ele vai ser penalizado." A Claro
informou, porém, que terá uma posição oficial sobre
o assunto após a publicação da decisão no Diário
Oficial.
Já no caso dos celulares pós-pagos com desconto não
deverá ocorrer aumentos de preços, mas apenas nos
casos em que houver fidelização. Segundo a decisão
da Anatel, os clientes pós-pagos que tiverem
subsídio no aparelho também terão direito ao
desbloqueio, porém, deverão continuar com a empresa
por 12 meses. Se descumprirem a regra, pagarão
multa.
Essa é também a opção da TIM, que já comercializa os
aparelhos desbloqueados desde fevereiro. Na
operadora, o cliente pode escolher entre o aparelho
sem subsídio e sem fidelização ou o desconto no
aparelho, com um plano de um ano. Nos aparelhos
pré-pagos, não há subsídio.
O presidente da Teleco, no entanto, pondera que o
desconto nos aparelhos pré-pagos poderá somente
diminuir e não acabar. Segundo ele, operadoras como
Vivo, Claro e TIM têm maior poder de negociação na
compra dos aparelhos por pertencerem a grandes
grupos. A Telefónica e a América Móvel, da Vivo e a
Claro, respectivamente, têm mais de 200 milhões de
clientes, cada. Já a TIM, da Telecom Itália, tem
mais de 80 milhões de celulares, de acordo com o
especialista.
"Essas empresas conseguem comprar aparelhos por um
preço menor do que é vendido no varejo. Elas poderão
decidir se mantêm o subsídio ou não", afirma Tude.
A Oi, que defende o desbloqueio em suas campanhas
publicitárias, comemorou, em comunicado, a decisão
da Anatel. "O desbloqueio, uma exigência do
consumidor, já é realidade no mercado. A Anatel está
reafirmando o direito do consumidor ao desbloqueio
gratuito e a proibição de cobrança pelo desbloqueio.
A Oi comemora essa vitória porque isso demonstra o
amadurecendo do mercado. Essa liberdade já tinha
sido conquistada por nossos clientes", afirmou, no
texto, o diretor de Mercado da Oi, João Silveira.
Regulamentação
A decisão partiu de interpretação da agência sobre o
regulamento da telefonia móvel. Até então, havia o
embate de ideias entre dois segmentos. Uma vertente
interpretava que o bloqueio não é compatível com os
princípios de liberdade de escolha e da livre
concorrência. Outro segmento defendia que o
desbloqueio, quando feito em prazo inferior a doze
meses, deveria ser acompanhado de cobrança de multa
rescisória.
Segundo o presidente da Anatel, Ronaldo Sardenberg,
o desbloqueio antes de 12 meses deixa agora de ser
tipificado como quebra contratual.
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Mozilla confirma
existência de bug crítico no Firefox 3.6
Por Computerworld/EUA
Falha foi detectada por pesquisador
de segurança russo; correção está prevista para
30/3, mas versão beta 3.6.2 já traz solução.
A Mozilla confirmou na quinta-feira (18/3) a
existência de uma vulnerabilidade crítica na mais
nova versão do Firefox, e afirmou que consertará a
falha no fim de março.
Apesar de a correção não ser adicionada ao Firefox
antes do concurso hacker Pwn2Own, previsto para a
semana que vem, os pesquisadores não terão permissão
para explorar a falha, segundo os organizadores do
concurso.
"A vulnerabilidade foi definida como crítica e
poderia resultar na execução de código remoto por um
invasor", reconheceu a Fundação Mozilla em nota
publicada em seu blog de segurança na quinta-feira.
"A vulnerabilidade já foi solucionada pelos
desenvolvedores. Estamos atualmente aplicando testes
de certificação de qualidade à correção."
O Firefox 3.6, lançado pela Mozilla em janeiro, é
afetado pela falha, e a correção virá na versão
3.6.2, que tem data de lançamento prevista para 30
de março.
Colaboração
O bug foi descoberto pelo pesquisador russo Evgeny
Legerov um mês atrás, em uma mensagem publicada em
um fórum patrocinado pela Immunity, uma empresa de
desenvolvimento da Flórida (EUA) que é mais
conhecida pelo framework de teste de invasão Canvas.
Legerov trabalha para a empresa Intevydis, de
Moscou, que produz o add-on VulnDisco para o Canvas.
Legerov não publicou o código-fonte, e no começo
recusou-se a fornecer detalhes à Mozilla, de acordo
com uma nota publicada em 4/3 em seu blog. "Eu tenho
ignorado e-mails... da Mozilla, por favor não gaste
mais seu tempo nem o meu", escreveu. O blog foi
apagado, mas ainda está disponivel no cache do
Google.
Comentários de usuários no site da empresa
dinamarquesa de segurança Secunia, que publicou um
alerta de vulnerabilidade sobre o caso, questionam
os motivos que levaram Legerov a fazer o anúncio,
enquanto outros perguntam por que a Secunia não
chegou a testar a falha para conformar se era ou não
um boato.
Na quinta-feira, a Mozilla disse que mais tarde
Legerov enviou "detalhes suficientes para reproduzir
e analisar a questão".
Até que a correção de 30 de março seja liberada, os
usuários podem atualizar o Firefox para a versão
beta 3.6.2, que inclui a correção.
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Pesquisadores da
Microsoft testam serviço próprio de microblog
Por IDG News Service/Seattle
Similar ao Twitter, Office Talk
permite que funcionários de uma empresa compartilhem
informações e "criem experiências de colaboração
únicas".
A Microsoft planeja começar um projeto piloto em
pequena escala com um serviço de microblog destinado
a usuários corporativos, e que tem sido testado pelo
Office Labs.
A empresa não revela muitos detalhes do serviço. Diz
apenas que ele tem sido testado internamente e que
agora ela procura por clientes que queiram
participar do programa piloto.
Chamado Office Talk, o serviço permite que
funcionários de uma empresa compartilhem nacos de
informação, de modo semelhante ao que ocorre no
Twitter.
"Este teste conceitual aplica as funcionalidades
básicas do microblog ao ambiente de negócios,
permitindo que empregados postem ideias, ações e
informações virtualmente importantes a qualquer um
que estiver interessado", explicou a empresa, em uma
nota no blog do Office Labs.
Redes informais
A nota acrescenta que o Office Talk foi um dos
testes conceituais mais populares do Office Labs.
"O teste não mostrou apenas o óbvio - que as pessoas
não se limitam ao social quando usam o microblog -,
mas que até uma implementação gerenciada pelo
departamento de TI e focada na produtividade pode se
alastrar rapidamente entre as redes informais e
criar experiências de colaboração únicas", afirmou.
A Microsoft segue o exemplo de outras empresas que
já oferecem software de microblog para uso
corporativo. Por exemplo, SocialText, StatusNet,
Yammer, Socialcast e Chatter (da Salesforce) são
todos produtos de microblog usados por empresas.
Os pesquisadores do Office Labs são sempre rápidos
em dizer que eles trabalham em experiências que
podem nunca chegar a se tornar produtos reais, e que
com o Office Talk não é diferente.
"Office Talk não é um produto - é um projeto de
pesquisa focado em aprender como as pessoas poderiam
utilizar ferramentas de redes sociais no trabalho e
de que maneira pessoas e organizações percebem seu
valor", enfatizam.
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TV Digital: SBT já
estuda possibilidade de integração com redes sociais
Por IDG News
Amanhã, se for ao shopping e entrar
em uma loja que já venda um dos modelos de TV
Digital com o Ginga embarcado, sintonize no SBT e,
ao ver o sinal de interatividade na tela, baixe a
aplicação e experimente.
“Somos a única emissora a ter interatividade 24
horas no ar, 365 dias do ano, com informações
disponíveis para um usuário a um único clique”,
afirma Roberto Franco, Diretor de Tecnologia e
Operação.
Há mais de um ano a empresa vem fazendo testes de
uso com a interatividade em universidades, agências
de propaganda, associações de classe como a SET
(foto), a Aba e a Abap, e focus group com
consumidores. “Aprendemos muita coisa sobre o
comportamento das pessoas com a interatividade e
chegamos a um modelo que nos deixa bastante
confortáveis para iniciar a oferta de conteúdo
interativo e que não faz da interatividade um
elemento complicador da experiência de uso da TV”,
diz ele, sem deixar de ressaltar que ainda há muito
o que aprender.

Do aprendizado já adquirido nasceu a
proposta de uso da interatividade descasado da grade
de programação, mas não da programação em si.
“Chegamos à conclusão de que mudar a cara da
interatividade a cada programa poderia confundir o
telespectador”, comenta Franco. O resultado é uma
aplicação única, para acesso a informações que o
usuário deseja, a um único clique, na hora que
quiser. “Posso consultar informações sobre a novela
no meio do jornal, ou notícias no meio da novela”,
explica. “Não queremos controlar a vontade do
telespectador, nem o seu uso”, afirma.
O conceito lembra muito o de um portal. “Mas tomamos
o cuidado de não copiar nenhum modelo de operação
existente. Não é igual à interatividade do cabo.
Também não é igual à da internet”, diz. “A ideia do
SBT é de que a TV deve ser uma plataforma integrada
de acesso a conteúdos, informações e entretenimento.
Eu posso oferecer muito desse conteúdo pelo ar e
outros através dos canais de interatividade, sem
relação direta com o vídeo”, afirma o executivo.
“A plataforma interativa, com ou sem internet, é
mais uma forma de agregar valor ao nosso conteúdo”,
diz ele. “Posso caminhar da cabeça para cauda longa
e da cauda longa para a cabeça”, explica Roberto
Franco.
Toda a interação é feita através do controle remoto.
” Mas a aplicação está preparada para o uso de
outros dispositivos, como teclados”, diz ele.
Como o aprendizado é contínuo, já está em
desenvolvimento uma versão 2.0 desse portal hoje no
ar, “mais comercial”, com alguns ajustes feitos a
partir da opinião dos usuários após os testes. “As
portas da oportunidade e da inovação estão mais
abertas que nunca e acreditamos que quem fizer as
melhores perguntas sobre o uso da interatividade e
souber ouvir os telespectadores, vai ganhar mais do
que quem acha que já sabe as respostas”, completa
Franco, sem revelar uma data de lançamento. “Vamos
ver como a indústria de recepção e comporta, o
mercado evolui e aím sim, pôr essa nova versão no
ar”.
O Futuro? Redes sociais estão no radar
Uma das áreas de pesquisa mais intensa, nesse
momento, é a integração das aplicações interativas
com as redes sociais. “Para que isso aconteça, será
necessário, por exemplo, identificar o receptor, um
a um, pelo número IP, ou outro recurso que permita
identificar o usuário sem ferir sua privacidade,
respeitando sua individualidade e o seu anonimato”,
comenta Franco, ressaltando que é preciso fazer isso
com lisura, sempre pedindo autorização prévia.
O uso de redes sociais também é uma aplicação
interativa dependente do canal de retorno. “Então,
além de a aplicação pedir licença para ter acesso ao
seu IP, também terá que avisar sempre que o uso do
canal de retorno implicar em custo”, diz Franco.
Nada diferente do que já acontece hoje com promoções
ou votações que façam uso do SMS.
Como se vê, o SBT não só aposta na interatividade e
como está trabalhando duro para atrair o
telespectador para a TV Digital interativa.
“Colocamos a alta definição no ar, mesmo que para um
público pequeno. E faremos o mesmo com a
interatividade, porque acreditamos que, apesar de
todas as críticas, o modelo brasileiro de TV Digital
e o que mais beneficia o telespectador”, argumenta
Franco. ”Ele vai ter dez anos para ir para a TV
Digital, e a vida toda para decidir se quer a
interatividade ou não”, diz.
“O SBT acredita que o Ginga é um grande atrativo do
SBTVD e pode acelerar muito a migração para a TV
Digital”, reafirma Franco. “Tudo vai depender dos
planos de negócio da indústria de recepção, do
varejo, das próprias emissoras. São muitos os atores
envolvidos, mas estamos caminhando”.
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TI Verde: Governo
federal publica especificações para a compra de PCs
Por Redação da
Computerworld
Ministério do Planejamento divulga na
web normas que devem ser observadas
preferencialmente pela administração federal e por
autarquias e fundações.
O Ministério do Planejamento divulgou na internet as
normas para a compra de "computadores verdes" pelo
governo federal. No site http://www.governoeletronico.gov.br/sisp-conteudo/especificacoes-tic
é possível verificar as características dos
equipamentos.
Os requisitos incluem, por exemplo, melhorias da
eficiência energética e restrições quanto ao uso de
substâncias nocivas na fabricação dos produtos.
Segundo a portaria nº 2, publicada no Diário Oficial
desta quinta-feira (18/03), órgãos da administração
federal, autarquias e fundações devem observar,
preferencialmente, esses requisitos durante o
processo de compra de computadores.
Segundo comunicado divulgado pelo Ministério, os
órgãos que seguirem as orientações devem exigir, no
edital, que os equipamentos não contenham
substâncias perigosas como mercúrio (Hg), chumbo
(Pb), cromo hexavalente (Cr(VI)), cádmio (Cd),
bifenil polibromados (PBBs), éteres
difenil-polibromados (PBDEs) em concentração acima
da recomendada na diretiva da Comunidade Europeia,
RoHS (Restriction of Certain Hazardous Substances).
Além disso, a eficiência dos computadores deve ser
superior a 80% no fator de potência do seu
desempenho, pois, dessa forma, já redução no consumo
de energia elétrica.
Segundo o Ministério do Planejamento, as
recomendações foram colocadas em consulta pública
entre 14/12/09 e janeiro de 2010. Elas também
integram a Instrução Normativa Nº1, de 19/01/10,
pela qual o Ministério regulamentou a utilização de
critérios sustentáveis na aquisição de bens e na
contratação de obras e serviços pelos órgãos do
governo federal.
A Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação
(SLTI) do Ministério do Planejamento também colocou
no site as especificações de estações de trabalho
básica, padrão e avançada e de notebooks. Essas
características devem ser observadas pelos órgãos do
governo federal, conforme determinou a Portaria n°
2.
A norma determina ainda que as aquisições de bens
nessa área devem estar de acordo com o Plano Diretor
de Tecnologia de Tecnologia da Informação (PDTI) do
órgão. A partir de julho, esse planejamento deverá
conter também a política de aquisição, substituição
e descarte de equipamentos
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Primeiras escolas
receberão 37 mil laptops do UCA até 30/5
Por Edileuza Soares,
da Computerworld
Primeira fase levará laptops
educacionais para 86 estabelecimentos de ensino
público. Ao todo, 150 mil portáteis chegarão a 300
instituições.
O primeiro lote de 37 mil laptops do programa do
governo federal Um Computador por Aluno (UCA) está
previsto para chegar às escolas até o final de maio,
segundo previsão do assessor da Presidência da
República, José Luiz Aquino. Nessa etapa, serão
beneficiados 86 estabelecimentos da rede pública de
ensino de oito Estados do Brasil.
Aquino informa que antes da entrega dos notebooks às
escolas pelo Ministério de Educação (MEC) é
necessário construir as redes wireless nesses
estabelecimentos para que os alunos tenham acesso em
banda larga na sala de aula, bem como treinar
professores.
A implantação das redes wireless será feita pelo MEC
em conjunto com a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa
(RNP). Já o programa de treinamento dos professores
começou nesta quinta-feira (18/03), informa Aquino,
com universidades selecionadas para capacitar
inicialmente educadores que vão ministrar cursos
para os Núcleos de Tecnologia de Educação (NTE) nos
Estados e municípios.
Esses núcleos ficarão responsáveis pela capacitação
dos professores que vão usar os notebooks em sala de
aula. O programa inclui 40 horas de treinamento
presencial e 140 a distância que serão ministradas
pela Secretaria de Ensino a Distância do MEC.
Cronograma do UCA
O UCA prevê a entrega de 150 mil laptops
educacionais para 300 escolas públicas do Brasil,
escolhidas para participar de um piloto. Esses
estabelecimentos foram selecionados em conjunto com
as secretarias de ensino dos Estados e municípios.
Esses laptops foram fabricados pela CCE/Digibrás,
vencedora da licitação pública do MEC e Fundo
Nacional de Desenvolvimento de Educação (FNDE).
Dos 150 mil equipamentos, três mil foram reservados
para treinamento dos professores e entregues ontem,
18/3, ao MEC. As 86 primeiras escolas selecionadas
pelo UCA vão receber outros 37 mil notebooks.
Os 110 mil restantes serão entregues em duas etapas.
Segundo Aquino, 55 mil serão distribuídos até o
final de junho e outro lote de 55 mil notebooks até
final de agosto.
De acordo com o assessor da Presidência da
República, ficará a critério de cada escola decidir
como essas máquinas serão utilizadas e se poderão
ser levadas para casa pelos alunos. “O uso dos
laptops é de responsabilidade delas”, afirma Aquino.
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Senado quer analisar
custo de telecom e alcance da banda larga
Por Redação do IDG
Now!
Comissão de defesa do consumidor
aprovou nesta terça-feira (16/3) criação de grupo de
trabalho, que também terá membros da comissão de
tecnologia.
A comissão do Senado que trata de assuntos ligados à
defesa do consumidor aprovou, nesta terça-feira
(16/3), requerimento para a criação de um grupo de
trabalho que examinará os altos custos do serviço de
telefonia e o alcance da banda larga no País.
No requerimento encaminhado à comissão de Meio
Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização (CMA),
o senador Renato Casagrande (PSB-ES) argumenta que o
Brasil está em posição desfavorável em ranking de
159 países elaborado pela União Internacional de
Telecomunicações (ITU, na sigla em inglês).
No ranking da ITU, que compara os países em termos
de serviços de telecomunicações, o País aparece em
60.º lugar em acesso e em 87.º em custos.
Não é a única lista que traz o Brasil em posição
desfavorável. Em outra pesquisa, divulgada em 28/1
pela empresa de consultoria Bernstein Research, o
Brasil aparece como detentor da segunda tarifa mais
cara do mundo em telefonia celular, atrás apenas da
África do Sul.
O grupo de trabalho deverá analisar os custos das
telefonias fixa e móvel, bem como as dificuldades de
acesso aos serviços de banda larga.
Também farão parte do grupo de trabalho senadores da
comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação,
Comunicação e Informática (CCT), que já havia
aprovado o requerimento de Casagrande.
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Chrome tem falhas
corrigidas dias antes de evento hacker
Por Computerworld/EUA
Foram consertadas 11 vulnerabilidades
na versão "estável" para Windows; em 24/3, browser
será alvo do concurso hacker Pwn2Own.
O Google lançou correção para 11 vulnerabilidades na
versão de Windows do navegador Chrome, incluindo uma
que rendeu um cheque de 1.337 dólares ao
descobridor, como parte do novo programa de caça a
bugs da empresa.
Assim como a Apple, que atualizou o Safari na semana
passada, o Google soltou os patches de segurança
dias antes do concurso Pwn2Own de hackeamento de
navegadores, que começará quarta-feira (24/3), no
Canadá.
A atualização para o Chrome 4.1.249.1036 corrige
seis falhas consideradas “altas”, a segunda
classificação mais séria no sistema do Google, além
de três “médias” e duas “baixas”.
Por mais que o Google tipicamente esconda detalhes
técnicos da maior parte das vulnerabilidades quando
solta uma atualização, todos os bugs foram
esclarecidos dessa vez.
“Os erros devem ser mantidos em segredo até a
maioria dos nossos usuários atualizar seus PCs com
as correções”, explicou o gerente de programação
técnica da equipe do Chrome, Orit Mazor.
Prêmio
Um erro no WebKit, o mecanismo open-source que
comanda tanto o Chrome como o Safari, rendeu ao
pesquisador Sergey Glazunov um cheque de 1.337 mil
dólares, o pagamento máximo feito pelo Google pelo
programa de caça a bugs. A maior parte das falhas
rende aos descobridores apenas 500 dólares, mas
algumas falhas críticas podem render até 1.337 mil
dólares. A quantia é uma referência à “leet”, uma
espécie de linguagem geek usada por alguns
pesquisadores. Nela, “leet” é escrito “1337”.
Outras vulnerabilidades foram creditadas a Mark Dowd,
um notório pesquisador de falhas em navegadores e
sistemas operacionais que está trabalhando sob
contrato para o Google; Robert “Snake” Hansen, CEO
da SecTheory; e Aki Helin, da Universidade Oulu, na
Finlândia.
No total, o Google pagou 3.337 mil dólares para os
caçadores pelos bugs corrigidos na quarta-feira.
Apenas a versão “estável” – a maneira que o Google
chama a versão “final” – para Windows foi corrigida;
o Chrome para Mac e Linux ainda não deixaram a
versão beta.
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Brasil atinge 2
milhões de domínios '.br'
Por Redação do IDG
Now!
O '.br' levou 17 anos para chegar ao
primeiro milhão de domínios registrados e pouco mais
de três anos para dobrar o volume, destaca NIC.br.
O Brasil alcançou a marca de 2 milhões de domínios
'.br' na quinta-feira (11/3), anunciou o NIC.br
(Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR), na
quinta-feira (11/3). A coordenação dos registros de
nomes de domínio no País é feita pelo serviço
Registro.br.
A soma já havia sido prevista pelo
diretor-presidente do NIC.br - braço executivo do
Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) -, Demi
Getschko, em entrevista ao IDG Now!. Segundo ele, o
'.br' levou 17 anos para chegar ao primeiro milhão
de domínios registrados e pouco mais de três anos
para dobrar o volume.
Mesmo durante a crise financeira mundial entre os
anos de 2008 e 2009, a taxa de crescimento de
registros de domínios se manteve estável, em torno
de 20% anuais, ressalta Getschko, no comunicado do
NIC.br.
O código brasileiro publicado há 21 anos, em 1989,
está entre os dez com maior número de registros no
mundo.
Contando a anuidade de 30 reais cobrada pela
manutenção de cada domínio, o NIC.br terá uma
receita de mais de 60 milhões por ano.
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Portal Brasil peca em
acessibilidade e traz dificuldades para encontrar
informações
por CINTIA BAIO | Do
UOL Tecnologia
Após 3 anos de projeto e cerca de R$
7 milhões investidos, o novo Portal Brasil, do
Governo federal, estreou no último dia 03/03. O
objetivo do site é facilitar o acesso a mais de 500
serviços públicos —como informações sobre RG e
previdência— em um único lugar. Para o presidente
Lula, o portal será uma espécie de Google
brasileiro, onde a população “vai entrar e vai poder
saber de tudo aquilo que a gente faz, de cada
centavo que a gente gasta", como disse em seu
programa semanal de rádio, Café com o Presidente.
No entanto, alguns especialistas ouvidos pelo UOL
Tecnologia acreditam que ainda falta muito trabalho
para que a engenharia do site permita encontrar
informações precisas e de forma rápida. As
principais críticas em relação ao novo Portal
concentram-se na distribuição confusa da informação,
prioridade desnecessária para notícias e erros de
acessibilidade.
" Se o o objetivo do site é reunir serviços, eles é
que deveriam estar destacados, não as notícias. A
Agência Brasil já tem essa função”, diz Érico
Fernandes Fileno, designer de Interação e
coordenador de pós graduação em Design Centrado no
Usuário, em Curitiba, Paraná. O profissional
acredita que se o Portal focasse mais em prestação
de serviços, as informações seriam encontradas mais
facilmente.
Em uma rápida pesquisa pelo termo RG, por exemplo,
só foi possível encontrá-lo ao usar a busca do site.
Não foi possível localizá-lo na listagem de serviços
—na filtragem pela letra R, de RG ou na filtragem
pela letra C, de Carteira de Identidade.
No último Café com o Presidente, Lula disse que o
Portal Brasil está com apenas 30% do conteúdo
previsto. De acordo com a Secom, Secretaria de
Comunicação Social da Presidência da República, o
site contará com mais de 95 vídeos, 2 mil páginas e
mais de mil textos produzidos em português com
traduções para o inglês e espanhol.
Acessibilidade
Outro ponto que incomodou os especialistas foi a
possível falta de testes de acessibilidade para o
Portal. Em um artigo publicado por Leda Spelta,
diretora do projeto Acesso Digital e deficiente
visual, é apontado várias dificuldades de leitura.
Ao entrar na página inicial, o software de leitura
diz “Omi”, em vez de “Home”, por não estar
configurado adequadamente, por exemplo. “‘Ômi -
Portal Brasil’. Ômi não é o masculino de Muié; é a
pronúncia da palavra ‘home’, quando não está
codificada corretamente com a indicação de que é uma
palavra da língua inglesa”, explica ironicamente a
diretora.
Além disso, as descrições das fotos não estão
configuradas corretamente. Por conta disso, o
deficiente visual não consegue entender o que
representa a imagem. Um erro grave na opinião de
Leda.
Para Horácio Pastor Soares, também do projeto Acesso
Digital, a falta de adequação do site para
deficientes visuais fere a constituição (Lei 5296,
que traz as diretrizes sobre acessibilidade) e
poderia ser evitada a partir de testes simples. “Era
preciso fazer novos testes antes de colocá-lo no ar.
Assim, erros básicos poderiam ser evitados”, sugere
Soares.
De acordo com a empresa TV1, responsável pelo
projeto, foram feitos testes de acessibilidade duas
semanas antes do portal estrear, que "serviram para
apontar os problemas de acessibilidade ainda
existentes". Em entrevista por e-mail, a TV1 afirmou
que melhorias devem ser feitas até o final de 2010.
Em relação à disposição de conteúdo, a empresa diz
que "todos os conteúdos do Portal são trabalhados
também como notícias", distribuidas pela primeira
página do site.
Investimentos
Até agora, foram investidos R$ 7 milhões no projeto,
mas outros R$ 4 milhões ainda estão devem ser
gastos, de acordo com o valor da licitação. De
acordo com especialistas, o preço pago pelo projeto
está acima do praticado pelo mercado. “Quando vi o
valor, me perguntei se o mercado está pagando pouco
ou se o Governo é quem está pagando demais”, brinca
Fileno.
Para se ter uma ideia, um site de uma grande
operadora e de um banco particular custaram, cada
um, cerca de um terço do valor pago pelo Governo, de
acordo com Fileno, que participou de tais projetos.
“O nível de aprofundamento de um serviço online de
banco, por exemplo, é maior porque envolve segurança
da informação. E mesmo assim, é possível criá-lo por
um preço menor”, explica.
Embora se diga que o portal tenha levado três anos
para ficar pronto, a concepção e a construção
duraram menos de sete meses, de acordo com o
cronograma publicado no site da Secom. Em 2007 foi
decidido que era preciso criar um portal que
reunisse todas as informações do Governo. Entre a
decisão e o início do projeto, passaram-se 19 meses
—contando o período de consulta pública e o de
licitação.
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Qual o segredo do
Facebook?
por Fábito Bito
Em 12 meses, o site criado por
estudantes da Universidade de Harvard quase duplicou
o seu número de visitantes únicos, ou seja, de
pessoas diferentes que o acessaram. Contando as
visitas repetidas, o Facebook, criado em 2004,
tornou-se o segundo maior site dos Estados Unidos em
termos de acessos, ultrapassando até o gigante Yahoo.
A rede social registrava, em dezembro de 2009, um
total de 350 milhões de usuários - um quinto da
população mundial com acesso à internet.
Mas, qual será o segredo do Facebook para atrair
tantos usuários e se transformar, em apenas seis
anos, no maior fenômeno entre as redes sociais?
Primeiramente, esse sucesso colossal, não pode ser
analisado apenas por um viés. Existem diversos
motivos que fazem do Facebook um dos maiores
expoentes do setor no mundo, pelo menos em termos
numéricos.
Um dos motivos desse sucesso é a promoção de
conectividade, da ligação, entre as pessoas de forma
prática. Um exemplo desta praticidade é o as
atualizações dos contatos de um usuário, que são
exibidas já na página inicial. Outro motivo é a
crescente oferta de aplicativos de excelente
qualidade que funcionam paralelamente com a
ferramenta, como os social games - Máfia Wars e
Farmville -, além da integração com o Twitter e com
outras redes digitais.
O Facebook atingiu um nível tal que inspirou até um
filme, a ser lançado em outubro próximo, e já se
tornou mais popular entre os brasileiros do que o
Twitter - o miniblog no qual as mensagens não podem
ter mais do que 140 caracteres.
Pontos negativos - Apesar deste crescimento e da boa
qualidade do sistema, no entanto, o Facebook já
experimenta alguns pontos negativos. Nos EUA, alguns
jornais chegam a falar do Facebook como "cidade
fantasma", com usuários abandonando a ferramenta
pelo excesso de informações que julgam irrelevantes,
uma suposta aproximação do Facebook com o MySpace.
Houve também um movimento de posicionamento de
nichos, o que acabou levando muita gente para o
Facebook. No caso do Brasil, especificamente, muitos
usuários optaram pelo Facebook após a massificação e
banalização do Orkut, se aproveitando inclusive da
barreira lingüística que havia até 2009.
Era uma alternativa para internautas mais exigentes
que queriam fazer parte de um produto mais
globalizado do que o Orkut, com usuários
predominantemente indianos e brasileiros.
No Brasil, o grande problema, além da popularização
gigantesca, está no uso abusivo das ferramentas de
compartilhamento e gratificação que terminam
dificultando o uso básico da rede. Isto é resultado
natural da construção de redes gigantes, com muitos
participantes conectados por laços fracos. A
qualidade da ligação emotiva, política e intelectual
entre os membros de uma rede é determinante para o
seu sucesso. No entanto, sem dúvidas o Facebook está
longe de ser um fracasso.
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Suzuki dará carro de
R$ 66,5 mil via Twitter
Por Daniel dos
Santos, Macworld Brasil
“Suzuki SX4. Tão moderno que é o
primeiro carro lançado no Twitter.” Com esse slogan,
a fabricante japonesa de carros iniciou neste final
de semana a campanha de lançamento no Brasil de seu
mais recente veículo, via rede social.
Para impulsionar a marca entre os usuários de
Internet, o veículo chega ao mercado com uma
promoção realizada com uso do popular microblog.
Quem seguir a conta www.twitter.com/sigasx4 pode
levar para casa um carro avaliado em 66,5 mil reais.
A promoção vai de 13 de março a 03 de abril de 2010,
vale para quem tem 18 anos ou mais, more no Brasil e
tenha carta de habilitação, além de uma conta no
Twitter. Não é preciso realizar qualquer compra.
Também é preciso preencher um cadastro em www.sigasx4.com.br.
De acordo com as regras do concurso, no período de
duas semanas um Suzuki SX4 visitará cinco destinos
entre as cidades do Rio de Janeiro e São Paulo. Os
participantes terão que descobrir qual é o próximo
destino. Para isso, contarão com pelo menos sete
dicas, postadas diariamente no Twitter.
O vencedor será comunicado via mensagem direta na
sua conta no Twitter, além de receber um telefonema.
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5 golpes em detalhes
para não perder dinheiro na internet
Por Network World/EUA
FBI destaca os principais golpes
virtuais que afligiram os residentes dos EUA durante
o ano de 2009; aprenda com eles a se defender de
arapucas.
Os golpes online continuam a ser uma das maiores
praga da internet, revela um relatório sobre crimes
digitais divulgado pelo FBI, a polícia federal
americana, na sexta-feira (12/1). O resultado - que
inclui os principais golpes de 2009 nos EUA, mas que
se aplica aos internautas de todo o mundo - sugere
que não há limites para a imaginação desses
criminosos.
“Os números contidos no relatório indicam que os
criminosos continuam a tirar proveito do anonimato
proporcionado pela internet. Eles também têm
desenvolvido métodos cada vez mais sofisticados de
enganar consumidores. O crime na internet está
evoluindo para formas com as quais nem poderíamos
imaginar cinco anos atrás”, disse, no relatório, o
diretor Donald Brackman, do Centro Nacional de
Crimes de Colarinho Branco (NW3C).
O total anual de queixas de crime relatadas ao
Centro de Queixas de Crimes na Internet (IC3), órgão
resultante de parceria entre o FBI e o NW3C,
aumentou 667,8% entre 2001 e 2009.
Local de origem
O IC3 também fez um levantamento do local de origem
do fraudador, com base em informações fornecidas
pela vítima, nos casos em que os dados eram
disponíveis.
Segundo esse ranking, 65,4% dos fraudadores em ação
nos Estados Unidos são residentes no próprio país;
9,9% são do Reino Unido, 8% da Nigéria, 2,6% do
Canadá e 0,7% da Malásia.
De acordo com o FBI e o site do IC3, entre os golpes
mais populares de 2009 estão o do atirador, o de
consulta astrológica, os golpes econômicos, os de
sites de empregos e os pop-ups maliciosos com
propaganda de software antivírus falso.
Confira os detalhes de operação de cada um deles - e
evite ser pego em armadilhas como essas.
1.Pop-up malicioso
Um dos golpes mais sujos envolve a exibição de
anúncios pop-up maliciosos para software antivírus
inócuo. As vítimas disseram ter sido expostas a
anúncios que alertavam sobre a existência de vírus
ameaçadores ou de algum conteúdo supostamente ilegal
em seus PCs. Ao clicar nos pop-ups falsos, as
vítimas estavam, sem saber, baixando código
malicioso.
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Schincariol aumenta
visibilidade de sua cadeia com integração
Por Edileuza Soares,
da Computerworld
Grupo cervejeiro automatizou a gestão
de pedidos para entregar produtos certos, na hora
certa e com preço correto ao consumidor.
A disputa acirrada entre os produtores de cerveja no
Brasil fez a o grupo Schincariol, a segunda maior do
setor no País, atrás da Companhia de Bebidas das
Américas (AmBev), com faturamento de 4,5 bilhões de
reais (em 2008), a investir em novas tecnologias
para atender o consumidor mais rapidamente. A
empresa implantou a solução da SAP de Supply Chain
Management (SCM) para integrar toda a sua cadeia de
valor e planejar vendas de acordo a demanda dos
pedidos de vendas.
A Schincariol já era usuário do sistema de gestão
empresarial (ERP) da produtora alemã de software e
em abril de 2008 começou a redesenhar seus processos
para implantar a ferramenta Advanced Planning
Optimizer (APO) ou planejador avançado e otimizado.
O projeto faz parte da estratégia da companhia que
destinou um investimento de R$ 1 bilhão de reais
para expandir sua operação no mercado local e
externo.
Para suportar seu crescimento, a empresa aproveitou
a conclusão da migração do ERP SAP, para uma versão
mais nova, para reestruturar a rede de fornecimento
e os processos logísticos. “Queremos ter
visibilidade de toda nossa cadeia”, destacou o
diretor de operações industriais da Schincariol,
Gino Berninzon Domenico, que apresentou o projeto de
SCM da empresa, no SAP Fórum 2010, realizado em São
Paulo, na semana passada.
Desafio logístico
Segundo o executivo, o papel da nova tecnologia é
ajudar a indústria a integrar as áreas de vendas,
marketing, produção e inteligência de negócios para
gerenciar e produção e planejar as entregas aos
cerca de 700 estabelecimentos que a companhia
abastece em todo o Brasil entre bares, restaurantes
e supermercados. “Queremos entregar o produto
correto, no lugar correto e com preço correto”,
destaca Domenico.
Atualmente a Schincariol fabrica aproximadamente 200
produtos, entre os quais estão as cervejas Nova
Schin, Eisenbahn e Devassa. A companhia também
produz sucos, refrigerantes e engarrafa água.
Aproximadamente 60% dos seus negócios vêm da venda
de cerveja e os 40% restante dos demais produtos.
Para crescer no mercado, a empresa vem desde 2008
fazendo aquisições, tendo comprado fabricantes como
Nobel no Nordeste, a Baden de Campos de Jordão (SP)
e a Eisenbahn, de Santa Catarina.
Ao todo a companhia conta 14 fábricas espalhadas
pelo Brasil, que juntas têm uma capacidade de
produção anual de 4,5 bilhões de litros bebidas
entre cervejas, refrigerantes, água e sucos. Os
centros de distribuição próprios somam 11 unidades.
A expansão da indústria trouxe, segundo Domenico,
muitos desafios. “Saímos do alto giro para um mundo
mais aberto com mais canais de vendas. Precisamos
nos reestruturar para melhor os serviços ao
cliente”, argumenta. Atualmente a Schincariol conta
com aproximadamente 200 revendedores em todo Brasil.
A empresa necessita também aprimorar o uso de sua
capacidade produtiva e otimizar a alocação dos
ativos para gerenciar seu estoque com mais
eficiência.
O projeto
O projeto de SCM foi implantado na Schincariol em
duas fases e o trabalho contou com apoio da
consultoria Axis, especializada nessa área. Na
primeira etapa, envolveu o planejamento integrado da
gestão de atendimento, que foi de março de 2008 a
abril de 2009.
A empresa queria planejar a demanda dos pedidos com
mais eficiência para ter informações precisas sobre
o que iria produzir, vender e que produtos têm maior
giro por região entre outras informações.
De posse desses dados, a indústria sabe em qual das
fábricas o pedido será produzido, já que a empresa
conta com plantas espalhadas pelo Brasil. Outra
vantagem é que a companhia
se organiza melhor para comprar matéria-prima, uma
vez que alguns itens são importados.
Domenico dá o exemplo do malte para produção das
cervejas que é comprado de fornecedores da Europa e
os pedidos dessess insumos precisam ser planejados
com quatro meses de antecedência.
Segundo o diretor de operações da Shincariol, a
empresa planeja sua demanda de vendas por um período
de quatro meses. A expectativa com o novo projeto é
que essa janela se amplie para seis meses ou até um
ano.
Com um horizonte maior, ele afirma que acabam os
ruídos entre as várias áreas envolvidas no processo.
“Não adianta querer vender mais se eu não tenho o
produto”, diz.
Após planejar as vendas, a indústria iniciou a
segunda fase do projeto que foi a gestão do
atendimento de pedidos, que possibilita a empresa
priorizar as entregas para ter mais rentabilidade
porque, segundo Domenico, “não dá para ser igual
para todos”.
Próxima etapa
Para 2010, entrará a fase de planejamento do
transporte de forma mais efetiva em que as entregas
serão roteirizadas. O objetivo é otimizar a
distribuição e reduzir custos com o transporte.
A Schincariol programou também para este ano a
implantação da ferramenta de Business Intelligente
(BI) da SAP para gerar indicadores de sua operação
em toda a cadeia de valor, levantando informações
como nível de serviço, tempo de atendimento, acerto
da previsão de vendas e produção, entre outros dados
para tomada de decisão.
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Microsoft diz que
usuário deve evitar uso da tecla F1 no Windows XP
por Computerworld/EUA
Empresa reconhece falha no IE que
pode prejudicar Windows XP e recomenda que usuários
evitem apertar F1 ao usarem o navegador.
A Microsoft recomenda aos usuários do Windows XP que
não apertem a tecla F1 quando pedido por um site,
como parte da reação a uma vulnerabilidade que ainda
não foi corrigida que pode ser usada para invadir
computadores usando o Internet Explorer (IE).
Em um boletim de segurança divulgado na
segunda-feira (1/3), a empresa confirmou um erro no
VBScript, oferecendo mais informações sobre a falha
e dando dicas sobre como proteger o computador até o
lançamento da correção. Saiba mais na PC World.
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Bloqueio da porta 25
mobiliza associações de provedores
por Redação do IDG
Now
Nove entidades do setor anunciaram
nesta quinta-feira (25/2) o início de uma campanha
lidar contra o envio de spam.
Diversas associações que representam os provedores
de internet escolheram justamente o dia 25 para dar
início a uma campanha que enfatiza a necessidade do
bloqueio da porta 25, explorada por cibercriminosos
para envio de mensagens de e-mail não solicitadas (spam).
Em comunicado divulgado nesta quinta-feira (25/2),
as entidades Abramulti, Abranet, Abrappit, Abrint,
Aprova-PE, Aprova-PB, InternetSul, Rede Global Info
e Rede TeleSul disseram ter dado início a uma
campanha nacional para a adoção do bloqueio.
A medida foi recomendada oficialmente pelo Comitê
Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) em 24/4/2009,
porém a adesão não foi imediata. Um dos primeiros
provedores a seguir a recomendação foi o UOL, que
bloqueia a porta 25 desde 5/1. À época, o IDG Now!
esclareceu as principais implicações da medida, que
afeta quem mantém um servidor próprio para envio de
e-mails.
Mas o excesso de PCs mal configurados ou infectados
com programas maliciosos tem feito com que a porta
25 seja explorada por spammers de todo o mundo, o
que coloca o Brasil entre os líderes no envio desse
tipo de mensagem.
O Conselho Nacional dos Provedores de Serviço de
Internet (Conapsi), que coordena a campanha, afirma
que as associações não deram um prazo para a
aplicação da medida, mas espera que a maioria dos
usuários já tenham a porta 25 bloqueada até o fim de
março de 2010.
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Projeto de lei quer
proibir envio de spam
por Agência Senado
O envio de mensagens eletrônicas não
solicitadas, chamadas de spams, passará a ser
proibido, segundo o Projeto de Lei do Senado (PLS)
21/04, de autoria do então senador Duciomar Costa,
que recebeu parecer favorável, nesta terça-feira
(2), da Comissão de Educação, Cultura e Esporte
(CE). Já aprovado pela Comissão de Constituição,
Justiça e Cidadania (CCJ), o projeto ainda será
examinado pela Comissão de Ciência, Tecnologia,
Inovação, Comunicação e Informática (CCT).
O texto aprovado pela CE foi um substitutivo
elaborado pelo relator da matéria, senador Eduardo
Azeredo (PSDB-MG), que confirma posição já adotada
pela CCJ. Segundo o texto, o remetente de mensagem
eletrônica será obrigado a apresentar em cada
mensagem, de forma clara, endereço físico ou
eletrônico do remetente e mecanismo eletrônico
"eficaz" pelo qual o destinatário possa facilmente
exercer o direito de não mais receber mensagens
daquele remetente.
"O spam vem crescendo de forma acelerada. Lota as
nossas caixas postais e muitas vezes contém vírus.
Todo mundo que usa e-mail convive com essa praga",
disse Azeredo, ao apresentar seu voto favorável.
A comissão aprovou também parecer favorável ao PLC
187/09, que determina a oferta de alimentação
diferenciada, nas escolas públicas, para alunos
portadores de diabetes, hipertensão ou anemias. O
relator foi José Nery (PSOL-PA). Também foi aprovado
parecer favorável ao PLC 64/08, que teve como
relator o senador Augusto Botelho (PT-RR), segundo o
qual os cadáveres não reclamados às autoridades
competentes no prazo de 30 dias poderão ser
destinados às escolas de medicina, odontologia,
farmácia, enfermagem, fisioterapia, educação física,
fonoaudiologia e nutrição, além de outras escolas de
nível superior na área de saúde.
Foi ainda aprovado parecer favorável ao PLC 132/01,
cujo relator ad hoc foi o senador Paulo Paim
(PT-RS), que determina a veiculação de informações
turísticas em material didático-escolar produzido ou
adquirido com recursos da União.
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Como administrar
questões legais de software
por IDG News Service
Saiba da importância das
conformidades legais dos softwares e quais são as
medidas que devem ser tomadas para evitar problemas
corporativos.
Na era do código aberto e da terceirização em grande
escala, a verificação da conformidade legal de
software é tão importante quanto garantir a
qualidade antes de começar a produção. Inúmeros
processos judiciais destacam os riscos do negócio e
os enormes custos quando a conformidade não é feita
corretamente – custos decorrentes de processos
judiciais, recalls, correções de problemas
pós-lançamento e perda de oportunidades de
marketing.
O software é um elemento difundido em quase todos os
produtos e processos, e com o tempo, as fontes foram
multiplicadas. Elas incluem desenvolvimento interno,
fornecedores de sub-sistemas e chips, contratos
terceirizados, repositórios de código aberto e
trabalhos anteriores de desenvolvedores. E,
diferente de hardware, o software é facilmente
acessado, replicado, copiado e reutilizado.
Softwares de código aberto se tornaram importantes
para o desenvolvimento, devido à larga
disponibilidade de seu código-fonte, seu baixo custo
e seu grande nível de estabilidade e segurança. O
código-fonte aberto geralmente é grátis na
superfície, mas não sem obrigações. Ele acompanha
licenciamento e condições de copyright que são
protegidas pela lei – algumas vezes com efeitos
terríveis para usuários descuidados que não validam
a origem de todos os componentes de seus produtos.
Isso não significa que terceirização e softwares de
código aberto devem ser evitados. A questão não é o
uso do código aberto, mas a adoção não-gerenciada e
a falta de cuidado com licenciamento e direitos
autorais. É fundamental validar o IP de seus
produtos e serviços e atingir as obrigações legais
antes de empregá-los.
Principais aspectos da conformidade legal:
Garantir conformidade para obrigações legais implica
em seguir três principais aspectos:
Definição de uma política corporativa (ou
específica) de propriedade intelectual que precisa
ser usada para todos os serviços e produtos
associados.
Auditoria de software para determinar todas as
implicações legais associadas à política de
propriedade intelectual.
Correções necessárias – legais ou de desenvolvimento
intensivo – para que todos os componentes de
softwares fiquem de acordo com a política de
propriedade intelectual.
A política deve ser definida de acordo com ambos os
objetivos de negócio da organização e dos processos
de engenharia. O processo requer, portanto, o
envolvimento de administradores de negócios e
engenharias, além um conselho legal. A política deve
ser clara e aplicável. Deve ser captada para
distribuição e aplicação no desenvolvimento e
qualidade de serviços de seguros.
Sob a perspectiva de um comprador de software
corporativo, todos os softwares escritos
externamente devem passar por uma auditoria sobre a
política de propriedade intelectual da empresa. Se o
software já passou por isso do lado do fornecedor,
então melhor ainda, mas é importante considerar a
utilização do software em nível corporativo.
Questões de propriedade intelectual afetam mais do
que o conteúdo do software: elas interferem na
utilização e as empresas devem estar cientes dos
potenciais problemas de conformidade em toda a
cadeia. Auditoria e detecção podem ser realizadas
por ferramentas automatizadas ou por meio de
auditoria manual.
Qualquer “conserto” necessário para tornar o
software legalmente aceitável pode ser complexo.
Alguns componentes podem precisar de substituições
completas devido a possíveis infrações. Isso pode
sair caro, já que os novos componentes de softwares
precisam ser encontrados e o software, em geral,
terá de ser testado novamente.
Em outros casos, talvez seja suficiente formalizar a
assunção de obrigações requeridas por licenciamento
ou direitos autorais e assegurar o acompanhamento.
Em todos os casos, quanto mais cedo as questões
legais forem resolvidas menores serão os gastos para
as empresas caso ocorra algum problema.
As obrigações legais vão além do processo de
desenvolvimento e precisam ser tratadas com
concepção. Os elementos críticos de uma gestão
efetiva de software de IP em uma organização são:
Existência de uma política de IP para cada processo
e um procedimento para disseminá-lo e aplicá-lo. As
políticas corporativas de propriedade intelectual
devem ser baseadas nos objetivos de negócios das
empresas e devem ser claros e aplicáveis.
Processos e ferramentas para determinar as
obrigações legais e administrar a propriedade
intelectual do software criado e/ou adquirido na
organização.
Software que Lista de Materiais (da sigla em inglês,
BoM) que registra completamente os componentes do
produto, sua proveniência e as obrigações de
licenciamento que ele acarreta. Um BoM adequado é
fundamental para determinar as obrigações legais de
um software.
Seguro e suporte para consumidores preocupados com a
qualidade e situação de IP do software oferecido.
Esses elementos fornecem uma base para as obrigações
legais necessárias para a utilização segura de um
software. Integrar medidas conscientes para
cumprimento das normas no processo de
desenvolvimento, além de incorporar aspectos de
administração efetiva de propriedade intelectual dos
softwares na organização agora são questões
essenciais para qualquer entidade preocupada com
softwares.
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Redes Sociais: quem
quer vender?
por iMasters
"We run this company based on data,
not assumptions", era a máxima utilizada por Larry
Page e Sergey Brin - os fundadores do Google.
Traduzindo a idéia, seria algo como: "nós
construímos esta empresa baseado em dados, não em
achismos". Isso te diz alguma coisa?
A popularização da atuação de empresas em Redes
Sociais reflete as mudanças que o mundo sofreu. A
publicidade se reinventou. Vivemos num mundo onde a
notícia agora é a propaganda e a propaganda está
sempre virando notícia. E o que isso tudo quer
dizer? Quer dizer que a forma como interagimos com o
mundo mudou, conteúdo hibrido, relevante e ao
alcance do mouse... a verdadeira revolução. E é
sobre isso que vamos falar hoje. Sobre a era do
alcance.
Há algumas semanas a AgênciaClick divulgou preciosos
dados sobre a realidade das redes sociais e os
perfis de usuários de internet ativos no país. Não
há como negar o potencial existente em toda essa
malha virtual. Contudo, como já dissemos aqui, é
preciso saber onde pisar.
Na rotina de uma agência web freqüentemente somos
indagados sobre como posso atrair mais visitantes
para o um site, ou como a minha comunidade no Orkut
pode ganhar mais usuários? E tantas outras do
gênero.
Seria muito cômodo caso houvesse uma fórmula
aplicável a todos, mas não existe. O que existe,
quando se trata de internet, são possibilidades. As
ferramentas disponíveis hoje nos permitem mensurar
100% das ações realizadas no meio online. Um
sem-número de dados, estatísticas e palavras à
espera de análise. É preciso colocar a mão na massa.
Lembre-se: Dados, não achismo.
Muitas vezes basta apenas fazer o dever de casa.
Estar na hora certa e no lugar certo. É preciso
estar disponível para o seu usuário. Uma das
vantagens da atuação em mídias sociais é a
atemporalidade. Não precisamos de trinta segundos
para uma idéia. Precisamos apenas de um argumento
convincente. A idéia permanece lá, está feito.
As Redes Sociais são como uma grande praça, ou
grande mercado central. Imagine 55 milhões de
usuários conectados ? atemporais, únicos e
independentes. Toda essa multidão está pronta para
comprar sua marca, seu produto, seu conceito. Cada
clique traz uma nova possibilidade. E é exatamente
aí que você (anunciante ou agência) deve intervir ?
de maneira simples e descomplicada.
Como todos sabem, Social media é um produto único.
Um produto que sempre existiu, mas nunca esteve a
venda como está agora. Diante disso, muitas são as
possibilidades de trabalho. A era do alcance está aí
para todos. Quem quer vender?
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Empresa aérea bane
Flash de seu site
por Macworld/EUA
Virgin America optou pelo HTML para
não deixar os usuários do iPhone sem acesso.
Ponto para a Apple na batalha contra a Adobe e o
Flash (tecnologia que não é suportada pelo iPhone ou
iPad). A empresa aérea Virgin America disponibilizou
uma nova versão de seu site, substituindo a
tecnologia Flash por HTML.
Segundo o CIO da empresa, Ravi Simhambhatla, a
iniciativa tem como motivo o iPhone. Segundo ele, o
objetivo da companhia é atingir todas as
plataformas, o que não acontece com o uso de Flash.
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Mídias digitais e TVs
por Marcos Morita
Foi publicado no site da ANATEL -
Agência Nacional de Telecomunicações - estatísticas
sobre o mercado de TVs por assinatura, e os números
são bastante consideráveis. Em janeiro de 2010, mais
de 7,5 milhões de domicílios contavam com o serviço.
O crescimento observado representa uma evolução de
18,24% em 2009. As regiões Norte e Nordeste foram as
que apresentaram maiores taxas de crescimento,
respectivamente 33,94% e 24,85%.
Trago também outra informação relevante. Pesquisa
realizada pela Nielsen indica um crescimento mundial
de 82% no tempo gasto pelos internautas em redes
sociais - Twitter, Orkut e Facebook. O tempo médio
mensal saltou de 2 horas e 10 minutos em 2007 para 5
horas e 35 minutos em 2009. Impressiona também o
número de internautas conectados, mais de 307
milhões no mundo todo.
A mesma pesquisa aponta um contingente de 31 milhões
de brasileiros navegando nas redes sociais, o que
nos coloca bem atrás de Estados Unidos e Japão, com
142 e 47 milhões de usuários respectivamente.
Considerando o número de horas, estamos bem acima da
média mundial com 4 horas e 33 minutos, porém atrás
da Austrália com 7 horas, Estados Unidos,
Inglaterra, Itália e Espanha.
Os números crescentes da TV por assinatura e das
redes sociais confirmam a tendência de queda da TV
aberta. Em meu ponto de vista, inexorável. Conforme
pesquisa de audiência do IBOPE, a média de aparelhos
ligados no horário nobre - aquele das novelas e
noticiários - caiu 56% em novembro na Grande São
Paulo, um dos maiores recordes negativos.
Bons tempos aqueles em que os índices de audiência
batiam nas alturas. Irmãos Coragem, Roque Santeiro,
Vale Tudo e Senhora do Destino eram vistos em
milhões de lares. O capítulo final era o grande
ápice. Como numa final de Copa do Mundo verde e
amarela, éramos milhões torcendo contra as vilãs.
Odete Roitman e Nazaré, interpretadas com maestria
por Beatriz Segall e Renata Sorrah.
Vivíamos a cultura do bebedouro, conforme apregoa
Chris Andersen, jornalista do portal Wired,
destinado aos amantes da tecnologia. O assunto nas
segundas-feiras estava sempre relacionado à
programação exibida na TV aberta. Nada
surpreendente, considerando as vastas opções
existentes. Cultura, SBT, Globo, Record, Gazeta e
Bandeirantes era tudo o que tínhamos.
As empresas e gerentes de marketing tinham como
trabalho definir o público-alvo, selecionar os
canais e programas que melhor se enquadravam no
perfil definido e acompanhar os índices de
audiência. Com quase toda certeza seu consumidor
estaria de olho na telinha no horário marcado. Hoje
o trabalho é bem maior. Seu cliente pode continuar o
mesmo, mas encontrá-lo está bem mais difícil.
Neste novo cenário, definir o plano de investimentos
em publicidade tornou-se fundamental. Segundo estudo
do jornal Meio & Mensagem, o faturamento
publicitário na
Internet cresceu mais de 44% em 2008, fechando 2009
em aproximadamente 1 bilhão de reais, conforme
estimativa da IAB Brasil - Interactive Advertising
Bureau.
Este valor corresponde a pouco mais de 4% do total
investido em publicidade no país. A TV aberta ainda
reina absoluta com 60,71%. Não me espantaria se a
verba publicitária digital ultrapassasse as
revistas, hoje na terceira colocação com 7,64%.
Banda larga, smartphones, venda recorde de
computadores e notebooks, proliferação de LAN Houses
e programas de inclusão digital corroboram a
hipótese.
Esta mudança nos meios publicitários e na maneira
como os consumidores consomem conteúdo, trouxeram
oportunidades incríveis aos pequenos e médios
empresários. Excluídos do mercado publicitário nos
tempos de TV aberta, hoje podem competir pela
atenção dos consumidores através de ferramentas como
links patrocinados, banners, estratégias de SEO e
propagandas em TVs por assinatura.
A época da cultura de massa está com seus dias
contados. Encontrar pessoas que leram as mesmas
revistas ou assistiram aos mesmos programas é tarefa
cada vez mais difícil na hora do café. Que se cuidem
Jornal Nacional e as novelas arrasa quarteirões das
nove.
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Portal Brasil
apresenta instabilidades em seu primeiro dia no ar
por Juliano Moreira
,do IDG Now!
Usuários reportam dificuldades no
carregamento do site e dos vídeos. Em certos casos,
a página é substituída pela mensagem de erro "504
gateway".
O repaginado portal Brasil, lançado oficialmente
nesta quarta-feira (3/3), sofre instabilidades
frequentes desde o momento em que teve seu acesso
liberado aos internautas, por volta das 13h. Ao
acessar o endereço do site, o usuário encontra
dificuldades no carregamento das páginas, dos vídeos
e das fotos. Em determinados casos, a tentativa de
acesso termina em uma tela com a mensagem de erro
"504 gateway time out" (foto).
Quem mais sofre são os internautas com acesso
discado. A professora Silvana Ferreira, por exemplo,
residente em Maricá, no Rio de Janeiro, ainda não
conseguiu carregar completamente a página inicial.
do portal "O carregamento chega em 50%, no máximo, e
termina na página de erro", afirma Silvana.
No caso da nutricionista Fabiana Cristine, residente
em São Paulo e usuária de um acesso móvel OI 3G, a
página do governo leva cerca de 1 minuto para
carregar completamente.
"O site me pareceu muito atraente, mas não consegui
assistir aos vídeos e acessar alguns box com
informações", diz ela.
Até o momento, o novo portal do governo federal
consumiu 7,5 milhões de reais - envolvendo 200
pessoas - de contrato anual de 11 milhões de reais
firmado entre março de 2009 e março de 2010 com o
Grupo TV1, segundo reportagem do IDG Now!.
De acordo com o vice-presidente de operações do
Grupo TV1, Antony Martins, a instabilidade se deve
ao processo de propagação do novo conteúdo na rede.
"Viramos a chave do portal hoje por volta de 11
horas (...). É um processo natural de otimização de
múltiplos servidores e vai ser solucionado com o
tempo", explica Martins.
A hospedagem do conteúdo do novo portal está
distribuída entre servidores do Serpro (Serviço
Federal de Processamento de Dados), máquinas espelho
(que tornam mais rápida a replicação de conteúdo ao
internauta) e servidores localizados nos Estados
Unidos, para atender ao público externo. "Como
estamos no início do processo não temos como
dimensionar [o tempo para estabilização dos
acessos]. isso depende do volume de acessoe dos
servidores disponíveis para replicar o conteúdo",
afirma o executivo. "É um processo que depende da
nuvem".
Na avaliação de Martins, as dificuldades de
carregamento das páginas do novo Portal Brasil entre
usuários com internet em banda estreita também é o
reflexo da questão de propagação do novo conteúdo.
Por enquanto, o governo não prevê a criação de uma
versão 'light' para o portal.
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Pesquisadores
desenvolvem tecnologia para integrar gráficos 3D ao
Firefox
por IDG News Service
Com as alterações, navegador pode
apresentar imagens com efeito tridimensional de
forma nativa, sem depender de componentes externos.
Um grupo de pesquisadores planeja lançar uma versão
customizada do navegador Firefox com um recurso
integrado para exibir gráficos em 3D, algo que pode
abrir uma porta para páginas mais interativas.
Algumas companhias de jogos já criaram complementos
que permitem tal visualização, mas o novo método não
requer qualquer componente externo e, por isso,
coloca em potencial o uso por uma quantidade maior
de pessoas, segundo o professor Philipp Slusallek,
da Universidade Saarland, na Alemanha.
A tecnologia foi integrada ao motor de navegadores
como o Firefox, Safari e Chrome. A partir daí, as
imagens são apresentadas com o XML3D, parte da
linguagem de programação HTML, e o navegador pode
exibir a cena em 3D nativamente.
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D-Link cria unidade
para varejo e distribuição de produtos
por
Redação da Computerworld
Chamada de Consumer Business Unit,
novo segmento unificará áreas de varejo e
distribuição visando aumentar vendas da empresa.
A fornecedora de dispositivos de rede D-Link
anunciou a criação de uma nova área de negócios no
Brasil chamada Consumer Business Unit, que unificará
os setores de varejo e distribuição da empresa.
Com a medida, a D-Link pretende aumentar em até 45%
suas vendas durante 2010. O segmento nasce voltado
para o mercado de consumo com uma linha renovada,
que inclui novos equipamentos 3G, câmeras IP,
wireless, switches, servidores de impressão e
firewall.
A nova unidade de negócios, também chamada de
Volume, deve apoiar a revenda e a distribuição na
demanda e no abastecimento dos produtos da D-Link.
O segmento aumentará ações de marketing e
fortalecerá parcerias para distribuição de revenda.
Também está nos planos da D-Link a captação de novos
parceiro para expandir os negócios da empresa pelo
Brasil.
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Em auto-análise,
Google descobre falhas de SEO dentro de casa
por Redação do IDG
Now!
Empresa pesquisou cem de seus
próprios sites e divulgou resultados na web; de 19
quesitos, apenas um foi avaliado como 'excelente'.
A experiência de uso e a prática de construção de
sites do Google precisa ser melhorada em vários
aspectos para atender às boas práticas de otimização
de busca, revela um estudo realizado pela própria
empresa e que foi divulgado na terça-feira (2/3).
O estudo, chamado SEO Report Card, avaliou as
páginas principais de 100 produtos do Google, sob 19
critérios distintos. Os resultados foram divulgados
internamente no mês passado.Desde então, diversas
equipes têm atuado para melhorar os sites, com a
missão de aumentar sua visibilidade em ferramentas
de busca, como a do Google.
Segundo o relatório, os itens das páginas do Google
que "precisam melhorar" são o formato e o
comprimento dos títulos (90% das páginas foram
reprovadas), o uso de metatags (reprovação de 67%) e
a descrição de links (68% foram rejeitados).
Dos 19 quesitos que compuseram a avaliação, oito
precisam ser melhorados, sete obtiveram nota próxima
a da média (50%) e três foram considerados
"satisfatórios". O único item avaliado como
"excelente" foi a clareza de exibição de resultados
da página principal (89% de aprovação).
A íntegra do SEO Report Card pode ser conferida no
blog da empresa.
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No futuro, Firefox
poderá deixar de travar por causa de plug-ins
por Redação do IDG
Now!
Versão de teste liberada nesta
quarta-feira (3/3) carrega Flash e Silverlight em
áreas de memória separadas, preservando o navegador.
A Fundação Mozilla anunciou nesta quarta-feira (3/3)
a disponibilidade de uma nova versão do navegador
web da instituição, que serve de base ao Firefox e a
outros projetos.
O Mozilla Developer Preview baseia-se na plataforma
Gecko 1.9.3 (o Firefox 3.6 usa a versão 1.9.2) e
traz como principal novidade a execução de plug-ins,
como Flash e Silverlight, como processos separados.
O recurso pode ser experimentado em ambientes
Windows e Linux.
Com a tecnologia, que foi liberada agora para testes
por desenvolvedores, o navegador web não deixará de
responder se o plug-in travar - no caso de o Flash
não responder, por exemplo, seu processo seria
reiniciado de forma automática.
O Developer Preview também recebeu melhorias de
desempenho que reduzem os momentos de pausa na carga
de páginas HTML5 e o número de leituras e gravações
de dados durante a carga de sites em geral.
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Transferências
bancárias pelo celular salvam vidas na Somália
por Sahra Abdi
NAIRÓBI (Reuters) - Há cerca de um
ano, o irmão de Muqtar Ali foi morto com um tiro no
meio do movimentado mercado de Bakara, na capital da
Somália, Mogadíscio, e os 200 dólares que tinha no
bolso na hora foram roubados.
Ali afirma que, caso existisse na época o novo
serviço de transferência bancária por celular,
lançado pela maior operadora de telecomunicações do
país no mês passado, seu irmão estaria vivo.
A empresa de telecomunicações Safaricom foi a
primeira a lançar o serviço no país vizinho do
Quênia, que hoje conta com 8 milhões de usuários.
Além de poderem fazer transferências de dinheiro
para familiares e amigos, as pessoas também podem
pagar contas de luz e até receber dividendos de
companhias.
A Hormuud Telecom, maior operadora da Somália com
mais de um milhão de assinantes, afirmou que
desenvolveu seu próprio software para o serviço de
tranferências bancárias, o SAAD, mas contou com a
ajuda da Safaricom em oficinas e consultorias.
O novo serviço deve reduzir os riscos de segurança
ligados à necessidade de se carregar grandes
quantidades da moeda somali no bolso nos mercados
das regiões sul e centrais do país, marcadas por
anos de conflitos.
Após se registrarem no serviço, os clientes podem
fazer depósitos através da operadora de celular, e
assim comprar créditos de telefone. Eles também
podem transferir dinheiro para outras pessoas
registradas no serviço.
"Fiquei muito triste quando soube da pior notícia da
minha vida, da morte do meu irmão. Ele vinha
tranferir dinheiro para minha loja quando os
assaltantes o mataram", disse Ali.
"Eu acredito que a vida do meu irmão teria sido
salva se esse serviço existisse na época".
(Reportagem adicional de Abdiaziz Hassan e David
Clarke em Nairóbi)
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Nero SecurDisc 2.0
sai em abril
por
Redação da PC World
Nova versão do software que promete
recursos para prolongar vida útil de mídias ópticas.
A Nero anunciou nesta quarta-feira (3/3), durante a
CeBIT 2010, que vai apresentar uma nova versão de
sua tecnologia de proteção de mídia óptica – o
SecurDisc 2.0 – que pode prolongar a vida útil
destes dispositivos de armazenamento de dados. A
CeBIT acontece em Hannover, na Alemanha, e termina
no próximo sábado (6/3).
Segundo a empresa, em média um disco óptico tem
durabilidade de dois a cinco anos, período que pode
ser reduzido por conta de imprevistos. Levantamento
realizado pela National Consumers League com mil
consumidores constatou que cada usuário teve de
adquirir dois DVDs comerciais (filmes,por exemplo)
para substituir discos originais que se perderam ou
foram danificados – índice que sobe em residências
que têm crianças, ou caso as mídias sejam graváveis.
Compatível com CDs, DVDs e Blu-Ray, o SecurDisc
fornece ferramentas que aumentam as chances de
recuperação da arquivo em caso de ricos, além de
proteger a mídia contra gravações acidentais ou
maliciosas, fazendo uso de assinaturas eletrônicas e
criptografia.
Segundo o vice-presidente da Nero AG, Kris Barton,
dados armazenados em mídias ópticas são ainda mais
vulneráveis a roubo, perda e danos, além de acesso e
cópia não autorizados, do que dados gravados em
discos rígidos.
Para lidar com essa questão, a Nero informa que o
SecurDisc 2.0 oferece várias camadas de proteção a
dados e confiabilidade em dois níveis.,
proporcionando redundância nos dados e gerenciamento
de defeitos com criptografia, proteção por senha e
assinaturas digitais como forma de blindar os dados
armazenados em mídias ópticas.
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WordPress ganha
serviço de notificação automática de atualização
por Redação do IDG
Now!
Empresa de hospedagem de blogs ativou
nesta quarta-feira (3/3) o PubSubHubbub, que avisa
leitores RSS sempre que conteúdo novo for publicado.
O serviço de hospedagem de blogs WordPress.com
anunciou nesta quarta-feira (3/3) que passa a
oferecer a seus usuários um serviço de notificação
automática de conteúdo novo.
Com o serviço, que tem o curioso nome de
PubSubHubbub (ou simplesmente PuSH), os leitores que
acompanham blogs via leitores RSS serão avisados
sempre que o editor do blog publicar um novo post.
Em seu blog, a empresa diz ter ativado o PuSH para
os mais de 10,5 milhões de blogs hospedados pelo
WordPress.com. Não é necessário efetuar nenhuma
configuração para usar o serviço.
Para quem usa o software WordPress.org, a empresa
lançou um plug-in PuSH, chamado PuSHPress, que
poderá ser instalado no servidor no qual o site
estiver hospedado.
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Presidente do Yahoo
não irá pressionar investigação de Google
por Alexei Oreskovic
SUNNYVALE, Califórnia (Reuters) - A
presidente-executiva do Yahoo, Carol Bartz, afirmou
que não acha que sua empresa precisa discutir as
práticas de pesquisas na Internet de sua rival
Google com agências reguladoras do governo.
Bartz afirmou que o recente acordo do Yahoo para
unir parte de suas operações de busca com a
Microsoft foi a melhor estratégia para concorrer com
o Google, maior site de buscas do mundo, que
recentemente chamou a atenção de reguladores
antitruste europeus sobre suas práticas de
classificação de resultados de pesquisas.
"Acho que, na maior parte, os mercados funcionam e
eu prefiro ser competitiva no mercado", disse Bartz
a jornalistas em anúncio especial do Yahoo em sua
sede em Sunnyvale, Califórnia, nesta terça-feira.
"Nossa pressão é que queremos unir esses mercados,
então já estabelecemos nossa posição quanto a isso",
disse Bartz. Ela não quis dizer se acredita que
alguma prática do Google deveria gerar preocupações
de antitruste.
Os comentários divergem dos divulgados pela
Microsoft. A empresa de softwares publicou em seu
blog na sexta-feira que vê as ações do Google como
potencialmente anticompetitivas e pressionou suas
vítimas a entrar com pedidos contra a empresa nos
órgãos reguladores.
Já o Google confirmou que foi informada pela
Comissão Europeia na semana passada de reclamações
de três empresas de Internet sobre suas práticas.
Uma delas é controlada pela Microsoft, como apontou
o Google, e outra faz parte de uma organização que
conta com o apoio da fabricante de softwares.
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Hackers na China
roubaram código fonte, diz empresa de segurança
por Jim Finkle
BOSTON (Reuters) - Os hackers
responsáveis pelos ataques ao Google e diversas
outras companhias na China roubaram valiosos códigos
fonte ao entrarem nos computadores pessoais de
funcionários com acesso privilegiado, afirmou uma
empresa de segurança nesta quarta-feira.
O alvo dos hackers foi um pequeno grupo de
funcionários que controlava os sistemas de
gerenciamento do código fonte, que operam as
diversas mudanças feitas por desenvolvedores de
software, disse o vice-presidente de tecnologia da
fabricante de softwares antivírus McAfee, George
Kurtz.
As informações divulgadas pela McAfee mostram como a
violação de apenas um PC em uma grande empresa pode
ter repercussões em toda a companhia.
O Google afirmou em janeiro que detectou um ataque
contra sua infraestrutura originado na China que
resultou no roubo de propriedade intelectual da
empresa. O Google disse que mais de 20 outras
companhias foram infiltradas, e citou o ataque, bem
como as práticas de censura à Internet do país, como
razões para considerar sua retirada da nação
asiática.
Já o governo chinês afirma que a alegação do Google
de que teria sido atacado por hackers chineses "não
tem fundamento".
Kurtz disse nesta quarta-feira que acredita que os
hackers, que ainda não foram presos, conseguiram
driblar as defesas de pelo menos 30 companhias,
talvez até 100.
Ele afirmou que o detalhe em comum em muitos dos
casos estudados pela McAfee é de os hackers usaram
um software de gerenciamento de códigos fonte da
Perforce Software, que tem entre seus clientes o
Google e muitas outras grandes empresas.
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Procon autua 9 lojas
virtuais por descumprimento da Lei da Entrega
por Por Redação do
IDG Now!
Empresas responderão por processo
administrativo e poderão ser multadas em até 3,2
milhões de reais, com base no Código do Consumidor.
O Procon-SP irá autuar nesta quarta-feira (03/03)
todos os 9 estabelecimentos virtuais vistoriados em
fevereiro por descumprimento à Lei da Entrega
(13.747/09), que obriga os fornecedores a fixar data
e turno para a entrega de produtos ou realização de
serviços aos consumidores.
As empresas Dell, Extra, Fast Shop, Saraiva,
Magazine Luiza, Rassolim, Shoptime, Submarino e
WalMart serão autuadas e responderão por processo
administrativo, com possibilidade de serem multadas
em até 3,2 milhões de reais com base no artigo 57 da
Lei 8.078/90 (Código de Defesa do Consumidor). A
medida também vale para 38 lojas físicas que não
passaram nos testes e foram processadas. Todas as
companhias terão ampla defesa assegurada.
Sete das nove empresas foram reprovadas por não
informarem ao consumidor de maneira prévia e
adequada as datas e turnos disponíveis para a
entrega de produtos ou para a realização de serviços
e não entregarem o produto ou não realizar em o
serviço na data e turno estipulados.
De acordo com a fundação, foram vistoriados 164
estabelecimentos em fevereiro, sendo 155 lojas
físicas e 9 lojas virtuais, um resultado de 28,6% no
índice de desrespeito à lei. Em comparação a
novembro do ano passado, foram autuados 46
estabelecimentos de um total de 71 vistoriados, um
índice de 64,8%.
Em vigor desde 8 de outubro de 2009, a Lei 13.747/09
impõe as empresas data e turno fixos para a entrega
de produtos e realização de serviços. O fornecedor é
obrigado a informar com antecedência as datas e
turnos disponíveis ao consumidor.
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Greenpeace ataca
Samsung por atraso na eliminação de substâncias
tóxicas
por
IDG News Service
Empresa não cumpriu prazo para
eliminar produto tóxico de seus produtos; em
represália, sede da empresa na Bélgica amanheceu
coberta por cartaz.
O grupo ambientalista internacional Greenpeace
criticou a Samsung mais uma vez, nesta quarta-feira
(3/2), por não cumprir o compromisso de reduzir o
uso de substâncias prejudiciais em seus produtos
eletrônicos. Sua sede em Bruxelas (Bélgica)
amanheceu hoje decorada com um imenso cartaz do
Greenpeace, onde se lia: “Samsung = Promessas
Quebradas”.
Enquanto as concorrentes Apple, HP, Nokia e Sony já
apresentaram aparelhos livres de PVC e BFR (Retardantes
de Chama Bromados), substâncias com alto poder
tóxico, a Samsung permanece no campo da retórica.
Tanto o PVC quanto o BFR possuem poder cancerígeno
quando queimados, além de alta sobrevida como lixo
tóxico.
A confiança na Samsung já levou o Greenpeace a
pontuá-la positivamente em seu Guia de Eletrônicos
Verdes. O atraso na mudança de postura levou a
entidade a críticar abertamente a empresa na última
edição do guia.
A Samsung foi uma das primeiras empresas a apoiar
publicamente o abandono da substância, e em 2004
emitiu um comunicado com o Greenpeace dizendo que a
eliminaria de seus produtos. Pelo compromisso, o BFR
não seria mais encontrado em aparelhos da empresa no
dia 1.º de janeiro de 2010. Mas isso não aconteceu.
Em novembro de 2009, menos de dois meses antes do
prazo estipulado, a Samsung mandou um e-mail para o
Greenpeace para dizer que não poderia cumprir o
acordo, segundo o grupo.
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Em ano de Copa,
netbook traz TV Digital integrada
por Revista Home
Theater & Casa Digital
Ano de Copa do Mundo, no Brasil, é
diferente. Segundo o diretor de marketing da LG,
Eduardo Toni, nessa época as vendas de TV se
invertem e no primeiro semestre, quando ocorre o
evento, é onde se concentra o maior número da compra
desses aparelhos, cerca de 55%. “Em anos normais,
esse percentual se dá no segundo semestre, em função
do Natal”, afirma.
Agora, em 2010, os brasileiros vão descobrir uma
nova maneira de curtir a Copa do Mundo. O padrão
brasileiro de TV Digital permite receber os sinais
em dispositivos portáteis, para que o consumidor
possa levar sua TV para onde quiser.
Por isso, uma nova safra de equipamentos aptos a
receber os sinais 1-SEG deve chegar às lojas. A Sony
foi a primeira empresa a lançar um netbook com
receptor digital integrado, o Vaio P (veja o teste
na edição nº 165 da Home Theater & Casa Digital),
ainda no ano passado. Na época, os executivos da
empresa deixaram claro que um dos focos era
justamente aqueles profissionais que não gostariam
de perder um importante telejornal, ou um jogo da
Copa.
Ontem, foi a vez da LG apresentar o seu netbook com
TV Digital integrada, uma edição especial do X130,
com preço sugerido de R$ 1.399. Ele tem tela de LED
com 10,1 polegadas no formato 16:9, processador Atom
N270, 2GB de memória e HD de 320GB. Entre os
recursos, câmera de 1.3 megapixels, Wi-Fi, Bluetooth
e simulafor de áudio 5.1 canais.
Vale lembrar que há ainda três empresas vendendo
celulares que recebem gratuitamente nosso sinal
digital de TV, além dos adaptadores USB que podem
ser conectados a qualquer computador para a exibição
desses canais.
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